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Hiperplasia Prostática Benigna

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Hiperplasia Prostática Benigna

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  1. Hiperplasia Prostática Benigna Aspirante OMT Eduardo Deves

  2. Hiperplasia Prostática Benigna • Neoplasia benigna mais comum em homens. • Condição intimamente ligada à idade. • Impacto negativo na vida na qualidade de vida. • 30% dos homens necessitaram de tratamento. • 10% procedimento cirúrgico.

  3. Hiperplasia Prostática Benigna • Definição: • Condição clínica caracterizada pelo aumento benigno da próstata, em homens maiores de 40 anos. Caracterizada pela hiperplasia das células do estroma e do epitélio da próstata, resultando no aumento volumétrico da glândula e na possibilidade de obstrução do canal uretral, dessa maneira no fluxo normal da urina.

  4. Hiperplasia Prostática Benigna

  5. Hiperplasia Prostática Benigna • Epidemiologia: • Não foi encontrada em pacientes < 30 a. • 88% em indivíduos > 90 a. • STUI ocorrem menos que a HPB histologica. • Sintomas oscilantes. • 60% dos pacientes na 6-7ª década têm STUI (BLSA).

  6. Hiperplasia Prostática Benigna • Etiologia: • Envelhecimento. • Alteração hormonal. • Síndrome metabólica. • Inflamação. • Genética.

  7. Hiperplasia Prostática Benigna • Fisiopatologia: • Proliferação do estroma fibro-muscular. • Componente mecânico. • Componente dinâmico. • Componente vesical.

  8. Hiperplasia Prostática Benigna • Quadro Clínico: • Retenção Urinária Aguda!!!!!

  9. Hiperplasia Prostática Benigna • Diagnóstico: • IPSS. • TR. • PSA. • Complementares ( US, UCG, Urodinâmica).

  10. Hiperplasia Prostática Benigna • IPSS

  11. Hiperplasia Prostática Benigna • Diagnóstico diferencial:

  12. Hiperplasia Prostática Benigna • Tratamento: • Sintomas leves ( IPSS < 8 ): Acompanhamento • Sintomas moderados ( IPSS 8-19): Terapia Medicamentosa • Sintomas severos ( IPSS > 19 ) Terapia Medicamentosa. 30% evoluem para procedimento cirúrgico.

  13. Hiperplasia Prostática Benigna • Seguimento clínico: • Orientação sobre a doença. Monitoração anual. • Melhora espontânea em até 45%. • Medicamentoso: • Alfabloqueadores: • Alfa 1-adrenérgico do músculo liso presente no estroma prostático, colo vesical e uretra. • Diminui a resistência ao fluxo urinário. • Melhora nos primeiros dias de tratamento. • Próstatas de pequenos tamanho

  14. Hiperplasia Prostática Benigna • Diminuição de 40% dos sintomas de esvaziamento e melhora de 25% no fluxo urinário máximo. • Doxazosina. • Tansulosina. • Inibidores da 5-Alfa-reductase: • Finasteride / Dutasteride. • Diminui os níveis intraprostáticos de DHT. • Redução volumétrica da glândula em 20%. PSA 50%. • Diminuição risco de cirurgia, progressão clínica e melhora sintomática.

  15. Hiperplasia Prostática Benigna • Efeitos colaterais: disfunção sexual, libido e ginecomastia. • Terapia combinada: • Atuação ao fator estático ( 5-AR) e dinâmico ( AlfaBloq) • MTOPS: A associação de Finasteride e Doxazosina mostrou-se superior ao placebo e monoterapia tanto em sintomas quanto progressão da doença, em pacientes com próstata maior que 40g. • CombAT: Confirmou a superioridade da associação em próstatas grandes, agora com Dutasteride e Tansulosina.

  16. Hiperplasia Prostática Benigna • Fitoterápicos: • Serenoarepens. • Não existe metanálise que comprove seu uso. • Ação antiandrogênica, anti-inflamatória e antiproliferativa. • Cirurgia: • Indicações: • Infecção urinária de repetição; • Retenção urinária persistente; • Ureterohidronefrose , IRA pós-renal; • Falha do tratamento medicamento;

  17. Hiperplasia Prostática Benigna • Hematúria persistente; • Lítiase Vesical. • Tipos • Incisão Transuretral. • Ressecção Transuretral. • Prostatectomia.