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As origens da tabela Price. Tabela PriceSistema de Srie uniforme de pagamentos por Juro CompostoA tabela Price conhecida por este nome somente no Brasil- A denominao dada por Richard Price foi Tabelas de Juros Compostos conhecida tambm pelo nome de Sistema Francs de Amortizao. Rich
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1. Econ Prime Instituto de Economia e Informa��o
Prof. Msc. Jos� Jorge Meschiatti Nogueira
3. Tabela Price
Sistema de S�rie uniforme de pagamentos por Juro Composto
A tabela Price � conhecida por este nome somente no Brasil-
A denomina��o dada por Richard Price foi Tabelas de Juros Compostos
� conhecida tamb�m pelo nome de Sistema Franc�s de Amortiza��o
4.
Richard Price nasceu na Inglaterra.em 23 de fevereiro de 1723.
Completou sua educa��o em Tenter Ailey, Moorfields, onde adquiriu a instru��o e a influ�ncia de John Eames, que era matem�tico e amigo muito pr�ximo de Isaac Newton.
Em1748, tornou-se Ministro Presbiteriano, Em 1758 publica a Review of the Principal Questions in Morals, que causa o maior impacto na sociedade moralista e conservadora da Inglaterra, porque propunha a revis�o das principais quest�es morais da �poca.
5.
Em 1769, a pedido da Equitable Society da Inglaterra, uma seguradora inglesa, Price publica sua mais famosa obra de estat�stica, voltada para o ramo de seguros, �Northampton Mortality Tables� (T�buas de Mortalidade de Northampton), e essas t�buas serviram para posicionar na forma estat�stica as probabilidades de vida e de morte .
Uma hist�ria curiosa sobre esse trabalho (1) �Price publicou dois artigos sobre o assunto na Philosophical transactions; seu bi�grafo, Carl Cone, relata que os cabelos de Price teriam ficado grisalhos durante urna noite de concentra��o intensa no segundo desses artigos�
Em 1771 seria publicada a obra final sobre o assunto, que viria a ser editada at� 1812, sob o t�tulo Observations on Reversionary Payments (Observa��o Sobre Devolu��o de Pagamentos Revers�veis...). Nessa obra Price explica os Esquemas de Provis�o de Anuidades a Vi�vas e Idosos; o M�todo para C�lculo dos Valores de Seguros de Vida; a D�vida Interna e tamb�m Ensaios sobre Aritm�tica e diferentes Assuntos na Doutrina de Rendas Vital�cias, mas, principalmente, a cole��o das �Tabelas de Juro Composto�, batizada no Brasil como Tabela Price, talvez tenha recebido esse nome por raz�es legais inerentes ao seu pr�prio nome.
1-BERNSTEIN, P. L. Desafio aos deuses: a fascinante hist�ria do risco. 2� edi��o. Rio de Janeiro: Campus.p.129, 1997.
6. As id�ias de Price levaram-no a produziu trabalho sobre a d�vida p�blica Brit�nica
10. A quest�o dos Juros Compostos na tabela Price
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11. O regime de capitaliza��o composta incorpora ao capital n�o somente os juros referentes a cada per�odo, mas tamb�m os juros sobre os juros acumulados at� o momento anterior. � um comportamento equivalente a uma progress�o geom�trica (PG) no qual os juros incidem sempre sobre o saldo apurado no in�cio do per�odo correspondente (e n�o unicamente sobre o capital inicial).
(GONDIM FILHO, J. G. . O ANATOCISMO DOS SISTEMAS DE AMORTIZA��O. IESC. P.5 ,200x)
12.
Reprodu��o do Thesaurus do STJ no que se refere a sin�nimos, ou termos poss�veis, para Juro Composto:
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PESQUISANDO SIN�NIMOS
��Buscar documentos que citam o termo:�Juro Composto�.Para que a pesquisa acima citada seja feita � necess�rio selecionar �Sim� na op��o �Usar Sin�nimos (Thesaurus)� na tela de pesquisa; Ao pesquisar um termo composto, use-o entre aspas para que a busca de Sin�nimos no Thesaurus seja feita corretamente.
Foram encontrados os documentos que citam os termos: �Juro Composto�, �anatocismo�, �capitaliza��o de juro�, �juro capitalizado� e �juro progressivo�.
Fonte: http://www.stj.gov.br/netahtml/jurisp/SOS_PESQUISA_INTERNET.htm
http://www.stj.gov.br/netahtml/jurisp/SOS_PESQUISA_INTERNET.htm, capturado em 14/4/2002.
13. Banco Central do Brasil destacando a Capitaliza��o de Juros na Tabela Price
16. Efeitos da Price no Longo Prazo
17. Hip�tese 1: se �n� for 10; a PMT Price ser� de $1.627,45, o primeiro juro ser� 1.000, e a primeira amortiza��o ser� de 1627,45-1.000 = 627,45. Logo o saldo devedor subseq�ente pela tabela Price corresponder� a 10.000- 627,45=9.372,55 e sobre ele incidir� o juro do m�s subseq�ente sobrando uma parte maior para amortiza��o.
Hip�tese 2: se �n� for 100; a PMT ser� de 1.000,07, o primeiro juro ser� 1000 e a primeira amortiza��o ser� de 1.000,07 -1.000= 0,07. Logo o saldo devedor subseq�ente pela tabela Price corresponder� a 10.000- 0,07=9.999,93. J� podemos observar que ao aumentarmos �n� a amortiza��o vai diminuindo tendendo a zero e o juro n�o se alterou.
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Hip�tese 3: se �n� for 130; a PMT ser� 1.000,00, o primeiro juro ser� 1000 e a primeira amortiza��o ser� de 1.000 -1.000= 0,00, o saldo devedor subseq�ente ser� 10.000 - 0,00=10.000. Note-se que a amortiza��o, neste caso, ser� t�o pr�xima de zero que sequer atinge a menor unidade monet�ria que � o centavo. Nesta situa��o, nunca haver� amortiza��o, uma vez que ao tender a zero a amortiza��o se tornou menor do que a unidade m�nima do dinheiro (centavos), e, se o saldo devedor for igual ao anterior recorrentemente, o Capital devido jamais ser� pago.
�Hip�tese 4: Se �n� for 180, a PMT tamb�m ser� 1.000,00, o primeiro juro ser� tamb�m de 1.000 e a primeira amortiza��o ser� de 1.000 -1.000= 0,00, e o saldo devedor subseq�ente ser� 10.000- 0,00=10.000. Assim, sobre o pr�ximo saldo devedor de 10.000 o juro continuar� a ser 1000 e tamb�m nunca haver� amortiza��o. Note-se que a amortiza��o, neste caso, ser� mais pr�xima de zero do que a hip�tese anterior.
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18. Restri��es dos juros compostos no Brasil
21. DECRETO N� 22.626, DE 7 DE ABRIL DE 1933.
Art. 4�. � proibido contar juros dos juros: esta proibi��o n�o compreende a acumula��o de juros vencidos aos saldos l�quidos em conta corrente de ano a ano. (Rio de Janeiro, 7 de abril de 1933, 112� da Independ�ncia e 45� da Rep�blica.)
23. TIPO DE PROCESSO: Apela��o C�vel N�MERO: 70010179315 �Decis�o: Ac�rd�o
RELATOR: Ad�o S�rgio do Nascimento Cassiano
EMENTA: APELA��ES C�VEIS. SFH. A��O REVISIONAL. 1. CORRE��O PELA TR ADMITIDA. 2. C�LCULO DA CORRE��O E AMORTIZA��O. 3. LIMITA��O DOS JUROS. 4. APLICA��O DA TABELA PRICE E CAPITALIZA��O. 5. REPETI��O DE IND�BITO E REPETI��O EM DOBRO. 6. DESCARACTERIZA��O DA MORA, EXECU��O EXTRAJUDICIAL E INSCRI��O EM CADASTROS DE INADIMPLENTES. 7. DEP�SITOS EFETUADOS. 1. A corre��o monet�ria pela TR � a mesma aplicada para atualiza��o das cadernetas de poupan�a, sendo per... DATA DE JULGAMENTO: 26/04/2006
PUBLICA��O: Di�rio de Justi�a do dia 12/06/2006
4. A aplica��o da Tabela Price � vedada por envolver capitaliza��o proibida dos juros e configurar abusividade e onerosidade excessiva do mutu�rio.
24. Amortiza��o por Juro Simples, Gauss, Sistema Linear Ponderado
Juros simples: O Juro incide somente sobre o Capital
Baseada em uma Progress�o Aritm�tica- P.A. e � dada pela seguinte formula geral
29. F�rmula literal para evolu��o da amortiza��o da d�vida
32. Suponha que se deseje obter o Saldo devedor do exemplo dado depois de paga a 4� Parcela
39. Processo: 0500153-6 Recurso: Apela��o C�vel Relator: Shiroshi Yendo Revisor: Renato Naves Barcellos Julgamento: 16/07/2008 18:18 Ramo de Direito: Civel Decis�o: Unanime Dados da Publica��o: DJ: 7679 Ementa: DECIS�O: ACORDAM os Desembargadores integrantes da D�CIMA SEXTA C�MARA C�VEL DO TRIBUNAL DE JUSTI�A do Estado do Paran�, por unanimidade de votos, em conhecer o recurso de apela��o 1, e dar parcial provimento, e conhecer a apela��o 2, e negar provimento, nos termos do voto do relator. EMENTA: A��O ORDIN�RIA DE REVIS�O CUMULADA COM PEDIDO DE ANTECIPA��O DE TUTELA. SISTEMA FINANCEIRO DE HABITA��O. APELA��O 1. TAXA REFERENCIAL. �NDICE DE CORRE��O DO SALDO DEVEDOR. PACTUA��O. POSSIBILIDADE. PES. CONTRATA��O PARA CORRE��O AS PARCELAS MENSAIS. M�TODO GAUSS. SUBSTITUI��O DA TABELA PRICE. POSSIBLIDADE.REDISTRIBUI��O SUCUMBENCIAL. SUCUMB�NCIA M�NIMA. 1. "Tendo o contrato previsto atualiza��o dos valores devidos pela varia��o da poupan�a, perfeitamente aplic�vel a taxa referencial." (TJPR - 15� CC�v - ApC�v. 346.800-2 - Rel. Des. Hayton Lee Swain Filho - j. 02.08.2006). 2. �. Nesse escopo, adequado se mostra a substitui��o da Tabela Price pelo M�todo de Gauss, o qual nada mais � do que um sistema que permite o c�lculo de juros simples, sem capitaliza��o intr�nseca. (...)" (TJPR - 11� CC�v. - ApC�v 240089-7 - Rel. Des. Gamaliel Seme Scaff - j. 27.11.2006 - DJ 12.01.2007). 3. �PROVIMENTO.
40. Apela��o 7235792300 Relator(a): Pedro Ablas Comarca: S�o Paulo �rg�o julgador: 14� C�mara de Direito Privado Data do julgamento: 03/09/2008 Data de registro: 21/10/2008 Ementa: C�DIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - Aplica��o aos contratos banc�rios - O seu artigo 3o, � 2o, considera servi�o qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remunera��o, inclusive as de natureza banc�ria, financeira, de cr�dito e securit�ria - S�mula n� 297 do E Superior Tribunal de Justi�a COMISS�O DE PERMAN�NCIA - Cobran�a - Possibilidade - Inadmissibilidade, entretanto, ...
Ementa: C�DIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - Aplica��o aos contratos banc�rios - O seu artigo 3o, � 2o, considera servi�o qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remunera��o, inclusive as de natureza banc�ria, financeira, de cr�dito e securit�ria - S�mula n� 297 do E Superior Tribunal de Justi�a COMISS�O DE PERMAN�NCIA - Cobran�a - Possibilidade - Inadmissibilidade, entretanto, de cobran�a cumulada com corre��o monet�ria, com juros remunerat�rios ou com outros encargos morat�rios (juros e multa contratual) - Recurso provido em parte para excluir a cumula��o indevida de encargos. REVISIONAL ? Tabela Price ? Utiliza��o que implica na pr�tica de anatocismo - Ilegalidade configurada - Determina��o de recalculo do saldo devedor desde origem, pelo m�todo de Gauss
42. Precedentes contra a UNI�O - CEF em d�vida P�blica � Anatocismo.