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PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ECO-SOCIAL IBD

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  1. PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ECO-SOCIAL IBD

  2. PORQUE CRIAR UM SELO ECO-SOCIAL -1 ATUALMENTE, OS CONSUMIDORES NÃO ASSOCIAM CONCEITOS AMBIENTAIS E SOCIAIS AOS PRODUTOS ORGÂNICOS COMERCIALIZADOS. COMO RESULTADO, HÁ GRANDE DEMANDA POR PRODUTOS COM ESTE PERFIL. “Pesquisa do grupo pão-de-açúcar apurou que 80% dos consumidores entrevistados estão dispostos a pagar mais por um produto cujo processo de produção seja ecológicamente sustentável e socialmente justo”

  3. PORQUE CRIAR UM SELO ECO-SOCIAL -2 OS CONSUMIDORES NÃO ESTÃO ERRADOS, Historicamente, o movimento orgânico estruturou as normas de produção e a própria certificação separando os conceitos de manejo orgânico das políticas de justiça social. Esta cisão pode ser constatada nas principais legislações e programas ( Ifoam; Nop; EEC 2092/91, EurepGap ) onde os parâmetros ambientais avaliados são poucos e os parâmetros sociais inexistentes. POIS DISTORÇÕES ESTÃO OCORRENDO. - A “lei do mínimo” – Aproveitando a brecha deixada pelas legislações, certificadoras e projetos atuando em países como o Brasil, certificam produtos cujo sistema de produção está baseado na exploração de mão-de-obra ou no desrespeito à legislação ambiental.

  4. PORQUE CRIAR UM SELO ECO-SOCIAL -3 POR OUTRO LADO, A base antroposófica do IBD, resultou em diretrizes onde a trimembração (qualidade do produto – sustentabilidade ambiental – justiça social ) sempre esteve presente, justificando inclusive a afirmação de que “o IBD vai além”, por exigir mais do que o mínimo estabelecido nas legislações. RESULTANDO EM: Projetos, que rompendo com a “lei do mínimo”, implementaram os princípios de qualidade do produto, respeito ao meio-ambiente e melhoria das condições de trabalho em seu cotidiano. OU SEJA, Projetos, que estão prontos para atender a esta demanda dos consumidores.

  5. PORQUE CRIAR UM SELO ECO-SOCIAL -4 A OPÇÃO DO IBD POR UM SELO PRÓPRIO FOI FEITA EM FUNÇÃO DAS SEGUINTES CONSTATAÇÕES: •Os sistemas de auditoria hoje existentes estão baseados na avaliação de relações trabalhistas sob uma ótica “formal” (patrão-empregado ou comprador-fornecedor) onde existem regras pré-determinadas a serem seguidas e sempre estão “focados” em um determinado perfil. FLO – FAIR TRADE LABELLING ORGANIZATION ( RELAÇÃO TRADER-FORNECEDORES ) SAN – SUSTAINABLE AGRICULTURE NETWORK ( DIRECIONADO À ÁREA FLORESTAL ) SAI – SOCIAL ACCOUNTABILITY INTERNATIONAL ( DIRECIONADO À INDÚSTRIAS ) •Relações informais não estão cobertas por estes programas. ASSIM: • Boa parte dos projetos certificados estão fora da possibilidade de serem considerados ambiental e socialmente responsáveis, embora já desenvolvam trabalhos neste sentido.

  6. QUESTÃO PRINCIPAL •Como estabelecer um vínculo direto entre a aquisição dos produtos certificados e o benefício às pessoas e ao ambiente no qual a produção ocorre? •Como comprovar aos consumidores que o ágio pago aos produtos certificados não está sendo “drenado” e está alcançando as pessoas e o ambiente, mesmo na ponta de cadeias produtivas muito longas? COMO O IBD TEM TRABALHADO: •Utilizando indicadores ambientais ( área de RL; APP, emissão de efluentes, etc.) e de qualidade de vida ( renda familiar, cond. de moradia, no de crianças na escola, etc.), estabelecendo metas e acompanhando a sua evolução ao longo dos anos. “A menor distância entre o custo (p/ o consumidor) e o benefício (para as pessoas e o ambiente)”

  7. OBJETIVOS PRINCIPAIS DIFERENCIAR ESTES PRODUTOS E OS SEUS PROJETOS DOS DEMAIS. PERMITIR AO CONSUMIDOR A POSSIBILIDADE DE INTERFERIR POSITIVAMENTE EM TODO O SISTEMA DE PRODUÇÃO ATRAVÉS DA AQUISIÇÃO DESTES PRODUTOS.

  8. CONCEITOS ASSOCIADOS À IMAGEM Os “dedos” representam a trimembração, as forças que interagem - Qualidade do produto, ambiental e de vida dos envolvidos no processo. O “braço” sinuoso representa o conceito de movimento ou melhoria contínua associada ao processo. O conjunto, representa ao mesmo tempo a árvore e a mão humana, indicando que o ato de comprar um produto, a preservação ambiental e o benefício social estão interligados. Os dois selos estão colocados lado a lado de modo a indicar ao consumidor que o produto possui um “algo mais”, além das características já associadas ao produto orgânico.

  9. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO PROGRAMA-1 • É complementar ao programa Orgânico e de adesão voluntária, não podendo ser utilizado individualmente por projetos convencionais; • A partir do que já é estabelecido para o Selo Orgânico, incorpora o conceito de melhoria contínua da Sustentabilidade ambiental do projeto e da Qualidade de Vida de todos os envolvidos no processo; • O acompanhamento destas melhorias é feito através da seleção de programas específicos cujos indicadores e metas sejam passíveis de checagem e comparação a cada auditoria realizada; • Programa de melhoria no nível educacional dos trabalhadores

  10. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO PROGRAMA-2 • ESTÁ DIVIDIDO EM 2 SUB-PROGRAMAS: • Programa de Responsabilidade Eco-Social nas empresas ( Indústrias e Propriedades ) – Direcionado às situações em que existem relações trabalhistas formais estabelecidas entre patrões e empregados; • Programa de Qualidade de Vida na Agricultura Familiar – Direcionado às situações que abrangem desde as relações contratuais não cobertas pela legislação trabalhista estabelecidas entre comercializadoras e fornecedores até as relações informais entre produtores dentro da mesma entidade ( Associação, Cooperativa ) • É GERENCIADO POR COMISSÃO TRIPARTITE COMPOSTA POR, AO MENOS: • Um representante do IBD; • Um representante dos empregadores, das comercializadoras ou da direção da Coop.; • Um representante dos empregados, dos fornecedores de produtos ou dos cooperados;

  11. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO PROGRAMA-3 • ENGAJAMENTO IMEDIATO OU POSTERIOR: • Em cada sub-programa foram definidas condições que, confrontadas com a situação atual de cada projeto, os habilitam a um engajamentoimediato( logo após a primeira inspeção, permitindo o uso imediato do Selo Eco-Social em seus produtos ) ouposterior( após, pelo menos um ano de execução dos programas citados ); • As condições para engajamentoimediatoestão identificadas nas Diretrizes com este símbolo ( ), enquanto as condições para engajamentoposteriorestão identificadas com este símbolo( ). • SELEÇÃO DE PROGRAMAS ( 02 p/ cada Item ) • O Critério utilizado é o grau de desvio dos parâmetros utilizados em relação ao definido em lei ou ideal pretendido pela Comissão; • METAS - As metas estabelecidas, salvo situações específicas, deverão buscar resultados mínimos de 30% ( em ganhos ou reduções ) em um período máximo de 05 anos;

  12. COMO FUNCIONA O PROGRAMA – AÇÕES DO PROJETO. • Projeto define a qual sub-programa estará atendendo. • Organiza a sua Comissão Gerenciadora. • Define o “Marco Zero” • (Avaliação das condições ambientais e sociais segundo uma pauta de parâmetros) • Confere a possibilidade de engajamento imediato ou posterior • Seleciona os programas prioritários. • Define indicadores e metas para cada programa selecionado. • Inicia a execução dos programas. • Monitora o seu andamento e cumprimento das metas estabelecidas.

  13. COMO FUNCIONA O PROGRAMA – AÇÕES DO IBD. • IBD confere se perfil do projeto corresponde a sub-programa escolhido. • Avalia a legitimidade da Comissão Gerenciadora. • Audita e valida o “Marco Zero” • (Confere se dados ambientais e sociais apresentados conferem com a realidade encontrada) • Confere e aprova o engajamento imediato ou posterior • Confere os critérios utilizados na seleção dos programas prioritários. • Avalia a consistência dos indicadores e metas selecionados para cada programa. • Confirma o inicio da execução dos programas. • Monitora o seu andamento e cumprimento das metas estabelecidas.

  14. COMO FUNCIONA O PROGRAMA – TRÂMITE INTERNO - IBD. Diretoria Gerencia de Certificação 2 2 Contratos Contabilidade Arquivos DOCUMENTOS INICIAIS PROD. INDIVIDUALIZADO GRUPOS DE PRODUTORES INDÚSTRIAS • FORMULÁRIO DE MATRÍCULA MÓDULO XIV – SELO ECO-SOCIAL Inspetor 2 xerox Conselho De Certificação Análise De Relatórios 3 4 4 Banco De Dados Matricula Agenda Inspeção Projeto 5 1 6 5 Carta Do Conselho Pendências E Exportação 7 8 Certificado Orgânico Anual 9 Certificado de Transação

  15. GRUPOS DE PRODUTORES – PARTICULARIDADES DO PROGRAMA • SISTEMA PADRÃO ( JÁ EM USO ) • •O IBD inspeciona 100% dos produtores ou comunidades novas a cada safra/ano ou quando o grupo não possui nenhum Controle Interno; • •Quando o grupo já iniciou a estruturação de seu Controle Interno mas este ainda não tem condição de inspecionar todos os produtores, o IBD reinspeciona todos os produtores que apresentaram alguma condição a ser cumprida de uma safra para a outra; • •Os demais produtores são inspecionados pelo controle interno do grupo; • •Quando o Controle Interno esta estruturado e consegue inspecionar 100% do grupo, o IBD pode trabalhar por amostragem ( mínima de 25% do grupo ); • •Ao término da inspeção, é gerado um relatório onde são registrados todos os dados ( colheita total, estoques, etc. ) e problemas do grupo, tais como problemas ambientais ( RL, APP ) e divisas com vizinhos convencionais.Também são checados parâmetros sociais tais como renda familiar, condição de habitação, acesso a educação, etc; • •Os problemas e indicadores de cada agricultor são tabulados e agrupados em planilhas ( Mapas de Problemas ) onde é possível se visualizar o grupo como um todo, bem como avaliar a sua evolução na resolução dos mesmos.

  16. GRUPOS DE PRODUTORES – PARTICULARIDADES DO PROGRAMA • PROGRAMA ECO-SOCIAL • •O grupo é tratado como um todo; • •As metas referem-se ao % de produtores enquadrados em determinado perfil; • Ex: Em pelo menos 80% das propriedades vinculadas ao grupo que já tenham atingido o status orgânico não poderão mais existir vasilhames de agrotóxicos (cheios ou vazios ) armazenados; • VANTAGEM PARA OS GRUPOS; • •Os grupos em processo de certificação pelo IBD já vem sendo conduzidos segundo a lógica de monitoramento de indicadores a 04 anos – O sistema já está implementado, testado e é viável.

  17. CUSTOS DO PROGRAMA ECO-SOCIAL IBD

  18. CUSTOS DO PROGRAMA ECO-SOCIAL IBD