E N D
1. Teresinha Neide de Oliveira
ENFERMEIRA
Fortaleza - Cear
13. 1. Agulhas com componentes, plsticos no desmontveis; 2. Aventais descartveis; 3. Bisturi para laparoscopia com fonte
geradora de energia, para corte ou coagulao com aspirao e irrigao; 4. Bisturis descartveis com lmina fixa ao cabo; (funcionalidade) 5. Bolsa coletora de espcimes cirrgicos; 6. Bolsas de sangue; 7. Bomba centrfuga de sangue;
8. Bomba de infuso implantvel; 9. Campos cirrgicos descartveis; 10. Cnulas para perfuso, exceto as cnulas aramadas.;
11. Cateter de Balo Intra-artico; 12. Cateter epidural; 13. Cateter para embolectomia, tipo Fogart; 14. Cateter para oxignio;
15. Cateter para medida de dbito por termodiluio; 16. Cateter duplo J, para ureter;
17. Cateteres de dilise peritoneal de curta e longa permanncia;18. Cateteres e vlvulas para derivao ventricular;
19. Cateteres para infuso venosa com lume nico, duplo ou triplo; 20. Cobertura descartvel para mesa de instrumental c
Cirrgico; 21. Coletores de urina de drenagens, aberta ou fechada; 22. Compressas cirrgicas descartveis;
23. Conjuntos de tubos para uso em circulao extracorprea; 24. Dique de borracha para uso odontolgico;
25. Dispositivo para infuso vascular perifrica ou aspirao venosa; 26. Dispositivo linear ou circular, no desmontvel,
para sutura mecnica; 27. Drenos em geral; 28. Embalagens descartveis para esterilizao de qualquer natureza;
29. Equipos descartveis de qualquer natureza exceto as linhas de dilise, de irrigao e aspirao oftalmolgicas;
30. Esponjas Oftalmolgicas; 31. Expansores de pele com vlvula;
32. Extenses para eletrodos implantveis; 33. Equipos para bombas de infuso peristlticas e de seringas;
34 Extensores para equipos com ou sem dispositivo para administrao de medicamentos
35. Filtros de linha para sangue arterial; 36. Filtros para cardioplegia;
37. Filtros endovasculares; 38. Fios de sutura cirrgica: fibra, natural, sinttico ou colgeno, com ou sem agulha;
39. Geradores de pulso, implantveis; 40. Hemoconcentradores; 41. Injetores valvulados (para injeo de medicamentos,
sem agulha metlica);
42. Lmina de Shaiver com dimetro interno menor que 3mm; 43. Lminas descartveis de bisturi, exceto as de uso oftalmolgico;
44. Lancetas de hemoglicoteste; 45. Lentes de contato descartveis;
46. Luvas cirrgicas; 47. Luvas de procedimento; 48. leos de silicone Oftalmolgico e solues viscoelsticas oftalmolgicas;
49. Oxigenador de bolhas; 50. Oxigenador de membrana; 51. Pinas e tesouras no desmontveis de qualquer dimetro para
cirurgias vdeo assistida laparoscpica;
52. Produtos implantveis de qualquer natureza como: cardaca, digestiva, neurolgica, odontolgica, oftalmolgica, ortopdica, otorrinolaringolgica, pulmonar, urolgica e vascular. 53. Punch cardaco plstico; 54. Reservatrios venosos para cirurgia cardaca de cardioplegia e de cardiotomia;
55. Sensor dbito cardaco; 56. Sensores de Presso Intra-Craniana;57. Seringas plsticas exceto de bomba injetora de contraste radiolgico.58 Sondas de aspirao; 59. Sondas gstricas e nasogstricas, exceto as do tipo fouch;
60 Sondas retais; 61 Sondas uretrais e vesicais, exceto uso em urodinmica;
62. Sugador cirrgico plstico para uso em odontologia; 63. Registro multivias de plstico, exceto os mltiplos, tipo manifold;
64.Cpula isoladas para transdutores de presso sangnea;
65.Trocater no desmontvel com vlvula de qualquer dimetro; 66.Tubo de coleta de sangue.
14. RE 2.605 de 11 de Agosto de2006 Confusa
Sustentabilidade
Representantes dos SS
Produtos repetidos
Quais os critrios avaliados
Custos
Funcionalidade
Riscos associados
Meio Ambiente
Variedade de marcas e produtos de Uso nico.
20. Diretrizes para protocolos No estar na RE 2605.
Anlise de custo -benefcio justificada.
Tecnologia de reprocessamento
compatvel com o produto.
Produto permite rastreabilidade
controle do n de reprocessamentos.
Instituio tem acesso a mtodos de
controle de qualidade
21. A ANVISA PRORROGOU O PRAZO PARA O CUMPRIMENTO DA RDC 2606
ATRAVS DAPUBLICAO NA LTIMA SEXTA-FEIRA (03/08/07)
DA RE N 2.305: PROTOCOLOS DE REPROCESSAMENTO DE PRODUTOS MDICOS.
RESOLUO - RE N 2.305, DE 31 DE JULHO DE 2007
Prorroga o prazo estabelecido no Art. 17 da RE n 2606 de 11 de agosto de 2006.
O Diretor da Diretoria Colegiada da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria, no uso das atribuies que lhe conferem o Decreto de nomeao de 6 de julho de 2005 do Presidente da Repblica, o inciso I 1 do art. 55 do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Portaria n. 354 da ANVISA, de 11 de agosto de 2006, republicada no DOU de 21 de agosto de 2006, e a Portaria n 524 da ANVISA, de 11 de julho de 2007, considerando a necessidade de um maior detalhamento nos estudos a serem realizados pelos servios de sade e pelas empresas reprocessadoras para a validao de critrios de funcionalidade exigida para o protocolo teste; considerando a insuficincia de laboratrios de referncia para a realizao da validao dos protocolos; considerando ainda a necessidade de dotar o sistema de vigilncia sanitria de meios eficazes para verificar o cumprimento da RE 2606 de 11 de agosto de 2006, resolve:
Art. 1 Prorrogar em 180 (cento e oitenta) dias o prazo estabelecido no Art. 17 da RE 2606, de 11 de agosto de 2006, que dispe sobre as diretrizes para elaborao, validao e implantao de protocolos de reprocessamento de produtos mdicos e d outras providncias.
Art. 2 Esta Resoluo entra em vigor na data de sua publicao.
25. REPROCESSAMENTO A segurana na utilizao dos produtos
reprocessados de responsabilidade
dos servios de sade.
(ANVISA)
30. ESTRUTURA
PROCESSOS DE TRABALHO
INDICADORES DE RESULTADOS
31. REPROCESSAMENTO CONFIGURAO DO MATERIAL
DISPONIBILIDADE DE TECNOLOGIAS
COMPATIBILIDADE DO MATERIAL
33. CMEO QUE FAZEMOS PARA PROTEGER O USURIO REA FSICA
EQUIPAMENTOS
INSUMOS
PESSOAL
Buscamos melhorias nos processos de trabalho: recomendaes oficiais, referncias cientficas,
socializamos dvidas, conhecemos outras realidades e aplicamos o que aprendemos.
MONITORAMOS O PROCESSO
AVALIAMOS RESULTADOS ( IH)
SELAMOS PARCERIAS
35. Limpeza Consiste na remoo de sujidade visvel
Contribui para reduo da carga microbiana (SAL)
Manual ou automatizada
36. RECOMENDAES Buscar referncias legais, cientficas e prticas
Utilizar os melhores recursos para limpeza
(materiais complexos, no desmontveis, no transparentes)
Lavar os materiais imediatamente aps o uso !!!!!!
Usar detergentes enzimticos
Preferir limpeza em mquina ultra-snica
Usar artefatos na limpeza manual
Realizar inspeo minuciosa da limpeza ,integridade e funcionalidade
37. EMBALAGENS PARA ESTERILIZAO
38. Seleo dA Embalagem Deve ser selecionada de acordo com o processo de esterilizao e o artigo a ser preparado.
39. Recomendaes para o preparo e empacotamento de artigos Lavar as mos
Inspecionar o artigo ( limpeza, integridade e funcionalidade)
Selecionar a embalagem de acordo com o processo, o peso e o tamanho do artigo
Avaliar a necessidade de embalagens duplas ou dupla embalagem
Ajustar perfeitamente as embalagens
Identificar o pacote em fita ou etiqueta
Usar tinta atxica para identificao
Selar com segurana
40. COMO SABER SE EST ESTRIL A ESTERILIDADE...
NO PODEMOS V-LA!
43. CLASSE 2 CLASSE 1
45. INDICADORES BIOLGICOS
46. RASTREABILIDADE
48. CONTROLE DA ESTERILIZAO
49. A contaminao de um artigo embalado no est relacionada com o tempo de armazenagem e sim com o que acontece com o mesmo entre a esterilizao e a abertura.
50.
Materiais e produtos mdicos corretamente processados - lavados, embalados, esterilizados, estocados e adequadamente manuseados - iro permanecer estreis indefinidamente, a menos que ocorra um evento que comprometa a sua esterilidade.
51. SISTEMA DE MANUTENO DA ESTERILIDADE RELACIONADA A EVENTOS:
Qualidade da embalagem
Condies do armazenamento
Condies de transporte
Manuseio de produtos estreis
56. REFLEXES SOBRE REUSO Limpeza adequada ?
Funcionalidade preservada?
Quem usar?
Consentimento do paciente?
Registro no pronturio do paciente?
Cobrana do tratamento?
57. JUSTIFICATIVAS... Antes de reprocessar verificar:
Est sendo pago o menor preo?
H possibilidade de negociar em grande volume?
O sistema de sade consegue sustentar o uso nico?
Pode ser utilizado similar reutilizvel?
Quanto custa reprocessar?
58. RISCOS ASSOCIADOS AO REPROCESSAMENTO DE ARTIGOS DE USO NICO
Infeces
Reaes txicas e pirognicas
Resduos Txicos
Alteraes fsico, qumicas, biolgicas ou funcionais por fadiga dos usos
Incidentes durante procedimentos
59. Relao de materiais
Classificao de riscos
Descrio clara dos procedimentos
Vigilncia de eventos adversos
Controle do nmero de reprocessos
Critrios para descarte
Aspectos ticos e legais
60. Houve MELHORIA ? CLARO!
No novo tempo
Apesar dos perigos...
Estamos na luta...