Download
dist rbios do equil brio n.
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO PowerPoint Presentation
Download Presentation
DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO

DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO

123 Vues Download Presentation
Télécharger la présentation

DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript

  1. DISTÚRBIOS DO EQUILÍBRIO Prof. Dr. Lucio A. Castagno Otorrinolaringologia luciocastagno@hotmail.com www.clinicadrcastagno.com.br/Arquivos

  2. Fisiologia do equilíbrio • Humanosusam 3 sistemas: • Visual • Proprioceptivo • Vestibular

  3. 3. Vestibular • Informaposiçãodacabeça no espaço. • Aceleração angular (rotatória). • Aceleração linear. • 3 canaissemicirculares • Sáculo • Utrículo.

  4. Fluidos vestibulares • Perilinfa: labirintoósseo; similar aolíquidoextracelular (-K e +Na). • Endolinfa: interior do labirintomembranoso; similar aofluidointracelular (+K e – Na). • Ambos fluidosemcontinuidade a cóclea.

  5. Receptores vestibulares

  6. Macular hair cells in the utricle. At rest the utricle cilia stand up straight. Tilting of the head allows pull from gravity to pull on the gelatinous cap and bend the hair cells.

  7. A máculautricular é horizontal, enquanto a máculasacular é vertical. A orientaçãodadespolarizaçãonasmáculas é indicacapelassetas, permitindo a detecção de aceleração linear emqualquerplanodireção.

  8. Canais semicirculares:lateral (horizontal), posterior e superior (anterior) Estímulos opostos simétricos = equilíbrio

  9. Canais semicirculares • Detectamaceleração angular (= rotatória). • As célulasciliadassituam-se emumamembrana (crista) embebidaemumacúpulagelatinosa (ampola). • Aceleraçãomovimenta a endolinfa e tambémoscíliosnaampola do canal semicircular.

  10. Canais semicirculares • Respondem a aceleração angular (rotatória) no plano do canal. • Funcionamaos pares (excitaçãoem um lado é acompanhada de inibição no outro).

  11. Reflexos Vestibulares • 1) Reflexovestibulo-ocular: quandosuacabeçavirapara a direita, seusolhosmovem-se paraesquerdavisandomanter a fixaçãonaimagem original. • Outrasconecçõesproduzemnáuseasquandoháconflitonainformação vestibular e visual.

  12. Avaliando pacientes com distúrbios do equilíbrio • Anamnese • Exameclínico • Eletronistagmografia (vectonistagmografia) • Videonistagmoscopia • PosturografiaDinâmica

  13. 1. Anamnese • Anamnese é o maisimportante • Decriçãocompleta dos sintomas • Vertigem (=rotatório) outontura? • Início, duração, agravantes, hipoacusia, tinitus, pressão aural, limitaçãofuncional.

  14. 2. Exame clínico • Exame cardiovascular geral • Exame de pares craneanos • Coordenaçãocerebelar(disdiadocosinesia): index-nariz e marcha • Propriocepção / Vestibulospinal • Teste de Romberg • Reflexostendinososprofundos • Propriocepção

  15. 2. Exame clínico • Presença de nistagmo: • Direção (componenterápida) • Rotatório (=torsional) • Efeitoinibidordafixação ocular Óculos de Frenzel

  16. 2. Exame clínico • Provas de provocação: • Hiperventilação • Dix-Hallpike • Provacalórica

  17. Prova de Dix-Hallpike (Vertigem posicional paroxística benigna)

  18. 3. Exames complementares • Eletronistagmografia (vectonistagmografia) • Videonistagmoscopia • PosturografiaDinâmica

  19. Eletronistagmografia • Registra o movimentoreflexo dos olhosdevido a diferença de potenciaisbioelétricos entre a córnea e a retina.

  20. Nistagmo • A faselenta do nistagmo é induzidapelomovimentosdaendolinfadentro do labirintomembranoso; a faserápida é a correção do SNC (retorno a posiçãoinicial). • A faselentarepresenta a atividade vestibular. • A intensidade do nistagmo é medidapela “velocidade angular dacomponentelenta” nosaparelhos de eletronistagmografia.

  21. Eletronistagmografia • Provacalórica: 30 e 44ºC (água/ar); únicaquetestalabirintoisoladamente

  22. Eletronistagmografia • Provacalórica

  23. Videonistagmoscopia • Videocamara infravermelho registra diretamente o movimento ocular

  24. Posturografia Dinâmica Avalia o reflexo vestíbulo-espinhal:

  25. Tontura ou Vertigem? Sempre diferencie vertigem (=alucinação de movimento) de “tontura”. 80% das vertigens tem origem periférica no labirinto !

  26. TONTURA (não vestibular)

  27. VERTIGEM: Periférica x Central LABIRINTOPATIAS

  28. DÚVIDAS

  29. LABIRINTOPATIAS Prof. Dr. Lucio A. Castagno Otorrinolaringologia luciocastagno@hotmail.com www.clinicadrcastagno.com.br/Arquivos

  30. “LABIRINTOPATIAS” • Vertigem posicional paroxística benigna • Doença de Ménière • Neuronite vestibular • Cinetose • Síndromes cervicais • Síndrome multisensorial do idoso • Enxaqueca vestibular

  31. 1- VPPB: Vertigem posicional paroxística benigna • Vertigem fugaz (minutos) secundária a movimentação da cabeça. • Possível náuseas e vômitos. • Desequilíbrio. • Sem sintomas auditivos. • Causado pelo deslocamentos dos otólitos utrículares para a ampola do canal semicircular posterior (cupulolitíase).

  32. VPPB: Diagnóstico • Anamnese • Exame ORL • MANOBRA DE DIX-HALLPILE

  33. VPPB: Tratamento • Auto-limitado • Reabilitação labiríntica (Manobra de Epley) • Depressores vestibulares

  34. 2- Neuronite Vestibular (labirintite aguda) • Vertigem súbita e intensa (horas) • Nistagmo (fase lenta -> labirinto afetado) • Sem sintomas audiológicos • Auto-limitada em 2-3 semanas • IVARS prévia -> inflamação do nervo ou núcleo vestibular • Tratamento: • Depressores vestibulares

  35. Labirintopatias: Princípios de tratamento • Fase aguda ou sub-aguda: • Equilibrar estímulos de ambos labirintos (bloqueio do labirinto sadio) Depressores vestibulares Ansiolíticos Antieméticos • Fase crônica (>4-6 semanas): • Compensação cerebelar central • Exercícios de reabilitação labiríntica

  36. Labirintopatias:Depressores vestibulares

  37. 3- Doença de Ménière • Hipoacusia flutuante • Vertigem recorrente (horas ou dias) • Zumbidos (tinitus) • “Pressão nos ouvidos” Prosper Ménière (1799-1862)

  38. 1861 - Prosper Ménière: descreve síndrome de surdez, tinitus e vertigem causada por lesão no labirinto 1938 – Hallpike e Cairns: patologia da hipertensão (hidropsia) endolinfática Hidropsia endolinfática DOENÇA DE MÉNIÈREHistórico

  39. Cóclea • Caracol com 2 3/4 voltasaoredor de um colunaóssea • Trêscanais: • Escala Vestibular • EscalaTimpânica • EscalaMédia PerilinfaEndolinfa

  40. Órgão de Corti

  41. Fisiologia • Perilinfa – similar ao LCR (alto Na+, baixo K+) • Endolinfa– produzida na Stria Vascularis (baixo Na+, alto K+); escala media

  42. Células ciliadasdo Órgão de Corti Outer Hair Cells(células ciliadas externas) Inner Hair Cell(célula ciliada interna)

  43. DOENÇA DE MÉNIÈRE Labirinto membranoso normal Labirinto membranoso dilatado (hidropsia endolinfática)

  44. DOENÇA DE MÉNIÈREEpidemiologia • Predomínio em brancos • 1/1000 da população • 20-50 anos (raro em crianças) • Bilateral em 40%

  45. DOENÇA DE MÉNIÈREEtiologia MÉNIÈRE ? MÉNIERE ? MENIÈRE ?

  46. DOENÇA DE MÉNIÈREEtiologia Multifatorial 1) Anatômico: redução de pneumatização do mastóide e hipoplasia do aqueduto vestibular 2) Genético: 7.7% hereditário 3) Imunológico: deposição de imunocomplexos no saco endolinfático 4) Viral ?

  47. DOENÇA DE MÉNIÈREEtiologia Multifatorial 5) Vascular: associado a enxaqueca 6) Psicológica: obsessivo; neurótico

  48. D.MÉNIÈRE: Patofisiologia • Hidropsiaendolinfática(=hipertensão) leva a distorção da membrana de Reissner no labirinto membranoso

  49. D.MÉNIÈRE: Patofisiologia • Hipertensão endolinfática pode causar microrupturas na membrana de Reissner. • Essas rupturas são confirmadas em vários estudos histológicos. Review Article: Minor, Lloyd et al, Meniere’s Disease, Current Opinion in Neurology 17(1) Feb2004