1 / 24

FIGURAS DE LINGUAGEM

FIGURAS DE LINGUAGEM. São recursos estilísticos da língua. Ou seja, através do adequado uso das figuras é possível transmitir ao interlocutor, com maior valor expressivo, o significado do discurso construído, seja ele escrito ou falado. As Figuras Sonoras.

gretchen
Télécharger la présentation

FIGURAS DE LINGUAGEM

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. FIGURAS DE LINGUAGEM São recursos estilísticos da língua. Ou seja, através do adequado uso das figuras é possível transmitir ao interlocutor, com maior valor expressivo, o significado do discurso construído, seja ele escrito ou falado.

  2. As Figuras Sonoras Onomatopéia: imitação de ruídos não lingüísticos, ou seja, que não possuem significado lingüístico. Exemplo:

  3. As Figuras Sonoras Anúncio publicitário extraído de um jornal de 1890 Aliteração: repetição de sons consonantais com o objetivo de construção melódica. Exemplo:

  4. As Figuras Sonoras UM SONHONa messe, que enlouquece, estremece a quermesse...O sol, o celestial girassol, esmorece...E as cantilenas de serenos sons amenosFogem fluidas, fluindo à fina flor dos fenos...As estrelas em seus halosBrilham com brilhos sinistros.Cornamusas e crotalosCítolas, cítaras, sistrosSoam suaves, sonolentosSonolentos e suavesEm suaves,Suaves, lentos lamentosDe acentosGraves,Suaves... (...) Eugénio de Castro, simbolista português Assonância: repetição de sons vocálicos com intenção melódica. Exemplo:

  5. As Figuras Sonoras “O português é uma língua muito difícil, tanto que bota é uma coisa que se calça e calça é uma coisa que se bota.” Graciliano Ramos Paranomásia: ocorre quando o escritor utiliza palavras com som e grafia semelhantes, com significados diferentes, para a construção melódica. Exemplo:

  6. As Figuras de Palavras São outras formas de metonímia a antonomásia e a sinédoque. Metonímia: é utilizada para nomear a partir de uma qualificação. É conhecida pela expressão “a parte pelo todo”. Exemplo:

  7. As Figuras de Palavras Comparação: ocorre quando comparamos dois ou mais elementos com o apoio de conjunções subordinativas adverbiais comparativas. Exemplo:

  8. As Figuras de Palavras Inutilidades Ninguém coça as costas da cadeira. Ninguém chupa a manga da camisa. O piano jamais abana a cauda. Tem asa, porém não voa, a xícara. De que serve o pé da mesa não anda? E a boca da calça se não fala nunca? Nem sempre o botão está em sua casa. O dente de alho não morde coisa alguma. Ah! se trotassem os cavalos do motor ... Ah! se fosse de circo o macaco do carro ... Então a menina dos olhos comeria Até bolo esportivo e bala de revólver. José Paulo Paes Metáfora: ocorre quando comparamos dois ou mais elementos sem o apoio de conjunções subordinativas adverbiais comparativas. Exemplo:

  9. As Figuras de Palavras Catacrese: ocorre quando, na falta de uma palavra específica para designar algo, utilizamos outra que possua alguma semelhança conceitual. Exemplo: Reflita: não seria a catacrese uma forma de metáfora?

  10. As Figuras de Palavras Sinestesia: ocorre quando a percepção de algo se dá através da mistura dos sentidos humanos. Exemplo:

  11. As Figuras de Sintaxe "Veio sem pinturas, um vestido leve, sandália coloridas." (Rubem Braga) “Tão bom se ela estivesse viva me ver assim.”(Antônio Olavo Pereira) Zeugma nada mais é que a elipse de um termo anteriormente citado. Exemplo: “Foi saqueada a vila, e assassinados os partidários dos Filipes.” (Camilo Castelo Branco) Elipse: ocorre quando há a omissão de um termo, ou seja, o termo estará oculto. Exemplo:

  12. As Figuras de Sintaxe “O dia, esse bojo de linfa, uma vertigem de hélio - arcaicamente como pretexto para luzirem cortejos: animais, bárbaros crânios de ouro; um branco suspiro, extenua as gargantas dos áruns; pálpebras no granito despedem-se do mundo.” Herberto Helder Anacoluto: ocorre quando há uma mudança inesperada na construção sintática de um enunciado. Exemplo:

  13. As Figuras de Sintaxe “Grande no pensamento, grande na ação, grande na glória, grande no infortúnio, ele morreu desconhecido e só." Rocha Lima Anáfora: é a repetição de palavras no início de versos – poesia – ou orações - prosa. Exemplo:

  14. As Figuras de Sintaxe Dança, à noite, o casal de apaixonados no clube. (retirado de <http://br.geocities.com/mitologica_2000/lin-hiperbato.htm> Hipérbato: é a inversão dos termos da sintaxe, dispostos, habitualmente, como S + V + P. Exemplo: Sínquise: é o hipérbato que, de tão invertido, provoca ambigüidade ou dificuldade para a compreensão de um determinado sentido. Exemplo: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante...” (Olavo Bilac)

  15. As Figuras de Sintaxe E o olhar estaria ansioso esperando E a cabeça ao sabor da mágoa balançando E o coração fugindo e o coração voltando E os minutos passando e os minutos passando. Vinícius de Morais Polissíndeto: é a repetição, gramaticalmente desnecessária, mas com intenção de ênfase, de conjunções, principalmente as coordenativas aditivas. Exemplo: Assíndeto: é a elipse da conjunção, sua ausência. Veja:

  16. As Figuras de Sintaxe “Qualquer um pode ter problemas sexuais. Até você”. Pleonasmo: é a repetição, gramaticalmente desnecessária, mas com intenção de ênfase, de palavras ou expressões. Em alguns casos, quando não há intencionalidade, torna-se um vício de linguagem. Exemplo:

  17. As Figuras de Pensamento Ironia: quando queremos dizer algo, sem sermos diretos, fazendo uso de humor ou sarcasmo, criamos uma ironia. Exemplo:

  18. As Figuras de Pensamento Hipérbole: é o exagero, intencional, de uma determinada afirmação. Exemplo:

  19. As Figuras de Pensamento Eufemismo: sempre que pretendemos atenuar uma afirmação, fazemos um eufemismo. Exemplo:

  20. As Figuras de Pensamento Prosopopéia: é o ato de atribuir características humanas a objetos e animais. Exemplo:

  21. As Figuras de Pensamento “O mito é o nada que é tudo” (Fernando Pessoa”) TESE + ANTÍTESE = SÍNTESE “O esforço é grande e o homem é pequeno” (Fernando Pessoa) Antítese: ocorre quando informações contrárias contribuem para a construção de um único sentido. Exemplo: NESTE EXEMPLO, QUAL É A SÍNTESE? ANALISE.

  22. As Figuras de Pensamento Oxímoro: é o paradoxo tão absurdo, que extrapola o próprio paradoxo. Exemplo: Paradoxo: é a relação entre termos e expressões contraditórios. Exemplo:

  23. “Temos visto que, assim como o homem se compõe de duas partes, ou de duas metades, que são corpo e alma, assim o cativeiro se divide em dois cativeiros: um, cativeiro do corpo, em que os corpos involuntariamente são cativos e escravos dos homens; outro, cativeiro da alma, em que as almas por própria vontade se vendem e se fazem cativas e escravas do Demónio. E porque eu vos prometi que a Virgem, Senhora nossa, do Rosário, vos há-de libertar ou forrar, como dizeis, do maior cativeiro; para que conheçais bem quanto deveis estimar esta alforria, importa que saibais e entendais primeiro qual destes dois cativos é o maior. A alma é melhor que o corpo, o Demónio é pior senhor que o homem, por mais tirano que seja; o cativeiro dos homens é temporal, o do Demónio eterno; logo, nenhum entendimento pode haver, tão rude e tão cego, que não conheça que o maior e pior cativeiro é o da alma. Mas como a alma, o Demónio e este mesmo cativeiro, como já disse, são cousas que se não vêem com os olhos, onde acharei eu um meio proporcionado à vossa capacidade, com que vos faça visível esta demonstração? Fundemo-la no mesmo vosso cativeiro, que é a cousa para vós mais sensível. Pergunto: — Se Deus nesta mesma hora vos libertara a todos do cativeiro em que estais e de repente vos vísseis todos livres e forros, não seria uma estranha e admirável mercê que Deus vos faria? Pois muito maior é, e de muito maior e mais subido valor, a mercê que a Senhora do Rosário vos fará, em livrar vossas almas do cativeiro do Demónio e do pecado. No nosso Evangelho o temos.” (“Sermão Vigésimo Sétimo”, Obras Escolhidas do Padre António Vieira, vol. XI, Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1954, pp.64-65) As Figuras de Pensamento Gradação: ocorre quando uma seqüência de palavras cria uma progressão ascendente ou descendente. Exemplo:

  24. As Figuras de Pensamento Apóstrofe: é a invocação de algo, real ou imaginário. Esta figura é mais freqüente na poesia e na fala. Exemplo:

More Related