01 / 168Campanha da fraternidade 2012 Fraternidade e Saúde Pública
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Campanha da fraternidade 2012 Fraternidade e Saúde Pública
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Objetivo Geral Refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS Disseminar o conceito de bem viver e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável; Sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o suprimento de suas necessidades e a integração na comunidade;
Despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade dasaúde pública, visando à defesa do SUS e a reivindicação do seu justo financiamento; Qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos públicos com transparência, especialmente na saúde.
Realidades profundas, envoltas em mistérios. • Enfermidades, sofrimento e a morte: realidades duras de serem enfrentadas e contrariam os anseios de vida e bem-estar do ser humano.
Outra definição: “saúde é um processo harmonioso de bem-estar físico, psíquico, social e espiritual, e não apenas a ausência de doença, processo que capacita o ser humano a cumprir a missão que Deus lhe destinou, de acordo com a etapa e a condição de vida em que se encontre”.
De um lado, profunda unidade, de outro, profunda ruptura. • Passamos a perceber o corpo como um ‘outro’, independente, rebelde e opressor. • Ninguém escolhe ficar doente. • A doença se impõe, desrespeitando nossa liberdade, nosso direito de ir e vir.
DOENÇA: • Convite à reconciliação. • Harmonização com nosso próprio ser. • Apelo à fraternidade e à igualdade, solidariedade.
É, também, responsabilidade de cada família e cidadão assumir um estilo de viver que, por meio de hábitos saudáveis e de exames preventivos, contribua para evitar as doenças. • Família, o Estado e a Igreja: funções distintas, mas complementares.
A reflexão sobre estes princípios orientadores são importantes para que a ação evangelizadora, da Igreja e dos cristãos, possa se revestir de contundência e profetismo na área da saúde. • Além da caridade na atenção aos enfermos, é necessário empenho por mudanças nas estruturas que geram enfermidades e mortes.
“A Igreja no Brasil sabe que ‘nossos povos não querem andar pelas sombras da morte. Têm sede de vida e felicidade em Cristo’. Por isso, proclama com vigor que ‘as condições de vida de muitos abandonados, excluídos e ignorados em sua miséria e dor, contradizem o projeto do Pai e desafiam os discípulos missionários a maior compromisso a favor da cultura da vida”.
“Metas do Milênio”: • Reduzir pela metade o número de pessoas que vivem na miséria e passam fome. • Educação básica de qualidade para todos. • Igualdade entre os sexos e mais autonomia para as mulheres.
Redução da mortalidade infantil. • Melhoria da saúde materna. • Combate a epidemias e doenças. • Garantia da sustentabilidade ambiental. • Estabelecer parcerias mundiais para o desenvolvimento.
Desafio: combate às afecções perinatais, relacionadas ao aparelho respiratório do bebê, às infecções intestinais (diarreias) e outras complicações antes, durante e logo após o parto, causadas por gestação de curta duração, baixo peso e infecções.
O Brasil deverá cumprir o quarto dos objetivos das ‘Metas do Milênio’. Pelo ritmo atual de queda da taxa da mortalidade infantil, haverá, em 2015, 15 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos. Para efeito de comparação, o índice dos países mais desenvolvidos é de 2 a 5 em média.
Melhoria da saúde materna (quinto objetivo). • O quinto objetivo das “Metas do Milênio” é a saúde materna. Graças ao envolvimento social, expandiu-se, no país, o apoio integral às gestantes:
Oferecimento de orientação e supervisão nutricional às futuras mães; • A valorização da vida, a partir da gestação; • A preparação das gestantes para o aleitamento materno; • O encaminhamento para as consultas de pré-natal.
Combate a epidemias e doenças (sexto objetivo). • A Igreja, empreendeu ações de prevenção das DST (AIDS e sífilis), mas também outras doenças endêmicas, como hanseníase, dengue, influenza, tuberculose.