DESENVOLVIMENTO DE NOVOS CLONES DE SERINGUEIRA. Ailton Vitor Pereira. FENÓTIPO = GENÓTIPO + AMBIENTE. DESEMPENHO DO CLONE DEPENDE DE: Constituição genética: enxerto e porta-enxerto Fatores ambientais: clima, solo, pragas, doenças e práticas de manejo. MELHORAMENTO GENÉTICO ENOVOLVE:.
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DESENVOLVIMENTO DE NOVOS CLONES DE SERINGUEIRA
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FENÓTIPO = GENÓTIPO + AMBIENTE DESEMPENHO DO CLONE DEPENDE DE: • Constituição genética: enxerto e porta-enxerto • Fatores ambientais: clima, solo, pragas, doenças e práticas de manejo
MELHORAMENTO GENÉTICO ENOVOLVE: • GERAÇÃO DE NOVOS CLONES (IAC, Michelin, CEPLAC) • AVALIAÇÃO E SELEÇÃO EM VÁRIOS AMBIENTES (IAC, Michelin, CEPLAC) (instituições federais e estaduais de pesquisa)
DESENVOLVIMENTO DE NOVOS CLONES(Gonçalves et al., 1997) • Escolha de parentais e polinização controlada • Viveiro de plantas de cruzamento (1,5 x 1,5 m) Seleção de plantas superiores entre 2 e 3 anos Produção de borracha em teste precoce (HMM) Vigor – Crescimento em altura e diâmetro do caule Arquitetura da ramificação da copa Incidência de doenças foliares
Avaliação de clones em pequena escala Muitos clones x poucos locais (3 x 8-10 plantas) Produção de borracha por 2 anos Crescimento, vigor e precocidade Forma de esgalhamento Incidência de doenças Qualidade do látex Produção e qualidade da madeira
Avaliação de clones em grande escala Poucos clones x vários ambientes (3 x 40 plantas) Produção de borracha por mais de 4 anos Crescimento e vigor antes e durante a sangria Espessura e regeneração da casca Incidência de doenças e pragas Arquitetura da planta Tolerância a seca de painel, doenças e ventos Queda de produção durante a senescência Qualidade do látex Produção e qualidade da madeira
PRODUÇÃO DE COÁGULO (50% BS) DE 10 CLONES DE SERINGUEIRA NA REGIÃO DE GOIÂNIA-GO Médias de quatro anos de sangria em ½S, d/7, 5d/7, 11m/y, ET 2,5% Pa (8/y). * Médias corrigidas para um estande de 450 plantas em sangria. Experimento em larga escala conduzido pela AGENCIARURAL-GO/Embrapa
Pequenas e grandes propriedades CLASSE 111B (Plantio em Escala Experimental) CLASSE 1 (Plantio em Grande Escala) CLASSE 11 (Plantio em Moderada Escala) CLASSE 111A (Plantio em Escala Experimental) RRIM 600 PR 255 RRIM 937 RRIM 938 IRCA 111 GT 1 IAC 35 PB 252 PB 330 IAC 40 PR 261 RRIM 710 RRIM 711 RRIM 713 PB 311 PB 314 RRIM 901 PB 312 RRIM 911 RRIM 729 PB 254 RRIM 714 IRCA 22 IRCA 18 PB 355 IRCA 27 RRII 105 RRIM 805 RRIC 100 RRIM 908 RRIM 919 Classe I - Clones aprovados para plantio em grande escala, o qual não deve exceder 50% da área total do plantio. Classe II - Clones que através de avaliações têm provado seu mérito ao longo do tempo. Em combinações de três ou mais podem ser plantados acima de 50% da área total do plantio. Classe III - Clones recomendados para plantio em até 15% da área total de plantio. A classe envolve três grupos: TABELA DE RECOMENDAÇÃO DE PLANTIO PARA PLANTIO NO PLANALTO DO ESTADO DE SÃO PAULO. Fonte: Dr. Paulo Gonçalves - IAC
COMO ATINGIR O POTENCIAL MÁXIMO ? • PESQUISA e INTERAÇÃO COM PRODUTORES • Troca de clones e interação entre pesquisadores/instit. • Avaliar e selecionar clones em diversos ambientes. • Maior número de locais e condições de clima e solo. • Tirar maior proveito da interação genótipo x ambiente. • Plantar blocos experimentais de clones promissores • para avaliar sistemas de sangria e seca de painel, • resistência ou tolerância ventos, pragas e doenças. • Adotar práticas de manejo adequadas.
PRÁTICAS DE MANEJO • Escolha e preparo da área e correção do solo • Espaçamento e densidade de plantio • Qualidade e seleção das mudas • Plantio correto, em época mais apropriada • Adubação de plantio, formação e produção • Irrigação no 1° ano x Estande e Uniformidade • Desbrota e formação natural da copa • Controle de plantas daninhas, pragas e doenças • Treinamento de sangradores e fiscais • Sistema de sangria adequado / Proteção contra chuvas
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