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Presentation Transcript

  1. AUDITORIA AMBIENTAL Profa.: Ms. Helaine Resplandes

  2. AUDITORIA AMBIENTAL CONCEITO: • “Processo de verificação documentado e sistemático para obter e avaliar objetivamente evidências para determinar se atividades, eventos, condições, sistemas de gerenciamento ou outras informações relativas ao meio ambienteestão em conformidade com os critérios do sistema de gestão, além de comunicar os resultados desse processo ao cliente”.

  3. Tipologia da Auditoria Ambiental

  4. ACREDITADORES CERTIFICADORES ANSI-RAB BVQI UKAS ABS ORGANIZAÇAO FORNECEDOR CLIENTE EXTERNA SEGUNDA PARTE SEGUNDA PARTE INMETRO FCAV TERCEIRA PARTE INTERNA PRIMEIRA PARTE

  5. Como a Certificação é concebida? • Através de avaliações conduzidas por Auditores qualificados; • E pela verificação da conformidades do sistema de gestão implantado com os critérios das normas: NBR ISO 9001:2008; NBR ISO 14001:2004; OHSAS 18001:2007 e outras. • É valida por 3 anos; • Atesta conformidades com os requisitos normativos para partes interessadas, internas e externas; • Permite à empresa certificada utilizar o logo do organismo acreditador/e certificador, conforme contratado.

  6. Algumas características das auditorias • Auditorias são caras; • Auditorias devem ser bem planejadas; • Auditorias não devem ser “de surpresa”; • Sempre ajuste as datas de forma conveniente para ambas as partes.

  7. Como auditar um Sistema • Mapear o Sistema: • Processos; • Entradas e Saídas; • Controles; • Interações. • Estabelecer um Programa.

  8. ETAPAS DE UMA AUDITORIA

  9. AUDITORIA AMBIENTAL ETAPAS Planejamento da Auditoria Preparação da Auditoria Execução da Auditoria Resultados das Auditoria Acompanhamento Pós- auditoria

  10. Conforme a Norma NBR ISO 19011/02 1 – Objetivo e Campo de Aplicação; 2 – Referencias Normativas; 3 – Termos e Definições; 4 – Princípios da auditoria (abordagem baseada em evidência); 5 – Gerenciando um programa de auditoria (deve ser elaborado um programa de auditoria para planejar e organizar a auditoria, alem de fornecer os recursos para conduzi-la eficaz e eficientemente dentro do tempo determinado).

  11. Conforme a Norma NBR ISO 19011/02 6 – Atividades de auditoria No item 6 a referida norma explica a maneira como deve: iniciar, realizar a análise crítica dos documentos, preparar o plano, conduzir as atividades locais, preparar, aprovar e distribuir os relatórios, concluir e conduzir as ações de acompanhamento de auditoria. 6.1- Generalidades: (resumo das etapas da auditoria)

  12. 6. 2 – INICIANDO A AUDITORIA 6.2.1 – Designando o líder da equipe da auditoria • Convém que aqueles designados com a responsabilidade para gerenciar o programa de auditoria escolham o líder da equipe de auditoria para uma auditoria específica. • 6.2.2 – Definindo objetivos, escopo e critérios de auditoria • Objetivo da auditoria; • Escopo: abrangência e limites; • Critérios: procedimentos aplicaveis.

  13. 6. 2 – INICIANDO A AUDITORIA 6.2.3 – Determinando a viabilidade da auditoria • Convém que a viabilidade da auditoria seja determinada pela disponibilidade de: • Informações suficientes e apropriadas para planejar a auditoria; • Cooperação adequada do auditado; • Tempo e recursos adequados. Obs: onde a auditoria é inviável, propõe outra alternativa ao cliente!

  14. 6. 2 – INICIANDO A AUDITORIA 6.2.4 – Selecionando a equipe da auditoria • Quando a auditoria for declarada viável, convém que uma equipe da auditoria seja selecionada levando em conta a competência necessária para alcançar os objetivos da auditoria. • Identificação do conhecimento e das habilidades necessárias para alcançar os objetivos da auditoria; • Seleção dos membros da equipe da auditoria de modo que todo o conhecimento e as habilidades necessárias, isso pode ser atendido através da inclusão de especialistas; • Auditores em treinamento podem ser incluídos, mas não pode auditar sem orientação.

  15. Tamanho da equipe • Auditorias com apenas um Auditor não são recomendadas; • Equipes de 2 a 3 pessoas é o ideal; • Benefícios do trabalho em equipe são: • Mais experiências e conhecimentos técnico; • Melhor foco em áreas específicas; • Sinergia/ discussão de ideias.

  16. 6. 2 – INICIANDO A AUDITORIA 6.2.5 – Estabelecendo contato inicial com o auditado • O contato inicial pode ser informal ou formal, mas convém que seja estabelecido pelos designados com a responsabilidade para gerenciar o programa de auditoria. O objetivo do contanto inicial é: • Estabelecer canais de comunicação com o representante do auditado; • Confirmar a autoridade para conduzir a auditoria;

  17. 6. 2 – INICIANDO A AUDITORIA 6.2.5 – Estabelecendo contato inicial com o auditado • Fornecer informações sobre a duração proposta para a auditoria e a composição da equipe da auditoria; • Pedir acesso a documentos pertinentes, inclusive registros; • Definir as regras de segurança aplicáveis ao local; • Fazer arranjos para a auditoria, e • Concordar com a participação de observadores e a necessidade de guias para a equipe da auditoria.

  18. No planejamento das Auditorias devemos considerar: • Razão social, registros e licenciamento pertinentes a unidade auditada; • Organograma gerencial com identificação de responsabilidades; • Mercado em que a unidade opera;; • Planta da unidade auditada; • Fluxograma do processo produtivo; • Registro e inventário de poluentes (líquido, sólidos, gasosos e radioativos), ruídos, vibrações e odores. • Registro de acidentes; • Relação de insumos utilizados;

  19. 6. 3 – REALIZANDO ANÁLISE CRÍTICA DE DOCUMENTOS • Antes do início das atividades in loco a documentação da empresa deve ser analisada criticamente para determinar a conformidade do sistema; • Em algumas situações, uma visita preliminar ao local pode ser realizada para se adquirir uma adequada visão geral das informações disponíveis; • Se a documentação for considerada inadequada, o líder da equipe dever informar ao cliente e analisar se convém que a auditoria continue ou seja suspensa.

  20. PREPARAÇÃO DA AUDITORIA

  21. 6. 4 – PREPARANDO AS ATIVIDADES DE AUDITORIA 6.4.1 – Preparando o plano da auditoria • Convém que o líder da equipe da auditoria prepare um plano de auditoria que forneça a base para um acordo entre o cliente da auditoria, a equipe da auditoria e o auditado, relativo a realização da auditoria. Convém que o plano facilite a programação e a coordenação das atividades da auditoria. • Convém que o plano de auditoria inclua o seguinte: • Os objetivos da auditoria;

  22. 6. 4 – PREPARANDO AS ATIVIDADES DE AUDITORIA • O critério de auditoria e qualquer documento de referência; • O escopo da auditoria, inclusive a identificação das unidades organizacionais a serem auditadas; • As datas e lugares onde as atividades de auditoria no local serão realizadas; • O tempo esperado e duração de atividades de auditoria no local, inclusive reuniões com a direção do auditado e reuniões da equipe da auditoria; • A alocação de recursos apropriados para áreas criticas da auditoria.

  23. Responsável Data: Planejamento de auditorias internas - Ano Exemplos (1) de Plano da Auditoria Processo/Departamento a ser auditado Auditores Data da Auditoria

  24. Exemplo (2) de Plano da Auditoria

  25. Notificação da auditoria: • Fazer com antecedência; • Formalizar por escrito; • Informar: • Propósito e escopo da Auditoria; • Objetivos; • Programação; • Equipe Auditora.

  26. 6. 4 – PREPARANDO AS ATIVIDADES DE AUDITORIA 6.4.2 – Designando trabalho para a equipe da auditoria • Convém que o líder da equipe da auditoria designe responsabilidades a cada membro da equipe para auditar processos específicos, funções, locais, áreas ou atividades. • Lembrando: • Competência e habilidade do auditor;

  27. 6. 4 – PREPARANDO AS ATIVIDADES DE AUDITORIA 6.4.3 – Preparando documentos de trabalho • Convém que os membros da equipe da auditoria analisem criticamente as informações pertinentes as suas tarefas de auditoria e preparem, se necessário, documentos de trabalho para referencia e para registro dos progressos da auditoria. Os documentos podem incluir: • Listas de verificações; • Formulários para registros de informações, tais como evidencias, constatações da auditoria e registros de reuniões.

  28. Objetivos da Lista de Verificação (Check list): • Ajudar a memória; • Assegurar / cobrir todos os temas e pontos de controle; • Assegurar profundidade e continuidade da Auditoria; • Ajudar na administração do tempo; • Organizar as anotações; • Prover meios de documentar as investigaçoes.

  29. Lembre-se: • As check-lists devem ser especificas para cada Sistema de Gestão; • As check-lists devem ser preparadas utilizando a documentação do SGA; • Fazê-las de maneira que sejam de fácil uso, com formato lógico e que permitem flexibilidade; • Evitar check-list detalhada.

  30. Exemplo (1) da Lista de Verificação:

  31. Exemplo (2) da Lista de Verificação:

  32. EXECUÇÃO DA AUDITORIA

  33. AUDITORIA AMBIENTAL EXECUÇÃO DA AUDITORIA Reunião de Abertura Investigação Reunião da equipe de Auditoria Reunião de Encerramento Relatório de Auditoria

  34. 6. 5 – CONDUZINDO ATIVIDADES DE AUDITORIA NO LOCAL 6.5.1 – Conduzindo a reunião de abertura Como proceder: • Apresentar a Equipe de Auditoria; • Informar os Objetivos da Auditoria; • Comentar sobre a Metodologia aplicada; • Conhecer os auditados e estabelecer canais de comunicação; • Validar a programação/agenda e ajustá-la, se necessário.

  35. 6.5.1 – Conduzindo a reunião de abertura • Por que fazê-la: • Para evitar problemas de comunicação e gerar confiança. • Como fazer: • Através de exposição em reunião. • Quando fazer: • Na data e hora determinada em conjunto com o representante da direção e o Auditor Líder.

  36. 6.5.1 – Conduzindo a reunião de abertura • Quem faz: • O Auditor líder comanda a reunião em presença dos responsáveis envolvidos e, quando possível dos auditados agendados. • Auditor líder deve evitar: • Os assuntos delicados; • Frases tristes; • As desculpas; • As situações de inferioridades.

  37. 6. 5 – CONDUZINDO ATIVIDADES DE AUDITORIA NO LOCAL 6.5.2 – Comunicação durante a auditoria • Convém que o líder da equipe da auditoria se comunique periodicamente para trocar informações, avaliar o progresso da auditoria, e distribuir o trabalho entre os membros da equipe da auditoria conforme necessário.

  38. 6. 5 – CONDUZINDO ATIVIDADES DE AUDITORIA NO LOCAL 6.5.3 – Funções e responsabilidades de guias e observadores • Guias e observadores podem acompanhar a equipe de auditoria, mas não são parte dela. Convém que eles não influenciem ou interfiram na realização da auditoria. Suas responsabilidade são:

  39. 6. 5 – CONDUZINDO ATIVIDADES DE AUDITORIA NO LOCAL • Assegurar que regras relativas á segurança no local e procedimentos de segurança sejam conhecidos e respeitados pelos membros da equipe; • Testemunhar a auditoria em nome do auditado; • Fornecer esclarecimento ou ajuda na coleta de informações.

  40. 6. 5 – CONDUZINDO ATIVIDADES DE AUDITORIA NO LOCAL 6.5.4 – Coletando e verificando informações • Buscar informações relativas a funções, atividades e processos; • Somente as informações que são verificáveis podem ser evidencia de auditoria e elas devem ser registradas;

  41. Técnicas de Auditoria: • Não deixe os problemas guiarem a Auditoria – use a checklist como guia; • Obtenha uma visão completa do problema; • Conduza as entrevistas; • Quando um problema não for significante, continue adiante; • Documente tudo o que for examinado;

  42. Como melhorar a comunicação: • O auditor deve transmitir todas as solicitações de informações (perguntas) de forma clara; • O auditor deve ouvir as respostas atentamente; • A informação deve ser retransmitida do auditor para o auditado de modo a indicar como a resposta foi interpretada (feedback); • Caso o auditado não concorde com a resposta retransmitida, o ciclo acima deve ser repetido até esclarecer a pergunta inicial.

  43. Linguagem do corpo – O corpo fala: • Formas de comunicação física. • Evitar: • Contato “rude” com os olhos (encarar); • Estalar os dedos; • Olhos arregalados; • Movimento de pernas e de braços, entre outros.

  44. Linguagem Auditiva – Problemas: • Assunto desinteressante; • Atenção concentrada na avaliação de quem fala e não no assunto; • Envolvimento emocional; • Ouvir os fatos e não as idéias; • Falta de atenção; • Distração; • Evitar assuntos complexos; • Fugas periódicas.

  45. HABILIDADES PARA OUVIR ATENTAMENTE • Confirmar a resposta • É isso mesmo que você está dizendo? • Espera • Ter certeza de que o auditado acabou. • Não interromper • Não seja impaciente. • Resumir a resposta • Corrige qualquer mal entendido.

  46. TIPOS DE QUESTOES: • Confirmar a resposta • É isso mesmo que você está dizendo? • Espera • Ter certeza de que o auditado acabou. • Não interromper • Não seja impaciente. • Resumir a resposta • Corrige qualquer mal entendido.

  47. As sete questões utilizadas pelo auditor: • Como? Quem? • De que modo. As pessoas. • O quê? Por quê? • O fato. Os motivos. • Quando? Mostre-me • O tempo. A evidência. • Onde? • O lugar.

  48. O comportamento do auditor durante a execução. • Realizar avaliação in-loco; • Comprovar as informações verbais; • Certificar-se dos fatos antes da conclusões; • Mostrar organização; • Dirigir-se as pessoas responsáveis pelas atividades; • Seguir a orientação do auditor líder; • Não interromper os serviços em execução.

  49. Durante a auditoria, não confie na memória: • Seja sistemático ao efetuar as anotações; • Não tenha pressa ao escrever, faz parte do seu trabalho tomar notas; • Ordene as anotações de forma lógica.

  50. Nunca esqueça de registrar: • Que documentação verificou, título, número e outros dados pertinentes; • Que produtos/ processos foram verificados; • Qual equipamento, os dados necessários para verificar se o mesmo foi calibrado; • Local onde você esteve e com quem falou.