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Epagri Estrutura e gestão técnica

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Epagri Estrutura e gestão técnica

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Presentation Transcript

  1. Epagri Estrutura e gestão técnica Léo Teobaldo Kroth, Dr. Analista de Pesquisa e Extensão Gerência de Extensão Rural e Pesqueira Governo do Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Ruralde Santa Catarina

  2. O que é? • Como atua? • Como interage: • com o meio? • com as pessoas? • com as entidades? • Como está estruturada? • Como faz seu planejamento? Epagri Epagri

  3. 1975 1991 Acaresc 1956/57 Epagri 1969 1975 1975 2005 20 de novembro de 1991

  4. Art. 1º A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - Epagri, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, é uma empresa pública estadual, com personalidade jurídica de direito privado, sob a forma de sociedade por ações. Art. 2º A Epagri tem por objetivos: Executar a política estadual de geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal, pesqueira e de assistência técnica e extensão rural; Promover o desenvolvimento autossustentado da agropecuária no Estado. Regimento interno Regimento interno

  5. Conhecimento, tecnologia e extensão para o desenvolvimento sustentável do meio rural, em benefício da sociedade Missão Missão

  6. Buscar a competitividade da agricultura catarinense frente a mercados globalizados, adequando os produtos às exigências do consumidor • Promover a preservação, recuperação, conservação e utilização racional dos recursos naturais • Promover a melhoria da qualidade de vida no meio rural e pesqueiro Objetivos Objetivos

  7. Caracterização organizacional • Caracterização organizacional Sede - Florianópolis

  8. Empregados = 1979 + 28 Nível superior = 789 + 28 • Graduação= 308 + 28 • Especialistas = 194 • Mestres = 173 • Doutores = 114 Extensionistas = 657 + 28 • 385 nível superior + 28 • 272 nível médio Pesquisadores = 165 Administrativos nível médio = 421 Operacional de serviços = 353 Operacional técnico = 416 Quadro Funcional Quadro Funcional* *fevereiro/2014

  9. Organograma

  10. Estrutura Organizacional Matricial da Epagri Assembleia Geral Níveis: Conselho Fiscal Conselho de Administração Eleição pelos funcionários Lei 1.178 – 21/12/1994 - Art. 4º – II – Constituição SC Processo conduzido pela Faper Político Diretoria Executiva Presidente Legenda: Ligação hierárquica Ligação funcional Staff/Assessoria Ligação técnica GABGabinete Presidência AJUAssessoria Jurídica OUVOuvidoria ASIAssessoria Imprensa Estratégico NITNúcleo de Inovação Tecnológica AUDAuditoria Interna Diretores GPATGerência de Planejamento e Articulação Técnica GEFGerência Financeira GOPGerência Operacional GINGerência de Informação GERPGerência de Extensão Rural e Pesqueira GGPGerência de Gestão de Pessoas GMCGerência de Marketing e Comunicação GPIGerência de Pesquisa e Inovação Tático Unidade de Pesquisa Gerência Regional Operacional Campo Experimental Centro de Treinamento Escritório Municipal Macroprogramas Programas Projetos

  11. Diretoria Executiva Chefia de Gabinete Assessoria Imprensa Ouvidoria Diretoria Executiva Assessoria Jurídica Auditoria Interna NIT Presidente Diretoria de Extensão Rural e Pesqueira Diretoria Executiva Diretoria de Pesquisa Diretoria de Administração e Finanças Diretoria de Desenvolvimento Institucional

  12. Gerências Estaduais Gerências Estaduais

  13. Criar e produzir a comunicação social, marketing, as relações públicas, a promoção, a difusão, a editoração, os serviços gráficos, a arte-finalização e a comercialização de produtos e serviços; Produzir, gerir e avaliar os conteúdos relacionados com a comunicação social destinados ao rádio, à televisão e à imprensa escrita, em forma de texto, imagem e áudio; Produção de audiovisuais e imagens; Produzir, gerir e avaliar os serviços gráficos; Editar a RAC. Gerência de Comunicação e Marketing - GMC - Gerência de Comunicação e Marketing GMC

  14. Administrar sistema de informações e os aplicativos; Biblioteca estadual integrada com unidades regionais, serviço de comutação bibliográfica e disponibilização de acervos; Estruturar e manter uma rede estadual de TI; Gestão da tecnologia da informação; Promover o treinamento na área de informação; Política de TI da empresa; As atividades de suporte; Plano Diretor de TI. Gerência de Informações - GIN - Gerência de Informações GIN

  15. Tesouraria, prestação de contas e contabilidade; Execução financeira e orçamentária; Elaborar as prestações de contas de recursos repassados das diferentes fontes e respectivos programas e projetos, bem como orientar as unidades da Empresa sobre a correta aplicação deles; Executar a escrituração contábil, a elaboração de balanços, os relatórios contábeis e financeiros, as prestações de contas e as conciliações bancárias mantendo e realizando o acompanhamento financeiro de convênios, contratos e ajustes; Elaborar anualmente a declaração de imposto de renda e outros instrumentos legais e prestar informações mensais ao Tribunal de Contas; Gerência Financeira - GEF - Gerência Financeira GEF

  16. Gerência de Operações - GOP - Aquisição de materiais e serviços, em conformidade com a legislação pertinente; Controle dos bens patrimoniais, de acordo com legislação vigente; Atividades de administração dos transportes; Recebimento, registro, movimentação e expedição de correspondências e documentos; Atividades administrativas, operacionais e de manutenção das instalações, máquinas e aparelhos, limpeza e conservação, vigilância, recepção, acesso e circulação de visitantes, reprografia, telefonia e compra de passagens aéreas e terrestres. Gerência de Operações GOP

  17. Propor, coordenar e executar a Política de Pessoal da Empresa; • Planejar, coordenar, executar, acompanhar e avaliar atividades de: • Desenvolvimento de pessoal: • Recrutamento, seleção, incorporação e integração; • Movimentação e desligamento; • Acompanhamento e avaliação de desempenho; • Programas de Capacitação Contínua e de Pós-Graduação; • Programa de estágio. • Administração de Pessoal: • Banco de dados de pessoal; • Cadastro, documentação funcional e registros em carteira; • Controle e organização do arquivo de documentos sujeitos à fiscalização; • Controle de férias, licença especial e outros benefícios; • Folha de pagamento e recolhimento de encargos sociais; • Administração do Plano de Cargos e Salários. • Bem-estar social • Coordenar programas de saúde, previdência complementar, prevenção de riscos ambientais, de saúde ocupacional e assistência social. • Gerência de Gestão de Pessoal • - GGP - • Gerência de Gestão de Pessoal • GGP

  18. Principaisatribuições Gestão da Inovação Projetos especiais Propriedade Intelectual Desenvolvimento de Pessoal Gerência de Pesquisa e Inovação - GPI - Gerência de Pesquisa e Inovação GPI • Monitorar a execução de projetos especiais de P&I; • Coordenar e monitorar a execução do PGE e PAC; • Colaborar na geração e captação de recursos financeiros; • Subsidiar outras gerências: PAT, PPA, orçamento, política editorial, etc.. • Coordenar a política de Propriedade Intelectual da Epagri; • Lei Catarinense de Inovação – royalties, patentes, direitos autorais; • NIT (Conforme lei de Inovação). • Avaliar os candidatos para ingresso no programa de pós-graduação; • Propor áreas prioritárias de capacitação técnica. • Avaliação das propostas de projetos de pesquisa; • Monitorar e avaliar a execução técnica e financeira de projetos de pesquisa ; • Avaliar as unidades de pesquisa; produção e prestação de serviços; • Relatórios das atividades de P&I; • Necessidades de infraestrutura; • Contratos e convênios de P&I.

  19. Gerência de Planejamento e Articulação Técnica - GPAT - • Principais atribuições • Ações Estratégicas • Acompanhamento e Avaliação Institucional • Planejamento Técnico, Operacional e Orçamento • Organização , Desenvolvimento e Modernização Institucional • Plano Estratégico da Epagri (cenários, diretrizes institucionais, prospecção de demandas, projetos estratégicos, PGE – pesquisa e extensão, etc..). • Avaliação de resultados institucionais; • Balanço Social; • Relatórios institucionais anuais (governos do estado e municipal, instituições patrocinadoras e financiadoras, parceiros, etc..). • Coordenação dos processos de planejamento institucional (PPA, PAT); • Orçamento; • Revisão do modelo de planejamento técnico. • Estudo, adequação e desenvolvimento de ferramentas de gestão (melhoria do SITI – sistema de informações técnicas); • Análise e avaliação dos processos (identificação, mapeamento e gestão dos processos) Gerência de Planejamento e Articulação Técnica - GPAT

  20. Principais atribuições • Gestão do relacionamento • Gestão do conhecimento • Gestão de processos • Desenvolvimento de pessoal Gerência de Extensão Rural e Pesqueira - GERP - • Identificação e descrição das boas praticas; • Transferência de tecnologias; • Organização, capacitação / formação profissional técnica e gerencial dos produtores; • Socialização das informações e do conhecimento. • Assessorar a elaboração de projetos de ATER; • Acompanhar e avaliar a execução dos projetos de ATER; • Subsidiar outras gerências (PAT, PPA, orçamento, etc.); • Propor diretrizes técnicas de ATER; • Acompanhar a execução de políticas públicas. • Implementar, monitorar e avaliar cursos de pós-graduação; • Propor áreas prioritárias de capacitação técnica; • Capacitação técnica (inicial e contínua). • Identificação de demandas e necessidades; • Prefeituras municipais; • Lideranças; • Instituições representativas; • Agricultores familiares; • Agroindústrias; • Parceiros (bancos, universidades, MDA, MAPA, MAP, etc..); • Construção de redes. Gerência de Extensão Rural e Pesqueira GERP

  21. Estrutura organizacional Estrutura organizacional - Unidades de Gestão Técnica 23 Gerências Regionais 291 Escritórios Municipais

  22. 4 2 Unidades de Pesquisa 1 6 10 3 E.E. Videira E.E. Caçador E.E. Campos Novos E.E. Canoinhas E.E. Ituporanga E.E. Itajaí E.E. Urussanga E.E. Lages E.E. São Joaquim Cepaf- Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar Cedap- Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca Ciram- Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia Cepa- Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola 11 5 12 13 8 Unidades de Pesquisa 9 7 9 Estações Experimentais 4 Centros Especializados

  23. Ituporanga Estações Experimentais Urussanga Lages Itajaí

  24. São Joaquim Canoinhas Estações Experimentais Campos Novos Videira Caçador

  25. Cepa Centros Especializados Cedap Cepaf

  26. 6 13 Centros de Treinamento 1 8 4 2 7 3 5 Centros de Treinamento 9 São Miguel do Oeste Chapecó Concórdia Videira Campos Novos Canoinhas Agronômica Itajaí Florianópolis Tubarão Araranguá São Joaquim Joinville 12 10 11 13 Centros de Treinamento

  27. Cetre Cetresmo Centros de Treinamento Cetrag Cetrevi

  28. Cetuba Cetrecampos Centros de Treinamento Cetreville Cetrec Cetrar

  29. Cetrédia Cetrejo Centros de Treinamento Cetrei Cetrecan

  30. Unidade de Gestão Técnica - UGT - Espaço de planejamento em que um conjunto de características de ordenamento político-administrativo, além de critérios de ordem edafoclimática, geográfica, ambiental e socioeconômica, permitem a reunião de recursos e infraestrutura da Epagri para, através de ações da pesquisa, da extensão rural e da qualificação profissional, promover o desenvolvimento rural e pesqueiro sustentável, que se caracteriza por ser mais endógeno e equitativo. UGT - Unidade de Gestão Técnica

  31. UGT - Unidade de Gestão Técnica

  32. Prioridades das UGTs Prioridades das UGTs

  33. O comitê é composto pelos gerentes regionais, chefe(s) do(s) centro(s) de treinamento, gerente(s) da(s) unidade(s) de pesquisa, representantes dos extensionistas e pesquisadores lotados na UGT, conforme definição do Regimento Interno do Comitê da UGT. • Organizar seminários com a participação do público interno e externo, visando à a identificação e priorização das demandas; • Sistematizar e priorizar demandas identificadas nos diversos fóruns organizados da Sociedade; • Elaborar um Plano de Desenvolvimento Territorial; • Elaborar o Plano Anual de Trabalho da UGT concretizando a implementação das prioridades definidas para o território, e em consonância com as diretrizes e objetivos institucionais; • Articular os programas e articular e propor projetos e na UGT; Atribuições do Comitê da UGT Atribuições do Comitê da UGT

  34. Formular, acompanhar e avaliar as orientações estratégicas e táticas no espaço da UGT; • Ampliar e intensificar de forma compartilhada (internamente à Epagri) a rede de parcerias estratégicas à execução do plano de desenvolvimento territorial; • Promover a divulgação interna e externa do andamento e dos resultado das ações e projetos constantes no plano de desenvolvimento territorial; • Compartilhar a alocação de pessoas e auxiliar na captação de recursos externo necessários a execução dos projetos e ações prioritárias no âmbito da UGT; • Desenvolver outras atividades que lhe sejam atribuídas pela Diretoria Executiva. Atribuições do Comitê da UGT

  35. Coordenadores de UGT Coordenadores de UGT

  36. Coordenar os trabalhos técnicos do Comitê de UGT; • Interagir com os dirigentes regionais, buscando estimular a participação da sociedade no processo de planejamento técnico na UGT; • Coordenar a elaboração do Plano de Trabalho da Epagri na UGT; • Articular e animar os processos de sistematização, elaboração, execução, monitoramento e avaliação do Plano Anual de Trabalho, concretizando a implementação das prioridades definidas para o território; Funções do Coordenador de UGT Funções do Coordenador de UGT

  37. Promover a articulação e integração dos programas e projetos no âmbito da UGT, interagindo com os dirigentes regionais e estaduais; Participar de reuniões quando convocado; Responsável pela coordenação do levantamento das informações necessárias à construção do balanço social junto às unidades da Epagri ma UGT; Promover a divulgação interna e externa do Plano Anual de Trabalho da UGT e dos resultados obtidos; e Desenvolver outras atividades que lhe sejam atribuídas pela Diretoria Executiva. Funções do Coordenador de UGT

  38. Macroprogramas técnicos Competitividade e sustentabilidade das cadeias e arranjos produtivos Melhoria da qualidade socioambiental Fortalecimento do capital social e humano Estrutura programática Produtividade Escala Agregação de valor Diversificação Processos de Comercialização Conservação e Melhoramento Conhecimento ambiental Uso adequado Manejo Organização Empoderamento Pluriatividade Estrutura programática Gestão Social do Ambiente Programas técnicos Tecnologias ambientais Aquicultura e pesca Fruticultura Gestão e mercados Grãos Atividades não agrícolas e auto-abastecimento Olericultura Pecuária Recursos florestais Capital social e humano

  39. Coordenadores de Programas Coordenadores de Programas

  40. Organizar o programa, analisando e priorizando a qualidade técnica das propostas de projetos compatibilizando com as diretrizes e objetivos institucionais; • Gerir e animar os processos de planejamento, elaboração, execução, monitoramento e avaliação dos projetos e ações do programa; • Auxiliar na captação de recursos, monitorar a sua aplicação e participar da elaboração da proposta orçamentária dos projetos; • Estimular e apoiar a formação de núcleos temáticos de interesse do programa; • Promover a integração dos projetos e dos núcleos temáticos vinculados ao programa interagindo com os dirigentes das unidades regionais e estaduais; Funções do Coordenador de Programa Função do Coordenador ...

  41. Ampliar e intensificar a rede de parcerias estratégicas vinculadas ao Programa, interagindo com os dirigentes das unidades regionais e estaduais; Assessorar os níveis hierárquicos superiores na tomada de decisão relativas ao programa, aos projetos e às ações; Promover a divulgação interna e externa do programa e dos resultados dos projetos; Desenvolver outras atividades que lhe sejam atribuídas pela Diretoria Executiva. Função do Coordenador

  42. Agente técnico de formação superior; • Não pode acumular função gerencial; • Experiência de pelo menos cinco anos na área do programa; • Habilidades: liderança e capacidade de trabalhar em equipe; • Desejável que tenha pelo menos três anos antes de seu desligamento da empresa; • Não pode estar lotado nas unidades municipais; • Nomeação por 2 anos, permitida a recondução por mais 2 anos.; • Homologação: nomeação pela Diretoria a partir de lista elaborada na reunião de planejamento. Escolha do Coordenador de Programa Escolha do Coordenador

  43. Coordenadores de ATER e SC Rural Coordenadores de ATER e SC Rural

  44. Auxiliar o coordenador do comitê na animação e coordenação do processo de planejamento, acompanhamento e avaliação do Plano Anual de Trabalho; • Organizar e manter atualizado um banco de demandas da UGT, com a respectiva ordem de priorização; • Assessorar as unidades da Epagri no planejamento, acompanhamento e avaliação da Ater, a partir de estratégia definida pelo comitê; • Promover a articulação e integração dos programas e projetos no âmbito da UGT, Interagindo com os membros do comitê e equipes das unidades de Ater; • Desenvolver outras atividades que lhe sejam atribuídas pelo coordenador do Comitê/GERP; • Participar de reuniões, quando convocado; • Lavrar atas das reuniões do comitê e demais documentos oriundos de sua atuação; e • Inserir no Seplan o Plano Anual de Trabalho da UGT. Funções do Coordenador de ATER e SC Rural Funções do Coordenador de ATER e SC Rural

  45. Competitividade e sustentabilidade das cadeias e arranjos produtivos Macroprogramas técnicos Fortalecimento do capital social e humano Macroprogramas técnicos Melhoria da qualidade socioambiental

  46. Competitividade e sustentabilidade das cadeias e arranjos produtivos Aumentar a eficiência técnica das cadeias produtivas para a melhoria da produtividade, renda e qualidade, a agregação de valores e a diversificação dos produtos nos respectivos arranjos produtivos. Organizar e promover as redes sócio-técnicas dos meios rural e pesqueiro, através de informações de mercado e de metodologias de gestão de empreendimentos. Identificação, recuperação, preservação da biodiversidade e melhoramento para o desenvolvimento de recursos genéticos. Competitividade e sustentabilidade das cadeias e arranjos produtivos

  47. Considerando o conhecimento local, a complexidade do processo socioambiental e seus conflitos: Atuar na melhoria dos processos e procedimentos de uso e conservação dos recursos naturais nos espaços rural e pesqueiro. Atuar no desenvolvimento de sensibilidade ambiental das famílias rurais e pesqueiras. Melhoria da qualidade socioambiental Melhoria da qualidade socioambiental

  48. Fortalecimento do capital social e humano Atuar na inclusão e a autogestão social considerando gênero, geração e etnia. Organizar e fortalecer o capital humano através da formação de competências técnicas, econômicas, sociais e culturais visando a multifuncionalidade dos meios rural e pesqueiro. Fortalecimento do capital social e humano

  49. Aquicultura e pesca Fruticultura Gestão de Negócios e Mercados Programas técnicos Pecuária Grãos Olericultura Recursos florestais Programas técnicos Gestão Social do Ambiente Tecnologias ambientais Atividades não agrícolas e auto-abastecimento Capital social e humano

  50. Pesquisa e Ater para o desenvolvimento da maricultura, piscicultura e pesca artesanal; • Desenvolver e difundir tecnologias para a valorização e reconhecimento de produtos com qualidade diferenciada e identidade territorial; • Identificar os pontos críticos nos sistemas de produção utilizados e promover sua adequação às condições locais; • Aumentar a renda dos aquicultores e pescadores artesanais através do melhoramento dos sistemas de produção; Aquicultura e pesca Aquicultura e pesca ...