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Técnica Dietética e Culinária I Cereais

Técnica Dietética e Culinária I Cereais. Nutt. Msc. Jucimara Martins dos Santos. 1 - Conceito.

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Técnica Dietética e Culinária I Cereais

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  1. Técnica Dietética e Culinária ICereais Nutt. Msc. Jucimara Martins dos Santos

  2. 1 - Conceito • Alimentos de origem vegetal, amplamente consumido. O nome deriva da deusa grega, Ceres, deusa da agricultura e da colheita. São grãos que provém das gramíneas. Ex: trigo, arroz, cevada , aveia ,milho , sorgo, etc.

  3. 2 – Valor Nutricional • Pobres em lipídios. • Possuem pigmentos como as antocianinas (trigo vermelho) e as antoxantinas (milho – criptoxantina). • Minerais no córtex: Cálcio, Ferro, Sódio, Cloro, Potássio, Magnésio, Manganês e Cobre. • Vitaminas do Complexo B e vitamina E. • Os cereais integrais são ricos em celulose (fibras).

  4. 2 – Valor Nutricional • Elevado teor de glicídios (aveia, 54 %; trigo e arroz, 78 %). • Cereais maduros -10% de água, • Cereais dessecados , de 12 a 18 %. • Baixo valor proteico (de 1 a 4%, no gérmen), sendo a glutenina, a gliadina e a conglutina as proteínas encontradas em maior quantidade. • Limitante nos aminoácidos lisina, treonina e triptofano.

  5. 3 –Tipos de Cereais3.1 - Arroz • Também é utilizado para obtenção de farinhas, aguardente e saquês. • Per capita do arroz: 50g como acompanhamento 25 a 40g incorporado a preparação

  6. Arroz polido Cocção por calor misto • O curto de redondo tende a empapar quando coccionado. Utilizado para o preparo de doce (arroz doce) ou na cozinha oriental. • O grão médio comprimento três vezes maior que sua espessura. Mantém solto após o preparo. Utilizado em preparações salgadas ou doces, mas sua característica o torna mais indicado para preparações de risoto. • O arroz de grão longo é o mais comumente utilizado na preparação do arroz tradicional. Sua cocção dentro da técnica (quantidade de água adequada) garante um arroz solto.

  7. Arroz parboilizado • Arroz de grão longo submetido a pressão antes do beneficiamento. Seu tratamento térmico (pressão e umidade elevados) ocorre gelatinização do amido do grão e a migração dos nutrientes (vitaminas e minerais), que originalmente estavam presentes no farelo, para o centro do grão. • Suas vantagens em relação ao arroz polido são maior valor nutritivo e maior rendimento.

  8. Arroz instantâneo • Após o beneficiamento o arroz é cozido e sua umidade retirada. Para sua reconstituição, basta adicionar água fervente e cozinhar por pouco tempo. Arroz selvagem • É uma gramínea aquática, de longos grãos escuras. É geralmente comercializado misturado com o arroz integral para diminuir seu custo. Valor nutritivo rico em proteínas e vitaminas do Complexo B, e sabor semelhante ao da noz. Não é propriamente um arroz. Utilizado como acompanhamento de carnes e aves.

  9. Arroz integral • Remove –se apenas a casca externa. Permanece com o farelo, fina película onde se concentra a maior parte dos nutrientes, localizada entre a casca e o grão. Tempo de cocção é maior, pois o farelo age como uma barreira a penetração da água. Alto teor de fibras. Arroz arbóreo • Variedade de arroz italiano com grão polido, redondo e branco. No processo de cocção sua consistência fica tenra, “al dente” e cremosa, pois tem a capacidade de absorver grande quantidade de água sem se desintegrar. Devido estas características, é utilizado no preparo de risoto

  10. Arroz vermelho • Tipo de grão integral, com coloração vermelha. Além se de seus nutrientes, destacam-se a presença de antioxidantes naturais. Se for parcialmente polido, fica rajado e perde um pouco o valor nutritivo.

  11. 3.2 - Cevada • Usada no preparo de bebidas alcoólicas e produtos maltados. Também pode ser usada como substituta do café, torrando e moendo seus grãos.

  12. 3.3 - Centeio • Usado para farinhas (clara e escura), rico em substâncias gelatinosas e gomosas. • Contem vitaminas do Complexo B, ferro, manganês, zinco, cobre e potássio. Possui pouco glúten. • A farinha de centeio é obtida pela trituração daí a coloração escura e a conservação dos nutrientes. • Para o preparo de massas e pães é necessário o acréscimo de farinha de trigo para que a massa não fique endurecida pela falta de glúten.

  13. 3.4 - Aveia • Não passa por beneficiamento. • Rica em fibras dietéticas, vitaminas E e do Complexo B, cálcio, fósforo, ferro e proteína. • Apresenta-se sob a forma de flocos e flocos finos ou laminados, farinha. • Garante a preparação de mingaus, biscoitos (cockies) ou pode ser adicionado cru em frutas como também em bolos, preparações salgadas.

  14. 3.5 - Milho • Formas consumido cozido na espiga, na forma de conserva ou como ingrediente de preparações. • Extrai-se farinha de milho ou fubá. • A pipoca tem o preparo sob calor seco (óleo quente), onde o aquecimento eleva a pressão da umidade no interior do grão do milho, explodindo-o pelo aumento da pressão, levando a ruptura da celulose que envolve o grão. • O óleo obtido do milho é rico em ácidos graxos poliinsaturados, indicado em dietas para combate de arteriosclerose e hipercolesterolemia.

  15. É composto principalmente de amido, proteína glúten. Pode ser consumido na forma de farinha em preparações assadas ou fritas; na forma de farelo ou gérmem ou óleo; ou na forma de triguilho ou bulgor ou farinha de quibe 3.6 - Trigo

  16. Farinha de trigo integral – é preparada pela moagem do grão completo, ou seja, 100% de extração. Trigo de quibe – o grão de trigo é apenas quebrado e não triturado ou moído. Farinha de trigo branca – a farinha de trigo especial tem baixo teor de minerais, boa porcentagem de glúten e bem branca, sendo própria para bolos e massas. A farinha de trigo comum apresenta-se amarelada e com alto teor de vitaminas e minerais e indicado para massas com menor crescimento. Trigo sarraceno – ou trigo mourizo ou trigo negro, não serve para o preparo de pães e é ingerido na forma de grãos cozidos, panquecas ou mingaus.

  17. 4 – Estrutura do grão do cereal Fonte: Philippi, 2003.

  18. 5 - Farinhas • Farinhas moles e duras: as farinhas moles são aquelas que apresentam menor teor de glúten e as farinhas duras possuem uma quantidade mais elevada. As farinhas moles são indicadas para o preparo de bolos e as duras são utilizadas no preparo de pães. • Farinha branda; é a farinha refinada; quanto mais refinada, mais pobre em vitaminas e mineral. • Farinha integral: obtida da trituração do grão de trigo inteiro. • Farinhas grossas: milharina, fubá grosso, canjiquinha. • Sêmola e semolina: são ricas em glúten, próprias para o preparo de macarrão e massas de estender. São farinhas extraídas da parte intermediária entre o envoltório e o centro do cereal. Tem aspecto mais grosso que a farinha.

  19. 5 - Farinhas • Fécula – fonte de amido proveniente de tubérculos. • Mandioca – Amido (pó, polvilho) Tapioca (grão) Sagu • Raízes – dessecadas, raladas – massa úmida Prensada, moída e seca 100kg de raiz – 350kg de farinha grossa

  20. 5 – Farinhas - culinária • A maisena tem até 80% de amido. Usada a 10% em um líquido, produz preparação de consistência sólida (mingau de prato). Em sopas, é utilizada a 2% e para molhos a 5%. • A farinha de trigo, contem menor concentração de amido, necessita de proporção maior, especialmente se houver dextrinização do amido em manteiga (roux) como no preparo do molho branco. • Sempre que se acrescenta farinha a um líquido, é necessário dispersá-la previamente para isolar as partículas de amido e impedir a formação de grumos. No preparo do molho branco, o líquido utilizado deve estar em ebulição ou mais quente que o roux, assegurando a gelatinização uniforme do amido. • No preparo de éclair (bomba ou carolina) e croquetes, ao se acrescentar o líquido e as gemas, deve-se bater violentamente para evitar grumos.

  21. 6 - Massas • Feita de farinha de trigo comum e/ou sêmola/semolina. • Contem alta concentração de glúten • Preparado com farinha e água fervente até formar uma massa dura. Pode ser enriquecida com ovos. Após são passadas pela pressão e moldadas. • Secagem de 15 a 30h.

  22. 6 – Massas - cocção Ponto ideal “al dente” ou seja, nem muito dura nem muito mole, oferecendo certa resistência quando mordida. quantidade de água é de 1 para 5 (1:5) para impedir a adesão de um ao outro, controlando-se o tempo. • Massa seca – 8 a 12 minutos • Massa fresca – 3 a 5 minutos

  23. 6 – Massas – per capita Massa seca – cresce de 2 a 3 vezes. Per capita – 50g 75 a 125g como prato único • Massa fresca – crescimento menor. Per capita – 175g 175 a 205g como prato único

  24. 7 – Culinária Gelatinização - os grânulos de amido em suspensão na água intumescem, dilatam, quando aquecidos, formando uma pasta. Continuando o aquecimento, os grânulos continuam a se dilatar e a suspensão fica mais transparente e mais viscosa. Isto acontece porque a membrana que o envolve torna-se permeável durante o aquecimento. Assim, as partículas de amido escapam dos grânulos e ligam-se uma as outras formando rede, dentro da qual mantém uma grande quantidade de água. Desta forma o produto torna-se espesso. Para a formação de um gel firme, o amido deve ser cozido a uma temperatura máxima de 95ºC.

  25. 7 – Culinária Retrogradação - Quando uma pasta ou gel de amido é armazenado ou fica em repouso torna-se menos solúvel. Ou seja, a rede de amido começa a contrair-se e espremer a água para fora. É uma reversão do amido a sua solubilidade. Dextrinização – obtem-se pela cocção por calor seco do amido, que se transforma em dextrina, de maior digestibilidade, solubilidade, cor e sabor mais acentuado. Há um rompimento gradativo das membranas que envolvem os grãos de amido, liberando a dextrina.

  26. 8 – Cocção de cereais Para se obter um arroz solto: refogar em óleo, impede a penetração rápida da água e a adesão dos grãos; depois adicionar água em ebulição (cerca de 2 vezes a quantidade de arroz), diminuir o fogo e tampar a panela para que haja gelatinização uniforme do amido. O excesso de água e a cocção prolongada formam a “papa” de arroz. Preparações que incluem cereais + leite e açúcar (arroz doce, canjiquinha) deve-se iniciar a cocção com água até que o grão abrande, para depois juntar o leite e o açúcar até concluir o cozimento. O açúcar retarda a gelatinização

  27. Índice de Absorção do Amido O Índice de Absorção varia de cereal para cereal. É a alteração do tamanho do grão na cocção. • Índice de Absorção: Peso Coccionado Peso crú

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