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Rochas Sedimentares Anexo Informativo

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Rochas Sedimentares Anexo Informativo

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  1. RochasSedimentares Anexo Informativo

  2. DO DETRITO À ARRIBA: Condições, Ambientes e Materiais de Formação DE Rochas sedimentares Etapas, condições, ambientes e materiais necessários à formação de rochas sedimentares.

  3. As rochas sedimentares cobrem 75% da área dos continentes, no entanto, apenas 5% representam a constituição da crusta terrestre. • Uma vez que existe uma grande diversidade de materiais e de processos que intervêm na formação de rochas sedimentares, a classificação destas é, de certo modo, artificial. Porém, verifica-se entre os diferentes grupos existe uma gradação sucessiva que prentede aproximar-se da realidade, não podendo, contudo, abstrair-se da presença dos termos de transição. • Efetivamente, existem vários tipos de classificações, dividindo-se em três grupos: • Rochas detríticas; • Rochas químiogénicas; • Rochas biogénicas.

  4. Tipo de Rochas Sedimentares Tipo de Transporte que sofrem Depende

  5. Rochas Sedimentares Detríticas - quando os sedimentos são acumulações de materiais resultantes dos processos erosivos e transportados na forma de partículas (detritos) São provenientes de rochas pré-existentes. Quimiogénicas – quando são formadas a partir de materiais produzidos por precipitação de substâncias químicas dissolvidas em água, de origem inorgânica ou orgânica. Biogénicas - resultam da atividadedireta dos seres vivos (animais ou plantas), da acumulação de esqueletos ou conchas.

  6. Apesar da grande variedade de minerais e de fragmentos que uma rocha sedimentar detrítica possuí, os príncipais componentes são: - os minerais de argila e quartzo; - Os minerais de argila são o produto mais abundante resultante da alteração dos minerais do grupo dos silicatos, especialmente os feldspatos. - O quartzo deve a sua grande abundância ao facto de ser um mineral muito resistente.

  7. Rochas Detríticas São constituídas por: 50% de materiais herdados: Mineraloclastos Litoclastos Fragmentos de clastos Fragmentos minerais Fragmentos de rochas Fósseis Bioclastos

  8. RochasDetríticas Após a deposição: Ocorre a circulação da água: Rica em compostos que precipitam nos interstícios do sedimento e que, de seguida, vão cimentar. Rocha Sedimentar Consolidada Divide-se: Clastos (componente detrítica) Cimento (componente cristalina)

  9. Soltas ou móveis (Ex. Areias e Calhaus) Rochas Sedimentares Detríticas Coerentes ou consolidadas (Ex. Arenitos, Conglomerados)

  10. Calcários De origem química De origem biogénica Recifal Conquífero Oolítico Pisolítico Cristalino Os calcários oolíticos e pisolíticos são constituídos por concreções calcárias, sensivelmente esféricas, cimentadas por carbonato de cálcio. As concreções formam-se em torno de um núcleo, de substância mineral ou substância orgânica, podendo atingir dimensões de “ovos de peixe” – calcários oolíticos, ou de grãos de “ervilha” – calcários pisolíticos

  11. CURIOSIDAde - Calcário A imagem que observamos aqui é a pedra paisagem. Esta é um calcário compacto, que apresenta cores, diferentes, de acordo com a composição química. Tem origem bioquímica, o seu principal componente mineralógico é a calcite. Os minerais que formam esta rocha originam desenhos muito originais.

  12. Rochas Conglomeráticas – São constituídas por detritos com dimensões superiores a 2mm. As de dimensões maiores são constituidas por vários minerais e as mais pequenas por um único mineral. • Rochas Sílticas – são constituídas por partículas finas com dimensões compreendidas entre 1 a 16 mm e 1 a 256 mm. • Rochas Argilosas – são formadas por minerais de argila rque resultam da meteorização química de vários materiais. São rochas de pequenas dimensões. • Rochas Areníticas – São rochas desagregadas observadas em diferentes ambientes, como: rios, praias, dunas e desertos. Existem também areias calcárias (formadas por grãos de calcite), areias negras (constituidas por minerais ricos em ferro e magnésio) e areias quartzosas ( que apresentam cores claras e são constituídas, maioritariamente, por grão de quartzo – são as mais abundantes).

  13. Rochas Conglomeráticas Brechas– rochas consolidadas que resultam de materiais angulosos não submetidos a um longo transporte. Conglomerados– rochas consolidadas que resultam da cimentação de calhaus rolados.

  14. Classificação Depende da: Forma dos clastos Calibragem dos elementos detríticos Dimensão dos clastos Bem calibrada – diâmetro dos clastos pouco variável Mal calibrada– diâmetro dos clastos variável

  15. A distinção das várias rochas sedimentares detríticas passa por uma análise detalhada da rocha em questão. • Uma das características mais importantes é o tamanho das partículas. Que se relaciona Com a energia do meio de transporte dos sedimentos

  16. As correntes da água e o vento funcionam como agentes de transporte para os sedimentos, estes distríbuem as partículas por tamanhos. • Quanto maior for a força da corrente maior será o tamanho das partículas.

  17. ROCHAS QUIMIOGÉNICAS • Rochas Calcárias- Resultam da percipitação de carbonato de cálcio. • Rochas Salinas ou Evaporitos – resultam da precipitação de sais dissolvidos em soluções aquosas.

  18. Rochas de precipitação Materiais neoformados correspondem a minerais novos durante o processo de sedimentogénese ou diagénese. Ex: calcite, a sílica e minerais de argila. 50% dos materiais são neoformados: Rochas sedimentares Formadas por: Precipitação química diretade compostos saturados numa solução aquosa.

  19. As rochas sedimentares quimiogénicas, apesar de serem formadas em soluções, não permanecem em solução aquosa infinitamente e acabam por sofrer uma precipitação depositando-se, assim, em sedimentos. • Ação inorgânica - o sal após a evaporação da água marinha origina o sal-gema; • Ação orgânica – acumulação de conchas microscópicas animais.

  20. O calcário é a rocha sedimentar quimiogénica mais comum. É composta essencialmente pelo mineral calcite e pode ser formada por processos tanto inorgânicos como orgânicos, sendo estes últimos os mais comuns. A origem orgânica da maior parte dos calcários pode não ser tão evidente porque a maior parte das conchas sofre processos consideráveis de transformação antes de se constituírem em rochas.

  21. Qual a identidade do calcário? Oolítico Rocha sedimentar de origem química Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: Constituído por partículas esféricas. Resulta da precipitação de camadas concêntricas em torno de um núcleo. Forma-se em ambientes de elevada energia hidrodinâmica.

  22. Rocha Sedimentar de origem Química Pisolítico Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: Constituído por partículas arredondadas, as concreções formam-se me torno de um núcleo de substância minerais ou substâncias orgânicas, podendo atingir dimensões de grão de ervilhas. Forma-se no mesmo tipo de ambiente dos calcários oolíticos.

  23. Rocha Sedimentar de origem Química Cristalino Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: Constituído por cristais de carbonato de cálcio. Corresponde aos calcários com uma textura cristalina uniforme, como as estalactites e as estalagmites e travertinos.

  24. Devido à circulação de águas acidificadas pelo CO2, o carbonato de cálcio, que está na constituição das rochas calcárias, forma hidrogenocarbonato que vai sendo removido. A rocha irá ficar modelada, formando, à superfície, um rendilhado de sulcos e cavidades conhecido por lapiás. Entretanto, no interior, formam-se as grutas e galerias. Um gruta é uma cavidade natural rochosa. Estes locais , para além de outros, podem ser originados em terrenos de rochas sedimentares. As águas carregadas de CO2 infiltram-se e a continuidade dessa infiltração provoca efeitos de dissolução, ao longo do tempo, das fissuras. Desta ação, resulta um poço alargado, a que se chama algar. A continuação da infiltração provoca o alargamento do fundo dos algares, até que dois algares contíguos se ligam formando uma gruta.

  25. Maciço Modelado Cársico Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: O relevo é modelado nas zonas calcárias o que imprime características únicas à paisagem. Forma-se através da precipitação de substâncias dissolvidas na água, principalmente carbonato de cálcio (CaCO3).

  26. Estalactites Dolina Depósito de Blocos Algar Estalagmites Coluna

  27. Dolinas – Depressões em forma de funil que resultam do desgaste de fraturas. Algares – Depressões com forma cónica ou cilíndrica, que se desenvolvem verticalmente e podem atingir dezenas de metros de profundidade.

  28. Rochas Salinas ou Evaporitos Gesso – Quimicamente tratado por sulfato de cálcio hidratado. É constituído por cristais transparentes ou por massas brancas ou amareladas que apresentam variados aspetos. Sal-gema – Constituído essencialmente por halite (cloreto de sódio). Esta rocha, normalmente, aparece associada a outros sais, tais como: argila, matéria orgânica e óxidos de ferro.

  29. Sal-Gema Na natureza, os depósitos profundos, quando sob pressão podem ascender, através de zonas débeis da crosta, formando grandes massas de sal– domos salinos ou diapiros

  30. Rochas Biogénicas Rocha Sedimentar de origem biogénica Recifal Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: Correspondem aos calcários formados a partir da acumulação de esqueletos e revestimentos de organismos.

  31. Rocha Sedimentar de origem biogénica Conquífero Apelido: Filiação: Calcário Nome: Características: Correspondem aos calcários que resultam da deposição de moluscos e foraminíferos, podendo por vezes o material encontrar-se fragmentado.

  32. O conceito de rochas sedimentares, por vezes, é generalizado de modo que os combustíveis fósseis (como os carvões e os petróleos) fazem parte deste grupo.

  33. Rochas Biogénicas • Carvão– Forma-se por decomposição anaeróbica de detritos de plantas superiores, constituíndo um combustível fóssil. A decomposição é lenta em ambientes aquáticos pouco profundos e pouco oxigenados, como por exemplo pântanos. • Petróleo – Apesar do petróleo não ser uma rocha no sentido literal da palavra, pois é líquido, encontra-se exclusivamente no interior de rochas sedimentares e forma-se a partir de sedimentos biogénicos; o seu estudo é feito juntamente com as rochas sedimentares. • O temo petróleo designa, de acordo com a legislação petrolífera portuguesa, toda a concentração ou mistura natural de hidrocarbonetos líquidos ou gasosos.

  34. Turfa - É um sedimento biogénico, de origem vegetal, que dá origem ao carvão. A sua diagénese origina, gradualmente, carvões ricos em carbono e, consequentemente, mais pobre em oxigénio e hidrogénio. Sendo assim, estes são importantes combustíveis fósseis.

  35. Tipos de Carvão Lignite Antracite • Carvão Betuminoso

  36. Tipos de Carvão • Lignite – Apresenta um elevado teor de água, pelo que o seu poder combustível é fraco; • Carvão Betuminoso –Apresenta um elevado teor de carbono, o que faz dele um carvão com um maior interesse económico. Arde facilmente e tem um elevado poder calorífico • Antracite – É o carvão com maior teor de carbono (cerca de 90 %) o que o torna de difícil combustão.

  37. Carvões Húmicos – Um tipo de carvão especial Quando a matéria orgânica é transformada por humificação, em ambientes anaeróbios, os carvões formados passam a chamar-se carvões húmicos. Do ponto de vista macroscópico estes são caracterizados por apresentarem um aspeto bandado. A humificação destes carvões decorre sob uma grande influência de agentes biológicos e em condições de pressão e temperatura quase normais. Durante o processo de humidificação, os restos vegetais ricos em oxigénio, nomeadamente a celulose, decompõe-se em substâncias húmicas, por ação de microrganismos. Se, por outro lado, a matéria orgânica for tranformada em ambientes aeróbios os carvões designam-se por carvões sapropélicos que, do ponto de vista macroscópico, apresentam uma superfície baça, com um aspeto gorduroso e fratura concoidal.

  38. O carvão é utilizado num grande número de indústrias, como principal fonte de energia. - Indústria siderúrgica; - Centrais termo-elétricas; - Indústria cimenteira; - Indústria química; - Indústria agro-alimentar; - Indústria do papel.

  39. Produtos petrolíferos – incluem materiais gasosos, líquidos e sólidos nas condições normais de pressão e de temperatura. Os produtos sólidos designam-se por asfaltos ou betumes, os líquidos por petróleo bruto ou nafta e os gasosos por gás natural. A evolução dos materiais para petróleo pode demorar milhões de anos; a rocha em que ela ocorre é tratada por rocha-mãe. Os hidrocarbonatos fluídos, como são poucos densos, sob a influência de pressões, migram da rocha-mãe para rochas porosas e impermeáveis que constituem a rocha-armazém ou rocha-reservatório. Sobre tal rocha, existe uma cobertura de rocha impermeável, tratada por rocha de cobertura, que impede a passagem do petróleo até à superfície. Armadilha petrolífera

  40. Água salgada nas jazidas petrolíferas Impregna camadas permeáveis Água resultante de infiltrações verificadas à superfície Água remanescente daquela que ficou aprisionada nos sedimentos

  41. Acumulação na atmosfera e nos oceanos Luz Solar CO2 H2O Fotossíntese Respiração e decomposição Seres Vivos Afundimento de matéria orgânica nos sedimentos Combustão Combustíveis fósseis Transformações químicas

  42. O estudo das rochas sedimentares, nomeadamente da composição e da textura, fornece-nos informações importantes sobre as rochas iniciais que sofrem meteorização e erosão, permitindo, assim, caracterizar o transporte e as condições ambientais em que ocorreu a deposição e a diagénese. Os constituintes das rochas sedimentares levam-nos ao passado, pois, as rochas sedimentares são um poço de informação, um arquivo do passado. É frequente as rochas sedimentares possuírem fósseis e são estes os instrumentos importantes na datação dos estratos, na reconstituíção dos ambientes povoados dos seres vivos e o local de formação das rochas sedimentares. A partir de todos os dados recolhidos no estudo dos estratos sedimentares, dos fósseis e de outras estruturas, como falhas e dobras das rochas magmáticas e metamórficas, é possível reconstituir a história geológica local e regional.