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Educa o Ambiental: Pol tica P blica Fundamental Para a constru o do SISNAMA

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Educa o Ambiental: Pol tica P blica Fundamental Para a constru o do SISNAMA

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Presentation Transcript


    1. Educao Ambiental: Poltica Pblica Fundamental Para a construo do SISNAMA Marlia Lopes Brando

    2. O que Educao Ambiental?

    3. CONCEITOS Educao Ambiental uma ao destinada a reformular comportamentos e recriar valores perdidos ou jamais alcanados. a busca da reflexo constante sobre o destino do homem face aos recursos naturais e ao futuro do planeta. Aziz AbSaber

    4. CONCEITOS Educao para uma vida sustentvel envolve uma pedagogia centrada na compreenso da vida, uma experincia de aprendizagem no mundo real que supere a nossa alienao da natureza e reacenda o senso de participao e um currculo que ensine s nossas crianas os princpios bsicos da sustentabilidade. Fritjof Capra

    5. PRINCPIOS BSICOS DA SUSTENTABILIDADE Nenhum ecossistema produz resduos, j que os resduos de uma espcie so o alimento de outra; A matria circula continuamente pela teia da vida; A energia que sustenta estes dois ciclos ecolgicos vem do Sol; A diversidade assegura a resilincia; A vida, desde o seu incio h mais de trs bilhes de anos, no conquistou o planeta pela fora, e sim atravs de cooperao, parcerias e trabalho em rede.

    6. CONCEITOS A Educao Ambiental por ser renovadora, induzir novas formas de conduta nos indivduos e na sociedade, por lidar com as realidades locais, por adotar uma abordagem que considera todos os aspectos que compem a questo ambiental aspectos sociais, polticos, econmicos, culturais, ticos, ecolgicos,cientficos e tecnolgicos - , por ser catalisadora de uma educao para o exerccio pleno e responsvel de cidadania, pode e deve ser o agente otimizador de novos processos educativos que conduzam as pessoas por caminhos onde se vislumbre a possibilidade de mudanas e melhoria do seu ambiente total e da qualidade da sua experincia humana. Genebaldo Freire Dias

    7. CONCEITOS Educao Ambiental um processo educativo eminentemente poltico, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma conscincia crtica acerca das instituies, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estratgia pedaggica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exerccio da cidadania, pautados na criao de demandas por polticas pblicas participativas conforme requer a gesto ambiental democrtica. Layargues

    8. CONCEITOS A Educao Ambiental, para cumprir sua finalidade, conforme definida na Constituio Federal, na Lei 9.795/99, que institui a Poltica Nacional de Educao Ambiental e em seu Decreto regulamentador (4.281/02), deve proporcionar as condies para o desenvolvimento das capacidades necessrias para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do pas, intervenham de modo qualificado, tanto na gesto do uso dos recursos ambientais, quanto na concepo e aplicao de decises que afetam a qualidade do ambiente, seja fsico-natural ou construdo. Jos Silva Quintas

    9. CONCEITOS A Educao Ambiental deve tratar de questes globais crticas, suas causas e interrelaes em uma perspectiva sistmica, em seu contexto social e histrico. Aspectos primordiais relacionados com o desenvolvimento e o meio ambiente, tais como populao, sade, paz, direitos humanos, democracia, fome, degradao da flora e fauna devem ser abordados no campo da Educao Ambiental. Eco 92

    10. CONCEITOS A Educao Ambiental, na perspectiva do PEACE, est concebida como um processo contnuo de educao, visando construo de uma conscincia crtica sobre o processo das relaes histricas, entre a sociedade e a natureza, capaz de promover a transformao de hbitos, atitudes e valores necessrios a reorganizao dessas relaes. PEACE Programa de Educao Ambiental do Cear

    11. PEACE Programa de Educao Ambiental do Cear

    12. VISO DE FUTURO Uma comunidade socialmente justa e ecologicamente equilibrada.

    13. PEACE Objetivos

    14. OBJETIVOS Contribuir para a formao da cidadania, de modo que todo o cearense esteja consciente de seus direitos e deveres; Contribuir para a apropriao social dos recursos naturais, visando a promover o acesso s riquezas bsicas para o pleno desenvolvimento de suas potencialidades produtivas e a satisfao das necessidades humanas no-materiais;

    15. OBJETIVOS Contribuir para o exerccio da participao e da construo coletiva de uma alternativa de desenvolvimento mais justa e igualitria para o povo cearense; Estimular a solidariedade e a integrao entre os municpios, os estados e as regies.

    16. PEACE Diretrizes

    17. DIRETRIZES As aes do PEACE, devem nortear-se por uma viso sistmica, no antropocntrica, vendo o homem enquanto sujeito de sua histria, como parte da integrante da Natureza. O PEACE orientar suas aes, considerando a realidade e as caractersticas ecolgicas locais, atentando para as inter-relaes com as questes estaduais, regionais, nacionais e planetrias;

    18. DIRETRIZES As aes de Educao Ambiental devem processar-se sob a tica da interdisciplinaridade, onde os processos interativos entre as diferentes reas do conhecimento vo permitir uma melhor compreenso da totalidade. Nesse sentido busca-se um caminho metodolgico para integrar o conhecimento entre as cincias naturais e sociais;

    19. DIRETRIZES As aes do PEACE devem pautar-se pelo reconhecimento da pluralidade e diversidade cultural, respeitando as singularidades e resgatando as experincias locais em educao ambiental; As aes de Educao Ambiental devem desenvolver o esprito crtico e a criatividade do cidado quanto s alternativas locais de desenvolvimento sustentvel, na busca de um ambiente saudvel e ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras geraes.

    20. DIRETRIZES A participao deve ser estimulada em todas as etapas e formas de atuao da Educao Ambiental; As aes do PEACE devem, portanto, valorizar os mecanismos locais de gesto ambiental (a prtica participativa das organizaes sociais) e outros mecanismos democrticos vivenciados pela comunidade;

    21. DIRETRIZES A Educao Ambiental dever estimular o envolvimento, a motivao dos agentes responsveis pelo desenvolvimento do programa, a cooperao, a solidariedade e a parceria entre indivduos, grupos e instituies, de forma a possibilitar aes integradas e compartilhadas pelos diversos segmentos da comunidade, atores principais desse processo;

    22. DIRETRIZES A descentralizao, entendida como uma prtica intersetorial e interinstitucional deve ser buscada pela insero da Educao Ambiental nas polticas pblicas de meio ambiente, sade, saneamento, educao bsica, desenvolvimento urbano, desenvolvimento rural, indstria, turismo, transporte e energia, vigentes no Estado e nos municpios; Dar-se- prioridade s aes conjuntas e complementares entre municpios vizinhos que, em razo das mesmas expresses geoambientais, compartilham ecossistemas e problemas semelhantes;

    23. DIRETRIZES O PEACE e os Planos Municipais dele decorrentes devem estar em consonncia com o Programa Nacional de Educao Ambiental PRONEA e devero, em conjunto, integrar o Sistema Nacional de Educao Ambiental, envolvendo a participao de forma descentralizada dos rgos que, no Estado, atuam em Educao e Meio Ambiente, em articulao com entidades da sociedade civil e outras instituies parceiras.

    24. PEACE Estratgias

    25. ESTRATGIAS Promover a participao e a mobilizao da comunidade na defesa do patrimnio natural, histrico e cultural, em nveis local e global. Promover a participao da comunidade nas decises referentes ao desenvolvimento e implementao de polticas pblicas relacionadas ao meio ambiente;

    26. ESTRATGIAS Valorizar a identidade cultural local, pelo incentivo preservao de hbitos culturais, produes artsticas e estilos de comportamento caractersticos da regio, compatveis com a preservao e ou conservao ambiental; Viabilizar parcerias entre governo, empresariado e outros segmentos organizados da sociedade na implementao das aes de Educao Ambiental; Incentivar a criao e o pleno funcionamento dos conselhos de defesa do meio ambiente e conselhos municipais de desenvolvimento sustentvel;

    27. ESTRATGIAS Incentivar experincias locais de construo do desenvolvimento sustentvel, pautadas no combate pobreza, na equidade e justia social, na sustentabilidade ecolgica, poltica e cultural das comunidades; Instrumentalizar a populao para torn-la co-responsvel pela segurana e integridade cultural, sob os fundamentos do desenvolvimento sustentvel, propiciando a compreenso das relaes econmicas e polticas que esto em jogo na construo dessa alternativa de desenvolvimento;

    28. ESTRATGIAS Resgatar os laos afetivos das pessoas com o lugar de moradia, como motivao para a aprendizagem e incorporao de comportamentos voltados para a preservao e conservao do patrimnio natural, histrico-cultural e arquitetnico do municpio; Estimular a coletividade a exercer a cidadania em defesa do meio ambiente, como patrimnio da sociedade global e, de modo particular, dos recursos naturais, das unidades de conservao, comunidades autctones, espcies e ecossistemas ameaados; Promover o desenvolvimento de recursos humanos pblico e privado, voltados competncia para trabalhar a dimenso ambiental no processo educativo;

    29. ESTRATGIAS Fomentar intercmbios com outros estados e pases, buscando integrar o Cear numa perspectiva global de defesa e implementao da Agenda 21; Reconhecer a escola como fator de transformao; portanto, um espao capaz de promover a conscientizao necessria construo de uma sociedade justa para as presentes e futuras geraes; Estimular a participao da populao no processo de elaborao, acompanhamento e avaliao de planos diretores de desenvolvimento urbano;

    30. ESTRATGIAS Promover a compreenso da cidade, como um ecossistema construdo, mostrando a necessidade de se compatibilizar vida urbana e qualidade ambiental; Estimular a participao da populao nas decises referentes gesto dos recursos hdricos, fortalecendo os mecanismos democrticos locais de gesto; Reverter as concepes ideolgicas/fatalistas que consideram a semi-aridez e a seca, em particular, como fatores inibitrios do desenvolvimento scio-econmico da regio;

    31. ESTRATGIAS Promover a capacitao das comunidades rurais, para exercer a gesto e o monitoramento dos recursos naturais essenciais ao processo produtivo; Estimular a pesca responsvel, atravs de mecanismos locais de gesto; Fomentar a implantao de programas sistemticos em Educao Ambiental junto s indstrias, com vistas a estimular a adoo de processos, condutas e produtos mais condizentes com a preservao ambiental; Defender um turismo sadio e ordenado, que respeite as singularidades ecolgicas e culturais do Cear como patrimnio social;

    32. ESTRATGIAS Fomentar a implantao de projetos sistemticos em Educao Ambiental, que trabalhem a articulao entre sade e meio ambiente, com vistas transferncia de informaes e desenvolvimento de capacidades, hbitos e atitudes para assegurar saudveis condies de vida; Estimular o desenvolvimento de pesquisas cientficas, em especial, as que contribuem para o conhecimento da biodiversidade, da dinmica dos ecossistemas e do patrimnio histrico/cultural do Cear; Estimular o desenvolvimento e a difuso de tecnologias apropriadas e integradas com as caractersticas ambientais do Cear;

    33. PEACE Linhas de Ao

    34. LINHAS DE AO Capacitao em Educao Ambiental

    35. LINHAS DE AO

    36. LINHAS DE AO

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