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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE RORAIMA - UERR

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Presentation Transcript

  1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE RORAIMA - UERR

  2. COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITAPROFESSORA: ROSICLEI LIBERAL

  3. COMPONENTES • Ana Claudia • Élson • Fabrine Izabelle • Aloísia Vital • Jessica Paola • Marcelo • Emmanuely • Vanderlan

  4. A LINGUAGEM TEM DE SER BOA?

  5. É fundamental saber que a boa linguagem é aquela que nos permite ser compreendidos!

  6. Cada um de nós tem de saber usar uma boa linguagem para desempenhar o seu papel de indivíduo humano e de membro de uma sociedade humana. A linguagem pode ser transformada em arte, isto é, numa fonte de mero gozo do espírito. São duas coisas distintas o aspecto prático e o aspecto artístico da linguagem.

  7. TRÊS FACES DA BOA LINGUAGEM: VANDERLAN • Adequação ao assunto pensado; • Certo predicado estético que nos convida a encarar com boa vontade o pensamento exposto; • Adaptação inteligente e sutil ao ideal lingüístico coletivo, o que importa no problema da correção gramatical em seu sentido estrito. O cuidado da correção gramatical evita que se afronte um Sentimento lingüístico enraizado, que o mais das vezes tem uma motivação profunda, mas deve ser atendido mesmo quando decorre de meras convenções mais ou menos arbitrárias.

  8. A LINGUAGEM É IMPORTANTE?

  9. A linguagem é tão importante quanto à comida e a água, até os surdos e mudos precisam dela. Há pessoas que pensam que quando se fala em linguagem está se falando da língua falada. Mas a linguagem é também a escrita, os gestos, os desenhos e os sinais. Sem a linguagem não existiríamos. Pense comigo: os primeiros homens não falavam, mas como eles se comunicavam quando estavam em perigo? Através dos sinais e dos barulhos. Foi assim que eles começaram a se unir e sobreviver aos inúmeros obstáculos que apareciam.

  10. LINGUAGEM, LÍNGUA E FALA

  11. LinguagemÉ resultado da capacidade comunicativa dos seres. É um instrumento que o emissor utiliza para transmitir mensagens. Existem vários tipos de linguagem: mímica, cromática ou das cores, plástica ou das formas, musical ou dos sons e ritmos, telepática ou transmissão direta de pensamentos, falada, escrita, iconográfica. • Língua é um tipo de linguagem. • Falaé uma realização individual, momentânea e insubstituível de uma, entre todas as possibilidades articulatórias que a língua oferece.

  12. NÍVEIS DE FALA E TIPOS DE NORMA

  13. NORMA CULTA OU ERUDITA é a gramática oficial, que determina o que é certo ou errado, como se deve falar e como não se deve agir lingüisticamente. • NORMA COLOQUIAL, COMUM OU POPULAR falada familiarmente por indivíduos de instrução média e superior, despreocupado com a correção de norma culta. • NORMA VULGAR falada por aqueles que têm instrução inferior, ás vezes quase analfabetos ou totalmente. É comum o uso de gírias, termos de baixo calão (expressão grosseira ou obscena), tons exaltados e excessivamente afetivos.

  14. Um exemplo de linguagem vulgar

  15. NORMA CULTA OU ERUDITA ESTOU PREOCUPADO. • NORMA COLOQUIAL, COMUM OU POPULAR  TÔ PREOCUPADO. • NORMA VULGAR  TÔ GRILADO.

  16. “Nóis vai, ele fica”, “eu di um beijo nela”, “Vamo i no mercado”.

  17. VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA A língua não é usada de modo homogêneo por todos os seus falantes. O uso de uma língua varia de época para época, de região para região, de classe social para classe social, e assim por diante. Nem individualmente podemos afirmar que o uso seja uniforme. Dependendo da situação, uma mesma pessoa pode usar diferentes variedades de uma só forma da língua.

  18. VARIAÇÃO DIALETAL A pessoa traz em si uma série de características que se traduzem no seu modo de se expressar: a região onde nasceu, o meio social em que foi criada e/ou em que vive, a profissão que exerce, a sua faixa etária, o seu nível de escolaridade.

  19. OS EXEMPLOS A SEGUIR ILUSTRAM ESSES DIFERENTES TIPOS DE VARIAÇÃO. • A região onde nasceu (variação regional) - aipim, mandioca, macaxeira (para designar a mesma raiz); tu e você (alternância do pronome de tratamento e da forma verbal que o acompanha); vogais pretônicas abertas em algumas regiões do Nordeste; o s chiado carioca e o s sibilado mineiro; • O meio social em que foi criada e/ou em que vive; o nível de escolaridade (no caso brasileiro, essas variações estão normalmente inter-relacionadas (variação social) : substituição do l por r (crube, pranta, prástico); eliminação do d no gerúndio (correndo/correno); troca do a pelo o (saltar do ônibus/soltar do ônibus); • A profissão que exerce (variação profissional): linguagem médica (ter um infarto / fazer um infarto); jargão policial ( elemento / pessoa; viatura / camburão); • A faixa etária (variação etária) : irado, sinistro (termos usados pelos jovens para elogiar, com conotação positiva, e pelos mais velhos, com conotação negativa). • Pelos exemplos apresentados, podemos concluir que há dialetos de dimensão territorial, social/profissional, de idade, de sexo, histórica. Nem todos os autores apresentam a mesma divisão para estas variedades, sobretudo porque elas se superpõem, e seus limites não são bem definidos.

  20. Jessie Quirino Casamento Comício no beco estreito Mané Matuto no cinema

  21. BOA LINGUAGEM CORPORAL • Quando se está em uma entrevista de emprego, agir de forma natural e confiante é tão importante quanto falar bem. • Recrutadores, psicólogos e especialistas concordam que a linguagem não verbal comunica tanto ou até mais que a falada. Por isso, é importante prestar atenção em alguns detalhes se você quer realmente causar uma boa impressão.

  22. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA BOA LINGUAGEM CORPORAL. • Sorrir • Mãos • Postura • Braços • Olhar

  23. “PORTUGUÊS AMERICANIZADO’’ • Algumas palavras em inglês fazem parte do nosso dia a dia de uma forma tão natural que já não sabemos discernir do português. • Algumas derivam do inglês mas não existem nem em Português nem em Inglês. • Deletar – Delete – Apagar , excluir, anular. • Schedular – schedule – Agendar.

  24. BOA LINGUAGEM COMERCIAL • No comércio costuma-se utilizar destas palavras em inglês, como forma de atrair o cliente e inovar as ferramentas de vendas. • 50% Off. – Promoção. • On sale – Promoção. • Entre os empresários de empresas renomadas em nosso País, nota-se a frequência do uso das palavras Americanizado.

  25. BOA LINGUAGEM SENDO UTILIZADA POR UM ADVOGADO: • “É claro que, para levar a cabo tal mister, não se pode utilizar a fala pedante, com dizeres mirabolantes, na qual sobeja a terminologia enrolativa, que vem de encontro à precisão necessária à assimilação do argumento aduzido. A linguagem hermética e "centrípeta" só agrada ao remetente, não ao destinatário. Com efeito, o preciosismo é vício de linguagem marcado pela afetação. Deve-se evitar sacrificar a idéia, fugindo do natural, a fim de causar "impressão", sem lograr transmitir o pensamento com clareza.” • Exemplo: Eles foram editaliciamente citados - Corrigindo: Eles foram citados por edital. Eduardo de Moraes Sabbag - Advogado

  26. BOA LINGUAGEM SENDO UTILIZADA POR UM VENDEDOR AMBULANTE: “Chegue, chegue, Dona Maria, venha ver venha, paga nada não pra ver, só paga se levar viu? Se aprochegue, veja que coisa linda, fica lindo em tu viu? Prove, olhe aqui olhe. Num vá embora nãoooo, volte aqui. Bora dar mais uma olhadinha.” Jurandir – Vendedor ambulante - Natal

  27. ADVOGADO X VENDEDOR AMBULANTE • O êxito na arte do convencimento. • Ambos utilizam de sua boa linguagem para atrair a atenção e convencer o público de que o que eles estão falando é a verdade. • O vendendor de que seu produto é necessário. • O Advogado de que seu cliente é inocente. • Por isso a necessidade de preservar a boa linguagem de ambos. • Cada pessoa ao falar ou ao escrever tem sua maneira própria de se expressar. Trata-se de seu estilo. Fonte: http://www.webartigos.com/articles/42687/1/QUALIDADE-DE-UMA-BOA-LINGUAGEM/pagina1.html#ixzz1Kdma2hr0

  28. “QUEM MUITO FALA, MUITO ERRA E MUITO ENFADA.’’DITADO POPULAR

  29. Conclusão Em rigor, ninguém comete erro em língua, exceto nos casos de ortografia. O que normalmente se comete são transgressões da norma culta. De fato, aquele que, num momento íntimo do discurso, diz: "Ninguém deixou ele falar", não comete propriamente erro; na verdade, transgride a norma culta. Um repórter, ao cometer uma transgressão em sua fala, transgride tanto quanto um indivíduo que comparece a um banquete trajando xortes ou quanto um banhista, numa praia, vestido de fraque e cartola.

  30. REFERÊNCIAS Fonte: • www.webartigos.com • www.cartaforense.com.br • Well Pierre; o corpo fala – a linguagem silenciada da comunicação não verbal; Petropólis, Editora Vozes, 1986. • CAMARA Jr., J. Mattoso. Manual de Expressão Oral e Escrita. Petrópolis: Vozes, 1986

  31. ANEXOS

  32. FIM!