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INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP

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INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP

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  1. INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP

  2. INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP INCUBADORA TECNOLÓGICA UMA FERRAMENTA DE APOIO AO EMPREENDEDOR DE NEGÓCIOS TECNOLÓGICOS

  3. EMPREENDEDORISMO ALGUMAS DEFINIÇÕES: Empreendedor: aquele que empreende, pessoa ativa, arrojada Empresário: homem de empresa, aquele que é responsável pelo bom funcionamento de uma empresa Agente econômico que percebe oportunidades de lucro, que toma a iniciativa de reunir fatores para produzir bens/serviços numa empresa Plano de negócio(business plan) : é um documento usado para descrever um empreendimento e o modelo de negócio que sustenta a empresa e que permite ao empreendedor partir em busca de investimento de risco.

  4. EMPREENDEDORISMO ALGUMAS DEFINIÇÕES ( Cont.) Linhas de financiamento: recursos oriundos de agências públicas ou privadas, sujeito a reembolso do valor contratado mais juros e taxas financeiras. Linhas de fomento: recursos oriundos de agências privadas ou governamentais de desenvolvimento, sem reembolso ao final do projeto. Espera-se alcançar um retorno sócio-econômico. Venture Capital ou Capital de Risco: não é financiamento, trata-se de um investimento conquistado junto a capitalistas que, colocam dinheiro na empresa para alavancá-la, adquirindo cotas de participação no negócio

  5. Alguns dados dos EUA Desde 1980, as 500 maiores empresas americanas listadas na revista Fortune, eliminaram cerca de 5 milhões de postos de trabalho. Em contrapartida, mais de 34 milhões de empregos foram gerados nas pequenas no mesmo período. As empresas com menos de 500 empregados empregam 53%da mão-de-obra e são responsáveis por 51% do PIB americano. 16% de todas as empresas americanas foram criadas nos últimos 3 anos 15% das empresas que mais crescem, conhecidas como “gazelas”, foram responsáveis por 94% dos novos empregos Os EUA vem desfrutando de oito anos de crescimento econômico. Período mais longo de crescimento contínuo no século XX.

  6. Empreendedorismo na Europa O empreendedorismo tem sido o centro das políticas públicas na maioria dos países da Europa : No final de 1998 o Reino Unido publicou um relatório a respeito do seu futuro competitivo, o qual incentivava a necessidade de se desenvolver uma série de iniciativas para intensificar o empreendedorismo. A Alemanha tem implementado um número crescente de programas que destinam recursos recursos financeiros para apoiar a criação de novas empresas. Na década de 90 cerca de 200 centros de inovação foram estabelecidos, oferecendo espaço e recursos para empresas “start-ups”. Em 95 foi lançado na Finlândia o decênio do empreendedorismo. Coordenado pelo MIC, o programa objetiva criar uma sociedade empreendedora, promover o empreendedorismo como fonte de geração de emprego e renda e incentivar a criação de novas empresas

  7. Alguns dados do Brasil No período de 1990 a 1999 foram constituídas cerca de 4,5 milhões de empresas, sendo que, 2,7 milhões micro empresas. Muitos negócios nasceram no afã de substituir o emprego perdido - empreendedor sem conhecimento de gestão de negócios, atuando de forma empírica e sem planejamento. O índice de mortalidade ainda é alto, chega, em alguns casos, a 73% no terceiro ano de existência O movimento de incubadoras tem início em 1985 de forma incipiente, pela ousadia de alguns diretores e professores de centros universitários, principalmente em: São Carlos e Coppe -RJ Empreendedorismo no Brasil começa na década de 90 :criação do SEBRAE e SOFTEX

  8. INCUBADORA TECNOLÓGICA O QUE É INCUBADORA TECNOLÓGICA? É um centro que abriga pequenas e micro-empresas de base tecnológica, oferecendo infra-estrutura adequada, orientação administrativa, consultorias especializadas em gestão empresarial e auxílio na participação de feiras e rodas de negócio, para que as mesmas possam desenvolver e consolidar seus objetivos empresariais. São empreendimentos que aproximam o mundo da ciência e da tecnologia do mundo dos negócios, auxiliando a transformar idéias em processos, produtos e serviços, corroborando as ações que buscam o progresso e o desenvolvimento econômico.

  9. INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP ALGUNS DADOS: Início das atividades: março de 1997 Empresas em regime de incubação: 7 Empresas graduadas: 4 Empresas que deixaram a incubadora: 3 Faturamento consolidado das empresas em 2001: Cerca de 1,3 milhão de reais Número de empregos gerados nas empresas: 35 pessoas

  10. ÁREAS DE TECNOLOGIA DE INTERESSE DA INCUBADORA Eletro-Eletrônica Software/Hardware Novos Materiais Aeroespacial Telecomunicações Mecânica de precisão Biotecnologia Química fina Cerâmica Robótica Engenharia de Meio-Ambiente

  11. Infra-Estrutura e Serviços Oferecidosàs Empresas Residentes • Módulos individuais • Área comum: sala de reuniões, banheiros, copa • Serviços de secretaria : distribuição de correspondências, recados, recepção • Serviços de comunicação : Fax, telefone, Internet • Energia elétrica, água e esgoto • Treinamento técnico e gerencial • Consultorias Especializadas • Auxílio na participação de Feiras e Rodas de negócio

  12. QUEM PODE PARTICIPAR • Pessoas físicas que desejam se tornar empresários e já tenham desenvolvido produtos ou serviços com conteúdo tecnológico. • Empresas de base tecnológica em constituição • Microempresas já existentes • Novas empresas formadas por pessoas jurídicas • Pessoas físicas ou jurídicas com capital inicial

  13. RAZÕES CHAVES PARA O SUCESSO • Plano de negócio bem elaborado • Capital inicial suficiente para o “start-up” e manutenção da empresa nos primeiros meses de vida • Produtos ou serviços notáveis no mercado • Habilidade gerencial/mercadológica • Perseverança para atingir os objetivos • Arrojo e muito trabalho

  14. RAZÕES CHAVES PARA O INSUCESSO • Excessiva dependência de um só cliente • Falta de planejamento das ações • Desprezo na atualização do plano de negócio • Incapacidade para tomar decisões na hora certa • Baixo diferencial qualitativo dos produtos ou serviços em relação à concorrência • Pouco conhecimento do segmento de mercado • Falta de dedicação à empresa

  15. EMPRESAS RESIDENTES • EQE-TECNOLOGIA: Área de atuação: eletro-eletrônica, projetos na área aeroespacial controles industriais e nacionalização de equipamentos • NAVCOM - NAVEGAÇÃO e CONTROLE Área de atuação: sistemas de navegação inerciais/GPS, sistemas de automação e controles industriais • CNC PRESS Área de atuação: programação de máquinas CN/CNC, consultorias projetos de ferramentas • MICROVISÃO SISTEMAS Área de atuação: Automação industrial especializada em sistemas de visão computacional

  16. EMPRESAS RESIDENTES - CONTIN. • METAL PLASMA Área de atuação: tratamento de superfícies metálicas com tecnologia a plasma: processos de: nitretação, carbo-nitretação • QUIMLAB - Química e Metrologia Área de atuação: produção de padrões e soluções para calibração de equipamentos e análises químicas e microbiológicas. • INTERCIENTÍFICA - Internacional Científica Ltda. Área de atuação: desenvolvimento, produção e comercialização de kits, reagentes e produtos para laboratórios clínicos: teste do pezinho.

  17. Parceiros institucionais

  18. PRINCIPAIS LINHAS DE FOMENTO • FAPESP PIPE :é um programa que apoia a pesquisa para a inovação tecnológica diretamente na empresa, através da concessão de financiamento ao pesquisador a ela vinculado ou associado. Objetiva fomentar o desenvolvimento de novos produtos de alto conteúdo tecnológico ou processos inovadores, como forma de aumentar a competitividade da empresa e por conseqüência, sua contribuição sócio-econômica para o país PITE: apoia projetos de pesquisa para desenvolvimento de novos produtos com alto conteúdo tecnológico ou novos processos produtivos, propostos conjuntamente por uma empresa de qualquer

  19. FAPESP - CONTIN. de qualquer porte e uma instituição de pesquisa do Estado de São Paulo. A FAPESP financia parte do projeto a cargo da instituição enquan- to a empresa deve oferecer uma contrapartida financeira para cus- tear a parte que lhe cabe desenvolver. Site para consulta: www.fapesp.br

  20. PRINCIPAIS LINHAS DE FOMENTO- CONT. • CNPq - RHAE Programa que tem por objetivo apoiar pesquisa e desenvolvimento tecnológico, através de bolsas para contratação de mão de obra especializada. • Fundos Setoriais Linhas de fomento para desenvolvimento tecnológico que buscam uma maior interação universidade/institutos de pesquisa e empresas Atua em áreas como:gás e petróleo, saúde, aeroespacial, telecomuni- cações, etc. Site para consulta : www.mct.gov.br

  21. INCUBADORA TECNOLÓGICA UNIVAP MUITO OBRIGADO ! Para contato: Orlando de Carvalho Fone: 3949-1149 e-mail : orlando@univap.br