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A MALEDIC NCIA

xiujuan
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A MALEDIC NCIA

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Presentation Transcript


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    9. 9 CENSURA LANADA SOBRE A CONDUTA DE OUTREM PODE TER DOIS MOTIVOS: REPRIMIR O MAL; OU DESACREDITAR A PESSOA CUJOS ATOS SE CRITICAM; ESTE LTIMO MOTIVO NO TEM JAMAIS DESCULPA, PORQUE DA MALEDICNCIA E DA MALDADE. O PRIMEIRO PODE SER LOUVVEL, E TORNA-SE MESMO UM DEVER EM CERTOS CASOS, UMA VEZ QUE DISSO DEVE RESULTAR UM BEM, E SEM ISSO O MAL NO SERIA JAMAIS REPRIMIDO NA SOCIEDADE;

    10. 10 20. SER REPREENSVEL OBSERVAR AS IMPERFEIES DOS OUTROS, QUANDO DISSO NO PODE RESULTAR NENHUM PROVEITO PARA ELES, QUANDO NO SEJAM DIVULGADAS? TUDO DEPENDE DA INTENO; CERTAMENTE, NO PROIBIDO VER O MAL QUANDO O MAL EXISTE; HAVERIA MESMO INCONVENIENTE EM NO VER POR TODA PARTE SENO O BEM: ESSA ILUSO PREJUDICARIA O PROGRESSO. O ERRO EST EM FAZER RESULTAR ESSA OBSERVAO EM DETRIMENTO DO PRXIMO, DEPRECIANDO-O SEM NECESSIDADE NA OPINIO PBLICA.

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    12. 12 ARMA PERIGOSA, EST AO ALCANCE DE QUALQUER PESSOA, EM QUALQUER IDADE, E MUITO FCIL US-LA: BASTA TER UM POUCO DE MALDADE NO CORAO.

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    16. 16 JESUS ADVERTE QUE O MALDIZENTE FATALMENTE SER VTIMA DA MALEDICNCIA.

    17. 17 ANTES DE FALARDES ACONSELHA UM SBIO MESTRE ESPIRITUAL , TENDE O CUIDADO DE EXAMINAR SE AQUILO QUE IDES DIZER SATISFAZ A ESTES TRS REQUISITOS: SER VERDADEIRO, AGRADVEL E ANIMADOR; DO CONTRRIO, DEIXAI-VOS FICAR CALADOS.

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    19. 19 ADMINISTRAO, POLTICA, NEGCIOS, RELIGIO, FESTAS SOCIAIS, PARENTELA ETC., TUDO SERVE PARA CONDUZIR-NOS AOS FALATRIOS TORNO DE NOSSOS SEMELHANTES. EIS QUE NUNCA FALTAM JUDAS PARA SEREM MALHADOS.

    20. 20 AINDA QUE NS MESMOS TENHAMOS TIDO OPORTUNIDADE DE PRESENCIAR CERTAS CENAS OU EPISDIOS QUE NOS PAREAM COMPROMETEDORES, MANDA A PRUDNCIA NOS ABSTENHAMOS DE COMENT-LOS.

    21. 21 O EVANGELHO, QUE UM MAGNFICO TRATADO DA CINCIA DE BEM VIVER, REPROVA A MALEDICNCIA, O MEXERICO, AS MURMURAES E SEMELHANTES, INSTRUINDO-NOS, POR OUTRO LADO, COMO EMPREGAR NOBREMENTE O DOM DA PALAVRA.

    22. 22 I. OS MITOS DA MALEDICNCIA. 1) MALEDICNCIA COISA DE MULHERES. NADA MAIS LONGE DA VERDADE. A NICA DIFERENA QUE OS HOMENS CHAMAM-NA DE CONVERSA FIADA, BATE PAPO OU AINDA, RESOLVER UM ASSUNTO.

    23. 23 2) O SEGUNDO MITO QUE SE A INFORMAO VERDADEIRA PODEMOS PASS-LA ADIANTE. A QUESTO NO SE VERDADEIRA, MAS SE EDIFICA.

    24. 24 3) UM TERCEIRO MITO ESTE PROBLEMA PRECISA DE MUITA ORAO. 4) UM QUARTO E LTIMO MITO QUE AS PESSOAS S QUAIS EU CONTO NUNCA VO LEVAR ADIANTE.

    25. 25 II. AS RAZES DA MALEDICNCIA 1) CURIOSIDADE: H UMA CURIOSIDADE NATURAL NO SER HUMANO POR NOVIDADES, E NEM SEMPRE ESTA CURIOSIDADE BOA E CONSTRUTIVA. WILL ROGERS IRONIZOU DIZENDO QUE AS PESSOAS S NO GOSTAM DE FOFOCAS QUANDO SO A RESPEITO DELAS MESMAS

    26. 26 2) OCIOSIDADE: PESSOAS COM TEMPO DE SOBRA TM TENDNCIA DE SE ENVOLVER EM CONVERSAS QUE NO EDIFICAM. 3) INVEJA : O HISTORIADOR WILL DURANT DISSE QUE FALAR MAL DOS OUTROS UMA MANEIRA DESONESTA DE NOS ELOGIARMOS.

    27. 27 4) AMARGURA. (PV 10:12; 30:33; HB. 12:15). UM MEXERICO UM MEIO USADO COMO VLVULA DE ESCAPE NATURAL DE UM ESPRITO FERIDO. A AUSNCIA DE PERDO ABRE A PORTA PARA UM ESPRITO VINGATIVO, E A MANEIRA MAIS FCIL E RPIDA PARA MATARMOS ALGUM DESTRUINDO SUA IMAGEM PERANTE OUTRAS PESSOAS.

    28. 28 5) MEDO (NM 14:9-10). NOSSO MEDO DE PERDER POSIO, DE NO SERMOS RECONHECIDOS OU QUANDO SENTIMOS QUE NOSSA SEGURANA EST AMEAADA, REAGIMOS ATACANDO O CARTER DE ALGUM.

    29. 29 TODA PESSOA NO SUFICIENTEMENTE REALIZADA EM SI MESMA TEM A INSTINTIVA TENDNCIA DE FALAR MAL DOS OUTROS. QUAL A RAZO LTIMA DESSA MANIA DE MALEDICNCIA? UM COMPLEXO DE INFERIORIDADE UNIDO A UM DESEJO DE SUPERIORIDADE. SER QUE DIMINUIR O VALOR DOS OUTROS D-NOS A GRATA ILUSO DE AUMENTAR O NOSSO VALOR PRPRIO?

    30. 30 ESSES HOMENS JULGAM NECESSRIO APAGAR AS LUZES ALHEIAS A FIM DE FAZEREM BRILHAR MAIS INTENSAMENTE A SUA PRPRIA LUZ. SO COMO VAGA LUMES QUE NO PODEM LUZIR SENO POR ENTRE AS TREVAS DA NOITE. QUEM TEM BASTANTE LUZ PRPRIA NO NECESSITA APAGAR OU DIMINUIR AS LUZES DOS OUTROS PARA PODER BRILHAR. QUEM TEM VALOR REAL EM SI MESMO NO NECESSITA MEDIR O SEU VALOR PELO DESVALOR DOS OUTROS.

    31. 31 FALAR MAL DAS MISRIAS ALHEIAS UM PRAZER TO SUTIL E SEDUTOR . A PALAVRA INSTRUMENTO VALIOSO PARA O INTERCMBIO ENTRE OS HOMENS. ELA, PORM, NEM SEMPRE TEM SIDO UTILIZADA DEVIDAMENTE. POUCOS SO OS HOMENS QUE SE VALEM DESSE PRECIOSO RECURSO PARA CONSTRUIR ESPERANAS, BALSAMIZAR DORES E TRAAR ROTAS SEGURAS.

    32. 32 FALA-SE MUITO POR FALAR, PARA MATAR TEMPO. A PALAVRA, NO POUCAS VEZES, CONVERTE-SE EM ESTILETE DA IMPIEDADE, EM LMINA DA MALEDICNCIA E EM BISTURI DA REVOLTA. SEMELHANTES A GOTAS DE LUZ, AS BOAS PALAVRAS DIRIGEM CONFLITOS E RESOLVEM DIFICULDADES. FALANDO, ESPRITOS MISSIONRIOS REFORMULARAM OS ALICERCES DO PENSAMENTO HUMANO.

    33. 33 H QUEM PRONUNCIE PALAVRAS DOCES, COM LBIOS ENCHARCADOS PELO FEL. H AQUELES QUE FALAM MEIGAMENTE, CHEIOS DE IRA E DIO. SO ENFERMOS EM DEMORADO PROCESSO DE REAJUSTE. PORTANTO, CABE S PESSOAS LCIDAS E DE BOM SENSO, NO DAR ENSEJO PARA QUE O VENENO DA MALEDICNCIA SE ALASTRE, INFELICITANDO E DESTRUINDO VIDAS.

    34. 34 DESCULPEMOS A FRAGILIDADE ALHEIA, LEMBRANDO-NOS DAS NOSSAS PRPRIAS FRAQUEZAS. EVITEMOS A CENSURA. A MALEDICNCIA COMEA NA PALAVRA DO REPROCHE INOPORTUNO. SE DESEJAMOS EDUCAR, REPARAR ERROS, NO OS ABORDEMOS ESTANDO O RESPONSVEL AUSENTE. TODA A PALAVRA TORPE, COMO QUALQUER CENSURA CONTUMAZ, FAZ-SE HBITO NEGATIVO QUE CULMINA POR ENVILECER O CARTER DE QUEM COM ISSO SE COMPRAZ.

    35. 35 ENRIQUEAMOS O CORAO DE AMOR E BANHEMOS A MENTE COM AS LUZES DA MISERICRDIA DIVINA. PORQUE, DE ACORDO COM O EVANGELHO DE LUCAS, A BOCA FALA DO QUE EST CHEIO O CORAO. (TEXTO EXTRADO DO LIVRO A ESSNCIA DA AMIZADE HUBERTO ROHDEN* EDITORA MARTIN CLARET).

    36. 36 www.luzdoespiritismo.com

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