E N D
1. CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011 TEMA
FRATERNIDADE E A VIDA NO PLANETA
2. LEMAA CRIAO GEME EM DORES DE PARTO Rm 8,22 VEJAMOS A ILUSTRAO DO CATAZ
3. CARTAZ CF 2011
4. OBJETIVO GERAL DA CF 2011 Contribuir para a conscientizao das comunidades crists e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanas climticas, e motiv-las a participar dos debates e aes que visam enfrentar o problema e preservar as condies de vida no planeta.
5. OBJETIVOS ESPECIFICOS 1-Viabilizar meios para a formao da conscincia ambiental em relao ao problema do aquecimento global e identificar responsabilidades e implicaes ticas;
6. OBJETIVOS ESPECIFICOS 2-Promover a discusso sobre os problemas ambientais com foco no aquecimento global; (Conscincia Ambiental)
7. OBJETIVOS ESPECIFICOS 3-Mostrar a gravidade e a urgncia dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e articular a realidade.
8. OBJETIVOS ESPECIFICOS 4-Trocar experincias e propor caminhos para a superao dos problemas atuais
9. ESTRATGIAS MOBILIZAR
PROPOR
DENUNCIAR
10. ESTRATGIAS CRIAO: Relao do ser humano com o ecossistema no como dominador, destruidor.
11. VER vdeo: Home, nosso planeta, nossa casa.
12. A questo energtica, crucial na questo do aquecimento global A questo energtica se reveste de grande importncia neste contexto de mudanas climticas provocadas pelo aquecimento global.
13. O crescimento econmico e a vida em sociedade baseados na industrializao capitalista e socialista foram alavancados pelas fontes energticas no renovveis, como os combustveis fsseis, que emitem grandes quantidades de CO2 e vapor de gua, dois dos principais responsveis pelo efeito estufa.
14. O agronegcio, estratgico para o neodesenvolvimentismo Os alimentos, os recursos primrios e absolutamente necessrios para a vida, atualmente, so gerenciados por um mercado denominado comodities. O interesse de quem comanda este mercado o lucro, no a disponibilizao de alimentos para todas as pessoas.
15. O interesse de quem comanda este mercado o lucro, no a disponibilizao de alimentos para todas as pessoas.
16. O modelo de desenvolvimento atual e suas conseqncias A vida e suas dores no contexto do aquecimento global
Biodiversidade ameaada:
17. O QUE BIODIVERSIDADE? Biodiversidade um termo recente que procura abarcar e definir a diversidade biolgica em todas as suas formas: ecossistemas, espcies e genes.
18. O QUE BIODIVERSIDADE? A biodiversidade que conhecemos foi se constituindo ao longo de mais de trs bilhes de anos e estima-se que chegue a cerca de 10 milhes de espcies na terra, das quais apenas um dcimo conhecido.
19. O QUE BIODIVERSIDADE? A biodiversidade de suma importncia, pois, salvaguarda uma srie de processos vitais para o planeta e a humanidade.
20. O escndalo da misria e o aquecimento global A populao mundial ultrapassa os 6,5 bilhes de pessoas, o que representa grande presso por alimentos.
Consumo de bens naturais e industrializados
21. O xodo rural, xodo da natureza O fomento da vida urbana um dos grandes traos da industrializao.
22. A GUA A Assemblia Geral da ONU, em vinte e oito de julho de 2010, com 122 votos a favor e 41 abstenes, aprovou uma resoluo, afirmando que a gua e o saneamento bsico so direitos humanos essenciais.
23. AS GUAS OCENICAS Os oceanos so itens da maior importncia na temtica das guas. As costas litorneas abrigam, em nossos dias. Quase dois teros da populao mundial, e estima-se que, at 2030, chegue a trs quartos.
24. Sustentabilidade, novo paradigma civilizacional O conceito de desenvolvimento sustentvel comeou a ser delineado na dcada de sessenta, ao se introduzirem para a anlise do desenvolvimento das naes, aspectos como a sade, a educao, o trabalho, alm do PIB. Esta metodologia pode detectar melhor a equidade ou a disparidade social existente
25. Trabalhando conceitos: Causas e conseqncias: Efeito estufa o que ?
Aquecimento global?
Intensificao dos fenmenos naturais (chuvas, ciclones, terremotos, seca.. etc..)
26. Mudana Comportamental Consumo sustentvel
Solidariedade
(Fraternidade com a Vida)
Solidariedade de espcie.
27. Fontes Renovveis ENERGIAS SUJAS
USINA NUCLEAR /
DESMATAMENTO
AGRONEGCIO (MONOCULTURA AGROTXICO)
QUESTO DE SOBREVIVNCIA
COMODITTES
28. (NEODESENVOLVIMENTO) GLOBALIZACO NEODESENVOL VIMENTO GLOBALIZACO
29. Responsabilidades
PESSOAL-SOCIAL
GOVERNAMENTAL
(ENVOLVIMENTO ECONOMICO)
INDIVIDUAL
30. Responsabilidades Biodiversidade ameaada-
A vida que geme em dores de parto / fome misria generalizada (decorrente deste modelo de consumo individualista
Economia de mercado) mobilidade de espcies (humana/
xodo rural- animais saindo de seu habitat natural)
31. Responsabilidades Enchimentos dos grandes centros urbanos (violncia- impactos scio-cultural) o processo decorrente de escassez e privatizao da gua doce.
A vida nas guas ocenicas poluio desastres ecolgicos cada vez de maiores propores.
32. Responsabilidades Desenvolvimento (mudanas e crescimento continuam)
Sustentabilidade: harmonizar vertentes (economia- meio ambiente e bem estar social)
Consumo sustentvel. tica do cuidado
33. JULGAR
34. JULGAR Mas houve quem entendesse que o ser humano era dono absoluto do planeta.
O verbo submeter, em hebraico, kabash, no contexto da cultura semita tem como foco principal a terra e o seu cultivo, e o verbo dominar traduo do hebraico radah, que possui o sentido de cultivar, organizar e cuidar.
35. JULGAR Palavra de Deus teologia (o Nosso Deus o Deus da vida) Deus criador harmonia: leitura errnea do texto da criao: Resgate teolgico (teologia da criao). Chave de leitura chave ecolgica
36. O lugar do ser humano na criao O ser humano integrado Criao conexo ecolgica (um olhar holstico COSMO
Dominar Submeter governar traduo no contexto bblico da cultura semita (cultivar cuidar- pastoreio)
Dupla responsabilidade: com a criao e as coisas criadas DOMINAR x CULTIVAR
37. A atualidade da advertncia aos primeiros pais no paraso Se por um lado, o progresso cientifico e econmico, poltico e social da modernidade trouxe contribuies para o bem da humanidade, de outro introduziu muitas situaes que atentam contra a vida em sua dimenso planetria.
38. A atualidade da advertncia aos primeiros pais no paraso Os detentores do poder quiseram comer da rvore do bem e do mal, utilizando de modo destrutivo do bem do planeta, ao ponto e que as condies para a vida se encontram seriamente ameaadas, com o efeito estufa e as mudanas climticas.
39. A atualidade da advertncia aos primeiros pais no paraso Nunca como hoje, os frutos desta rvore da vida se mostram ao mesmo tempo mais fascinantes e mais ameaadores.
As ameaas no vm evidentemente das cincias e das tecnologias consideradas em si mesmas.
40. A atualidade da advertncia aos primeiros pais no paraso Essas, podem se constituir em instrumentos preciosos para se desvendar e melhor usufruir das maravilhas da criao.
41. O descanso e o sentido autntico da criao Deus nos d este mundo para que vivamos numa solidariedade geradora de bens.
Ento podemos nos interrogar: que Deus acrescentou com o descanso s obras da Criao, se j a havia concludo no sexto dia?
42. O descanso e o sentido autntico da criao O que ainda faltava para a criao, se j se encontrava acabada?
A resposta o prprio descanso, do qual emergem a bno e a santificao do stimo dias, ou seja, Deus conclui a criao com sua beno.
43. O dia do descanso e a ressurreio de Cristo Ns cristos entendemos que o sentido original do dia festivo est na celebrao do Senhor.
No por acaso que o dia da festa da ressurreio visto pela Igreja como o primeiro dia da semana. Se para Deus, o sbado da criao era o stimo dia, para as pessoas que haviam sido criadas no sexto dia, o sbado era o primeiro dia que experimentavam.
Descanso no stimo dia- abenoa e entra em relao com a obra criada. Na modernidade concepo de tempo alterou as relaes de trabalho
44. ACELERACO DO TEMPO Resgate da GRATUIDADE. Ressurreio de Jesus o jardim lugar da vida e no da morte, encontro com a mulher (vida nova esperana) sentido escatolgico. Preocupao com a fonte da vida Dt 22,6. Retomar a vida em todas as suas dimenses. Qual o custo social das relaes.
45.
No deserto, uma lio de consumo responsvel
O consumo do man
Apodrecer um smbolo das conseqncias do acumulo do desnecessrio.
46.
Entrando na terra prometida
A terra repartida de modo a evitar a concentrao de bens, e conseqentemente de poder, Entre estes se repartir a terra em herana de modo proporcional ao nmero de pessoas (Nm 26,53).
47. JESUS VENCE TENTAES Tentaes resistir ao TER SER PODER
O tentador diz a Jesus depois de quarenta dias de jejum, Se s filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pes (Mt 4,3) Ele rejeita essa tentao, pois ceder significaria mudar a finalidade da natureza em benefcio prprio, sem respeit-la.
48. A participao das Igrejas neste processo
Igreja Catlica
Na ocasio em que foi realizado o Conclio Ecumnico Vaticano II, as questes ambientais j eram descrito em vrios documentos da igreja.
Igrejas membros do CONIC
As igrejas vm se pronunciado com freqncia sobres s ameaas do meio ambiente.
Considerao acerca da criao
49. A abordagem teolgica A abordagem teolgica
Criao do Esprito
A criao e a Eucaristia
O pecado e sua dimenso ecolgica
O Cuidado
So Francisco e a criao pegada Ecolgica dores de parto nos imbuir de esperana testemunho de so Francisco de Assis
50. AGIR
51. PROPOSTA PARA AGIR Resgatar o sentido proftico do domingo
As populaes precisam estar atentas e lutarem para algumas melhorias em suas cidades que contribuem para o seu bem estar, sade e cuidado com o meio ambiente.
Resgatar o carter proftico do domingo
Consumo ecolgico sustentvel
52. Exerccio de pegada ecolgica
Atitudes pessoais
Saneamentos bsicos
Rever o transporte publica utilizar energias limpas- ciclovia uma alternativa
Reivindicar espaos de parques etc.
Criao e fortalecimento dos conselhos municipais do meio ambiente
Regionais dioceses parquias conscientizao envolvimento
53. CONVERSO QUE ESTA QUARESMA NOS LEVE A UMA CONVERSO SINCERA; PARA CUIDARMOS MELHOR DO NOSSO MEIO AMBIENTE