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  1. Painel 5 Modelos de Maturidade em Gestão do Conhecimento Rápidas Considerações Iniciais (15 min) Engº Fernando Goldman

  2. Obs.: Os pontos de vista aqui apresentados são exclusivamente do autor e não representam necessariamente os da Eletrobras Furnas, da SBGC, do PPED/UFRJ ou de qualquer instituição com a qual ele esteja - ou tenha estado - ligado por qualquer laço de afiliação, prestação de serviços ou contratação.

  3. Fernando Goldman – pesquisador da Dinâmica do Conhecimento Organizacional, da Inovação e da Competitividade, doutorando em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento pelo PPED/IE/UFRJ, mestre em Engenharia de Produção da UFF, MBA em Gestão Empresarial pela FGV e engenheiro eletricista pela UFRJ. Ex-diretor regional(Rio de Janeiro) da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (2007-2011). Engenheiro da Eletrobras Furnas Quem é o palestrante ?

  4. Nossa Agenda Nossa Agenda • GC como processo ou metaprocesso? • Qual a primeira e principal prática de GC?; • As metáforas do conhecimento; • Alguns exemplos de avaliação de maturidade; • Conclusões.

  5. O que realmente significa para sua empresa “um processo de Gestão do Conhecimento Organizacional (GC)”?

  6. Gestão do Conhecimento Organizacional (GC) seria um processo ou um metaprocesso?

  7. Ainda há muita confusão e desperdício de recursos devido à falta de definições, critérios e padrões clarossobre: • o que deveria ser esperado da GC como uma capacitação organizacional e • a percepção de que GC deveria estar relacionada à criação dinâmica de Conhecimento Organizacional (à inovação).

  8. Há um hiato na literatura sobre arranjos organizacionais: O Conhecimento Organizacional

  9. Os executivos e gestores têm grande dificuldade para entender a importância dos intangíveis. Não sabem o que é, nem como lidar com o conhecimento. ( Ver Nonaka, 1991)

  10. São as metáforasadotadas que definem como se lida com o conhecimento (um substantivo abstrato);

  11. Infelizmente, os dois principais tipos de metáforasque atualmente predominam em GC têm dificuldade em diferenciar informação e conhecimento. Duas tribos derivam dessas duas metáforas. São elas:

  12. Os “armazenadores de conhecimento” Metáfora adotada: o conhecimento é visto como uma coisa que poderia ser capturada, codificada e compartilhada;

  13. Os “armazenadores de conhecimento” Insistem na objetividade de se fazer “repositórios de conhecimentos”, não importando o quanto subjetivo o conhecimento seja, nem quanto este tipo de ideia já tenha se mostrado ingênua.

  14. Os “armazenadores de conhecimento” Como, em geral, não são os detentores do conhecimento, pedem, de boa fé, aos conhecedores que registrem seu conhecimento, deixando-o disponível para que mais tarde outros colaboradores possam dele se aproveitar.

  15. Os “armazenadores de conhecimento” Desconsideram totalmente o caráter dinâmico do conhecimento.

  16. Os “socializadores do conhecimento” Metáfora adotada: focam exageradamente em comunicação eficaz, baseados no fato de o conhecimento ser produto de uma comunidade; GC estaria mais ligada à ‘gestão das empresas na Era do Conhecimento’ – fazem uma certa confusão de GC com Gestão de Comunidades;

  17. Os “socializadores do conhecimento” Acreditam que o conhecimento se cria pela simples adoção de modernas ferramentas tecnológicas de comunicação online e de mídias sociais, viabilizadoras de uma comunicação mais eficaz e do trabalho colaborativo em rede.

  18. Os “socializadores do conhecimento” Acreditam ainda que a simples construção de redes sociais no ambiente de trabalho signifique a construção de comunidades epistemológicas fortes. Desconsideram os fatores humanos. São chamados de tecnomíopes.

  19. Os “socializadores do conhecimento” Recebem apoio da maioria dos gestores, que ainda não se sentem muito à vontade de investir em ativos intangíveis Os resultados de intangíveis são de longo prazo e mais difíceis de demonstrar.

  20. Os “socializadores do conhecimento” Sistemas de TI são ativos tangíveis – podem ser lançados nos balanços contábeis.

  21. Os “socializadores do conhecimento” O discurso dos executivos quase sempre é ‘não queremos filosofia, mas sim práticas consagradas’. Esquecem que: “Não existe melhor prática do que uma boa teoria ” Kurt Lewin

  22. Como avaliar a melhoria de um processo que não foi definido? A primeira e principal prática de GC deveria ser sua própria definição.

  23. Em muitas situações, “melhoria de processos baseada em CMM“ é usada como uma solução mágica para parecer estar fazendo GC. “se estamos avaliando a melhoria em GC é porque, of course, estamos fazendo GC “;

  24. Melhoria de processos baseada em CMM não é um modelo de processo, mas, sim, um modelo de avaliação de maturidade em uma capacitação. Capacitação neste caso é sinônimo de competência.

  25. O que significa C M M ? C M M Model Modelo, de que? Maturity em que? Capability Software process capability (uma capacitação específica) Capability ≠ performance

  26. A capacitação no processo de desenvolvimento de softwarede uma organização fornece um meio de prever os resultados mais prováveis ​​de serem esperados no próximo projeto de software em que a organização vá se engajar. Permite comparar fornecedores de software.

  27. Os níveis de maturidade: Originalmente pensado para “desenvolvimento de software” (CMM), mas aplicável a quase qualquer processo (CMMI). Fonte: http://www.sei.cmu.edu/reports/93tr024.pdf

  28. Dimensões: Originalmente uma só dimensão: processo Depois ampliado para : processo, pessoas e tecnologia Atualmente para GC : processo, pessoas, tecnologia, cultura, liderança, processos do conhecimento, alinhamento com os objetivos estratégicos da organização, estruturas formais, etc.

  29. Um exemplo de como juntar níveis de maturidade e dimensões

  30. Maturidade Institucionalização “A medida que uma organização ganha maturidade em um processo, ela institucionaliza este processo através de políticas, normas e estruturas organizacionais. Institucionalização implica a construção de uma infra-estrutura e uma cultura empresarial que suportam os métodos, práticas e procedimentos da empresa para que eles durem mesmo após aqueles que originalmente os definiram terem ido.” Fonte: http://www.sei.cmu.edu/reports/93tr024.pdf

  31. Conclusão: Para aplicar modelos de avaliação de maturidade em GC, não basta ter um conjunto de diferentes dimensões e avaliar os níveis de maturidade em cada dimensão. Para se poder definir o que é maturidade em GC é preciso, antes, se ter bem definido “O que é Gestão do Conhecimento Organizacional para sua empresa”.

  32. Debate www.kmgoldman.blogspot.com ? http://www.slideshare.net/goldman Engº Fernando Goldman Email: fernandogoldman@yahoo.com.br