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GEST O AMBIENTAL

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    1. 1 GESTÃO AMBIENTAL Gestão Integrada 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    2. 2 Objetivo Capacitar Alunos a serem profissionais de Gestão Integrada na área industrial Visualizar novos parâmetros existente no profissional globalizado e moderno com visão sistêmica de processo. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    3. 3 Sistema de Gestão Um conjunto em qualquer nível de complexidade, de pessoas, recursos, políticos e procedimentos; que integram-se de forma organizada para certificar o resultado de um trabalho com eficácia ou dentro do nível de tolerância. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    4. 4 Sistema de Gestão Integrada Denomina-se como sendo o sistema de gerência que engloba QAULIDADE, SEGURANÇA, SAÚDE OCUPACIONAL, RESPONSABILIDADE SOCIAL e Meio AMBIENTE, permitindo garantir sempre a melhoria continua dos processos, projetos serviços, produtos, etc. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    5. 5 Gestão da Qualidade Consiste numa administração na qual uma organização / empresa conduz seus negócios para satisfazer seus clientes internos e externos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    6. 6 Gestão Segurança e Saúde Ocupacional É a administração do planejamento, organizada, controlada de uma execução de trabalho que resulta em prevenir e extinguir acidentes do trabalho 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    7. 7 Responsabilidade Social Consiste em encontrar aspectos que auxiliam as empresa a fornecer aos colaboradores: Tratamento Leal; Ambiente adequado; Remuneração justa. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    8. 8 Sistema de Gestão Ambiental Consiste no modelo administrativo e produtivo de gerir o negócio com aproveitamento sustentável dos recursos naturais, através de condutas e procedimentos de avaliação continuada medindo os interesses e conflitos sócio econômicos utilizando os parâmetros e técnicas de sustentabilidade. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    9. 9 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    10. 10 Gestão Integrada Visualizar o conjunto como sistema. Gravar e compreender as quatros bases fundamentais do sistema. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    11. 11 Interação e Interação Funcional 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    12. 12 Gestão Ambiental Diretrizes e atividades sistematizadas com o objetivo de obter efeitos positivos sobre o meio ambiente, seja reduzindo ou eliminado os danos, seja evitando que estes ocorram. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    13. 13 Intenção Preliminar Desenvolvimento Sustentável Erradicar a pobreza Qualidade de vida Crescimento populacional sustentável Uso racional dos recursos naturais Economia e meio ambiente como parte das decisões. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    14. 14 Cronologia Século XX até 1972 – fase inicial, abordagem pontual desvinculada dos processo de desenvolvimento 1972 até 1992 – Segunda fase, busca de uma nova relação entre meio ambiente e desenvolvimento A partir de 1992 – Desenvolvimento Sustentável. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    15. 15 Política Ambiental Constitui-se na declaração de princípios e intenções da empresa em relação ao seu desempenho ambiental, e que devem nortear o planejamento de ações e o estabelecimento de seus objetivos e metas ambientais (ISO 14001) 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    16. 16 Princípios SGA Conhecer o que deve ser feito. Assegure o comprometimento da empresa e defina sua política de meio ambiente Elabore o Plano de ação para tender aos requisitos de sua política ambiental Assegure condições para o cumprimento dos objetivos e metas ambientais e implemente as ferramentas de sustentação necessárias 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    17. 17 Princípios SGA Realize avaliações quantitativas periódicas do desempenho ambiental da empresa Revise e aperfeiçoe a política de meio ambiente, ao objetivos e metas ambientais e as ações implementadas para assegurar a melhoria continua do desempenho ambiental da empresa. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    18. 18 Vantagens Melhoria da imagem Aumento da produtividade Conquista de novos mercados Gestão ambiental sistematizada Integração da qualidade ambiental e negócios Melhoria da comunidade 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    19. 19 Vantagens Eliminação de desperdícios Produção com menor custo Segurança legal Controle nas falhas Redução de impactos ambientais Padronização da produção 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    20. 20 Licenças Ambientais Lei do Meio Ambiente Licença Prévia Licença de Instalação Licença de Funcionamento Sanções Aplicáveis na Ausência de LA Certificado de Registro Ambiental Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    21. 21 Lei do Meio Ambiente n.º 9.605 FEV 1998 Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    22. 22 Lei n.º 9.605 FEV 1998 Art 1º As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente são punidas com sanções administrativas, civis e penais, na forma estabelecida nesta Lei. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    23. 23 Art 2º quem de qualquer forma, concorrer para a prática dos crimes previstos nesta Lei, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade bem como o Diretor, O Administrador, o Membro do conselho e órgão técnico, o Auditor, o Gerente, O preposto ou Mandatário de pessoa jurídica, que sabendo da conduta criminosa de outrem deixar de impedir a sua prática, quando podia agir para evitá-la. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    24. 24 Licenciamento Ambiental O licenciamento ambiental é o procedimento administrativo por meio do qual o Órgão competente licencia a localização, a instalação, a ampliação e a operação dos empreendimentos e atividades que utilizam recursos ambientais, ou que são efetiva ou potencialmente poluidoras, ou que de alguma forma podem degradar o meio ambiente. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    25. 25 Quem Compete Licenciar Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA Gabinete do Secretário Coordenadoria de Informações Técnicas, Documentação e Pesquisa Ambiental – CINIP Fundação florestal Grupo técnico de Educação e Cidadania Coordenadoria de Planejamento Ambiental Coordenadoria de Comunicação Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais Outros 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    26. 26 Licencia Prévia A licencia prévia insere-se no processo de Avaliação de impacto Ambiental (AIA) do empreendimento, e é concedida na fase preliminar de planejamento da atividade, servindo para aprovar a sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental do empreendimento e estabelecendo os requisitos e as condicionantes básicas que estarão sendo exigidas nas fases subseqüentes do licenciamento. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    27. 27 A Licencia prévia é expedida posteriormente ao Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), e tanto quanto o EIARIMA aplica-se apenas aos empreendimentos com significativo potencial de impacto ao meio ambiente. Portanto, em geral, não cabe cogitar de Licença Prévia para micro e pequenos empreendimentos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    28. 28 O CONAMA obriga a apresentação de EIA/RIMA para as atividades que discrimina: Irrigação, Extração Mineral, Aterros Sanitários, Destino final de resíduos tóxicos ou perigosos, complexos industriais e agro industriais petroquímicos, siderúrgicos, etc. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    29. 29 Licença de Instalação Para micro e pequenas empresas é mais apropriado dizer que a primeira licença a ser obtida nos órgãos licenciadores é a Licença de Instalação. LI analisa a adequação ambiental do projeto do empreendimento ao local escolhido pelo empreendedor Aqui se processa toda análise do projeto inicial do empreendimento. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    30. 30 Licença de Funcionamento Após a Licença de Instalação, e observadas todas as condutas do projeto na obediência da legislação ambiental e para dar início as atividades do empreendimento faz-se necessário a Licença de Funcionamento. O CONAMA estabelece que o prazo de validade da Licença de Funcionamento é de no mínimo 4 anos e no máximo de 10 anos. Há necessidade pelas Leis estaduais a renovação da Licença de funcionamento a cada 5 anos Também exige-se a renovação em casos de ampliação e modificação do projeto inicial. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    31. 31 Sansões na Ausências de Licenças Ambientais Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar estabelecimento, obras ou serviços potencialmente poluidoras, sem a competente licença dos Órgãos competentes, ficam sujeitas as penalidades administrativas estabelecidas pela legislação As Penalidades são: Advertência, Multa, Interdição temporária ou definitiva, Embargo de obras, Demolição, Suspensão de financiamento e benefícios fiscais, Apreensão ou recolhimento temporário ou definitivo dos equipamentos e Pena Criminal. O governo Federal tem estabelecido novos patamares de valores de multas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    32. 32 Certificado de Registro Todo aquele que se dedica a atividade se dedica a atividades potencialmente poluidoras e à extração, produção, transporte e comercialização de produtos e subprodutos da flora, fauna e pesca deve obter Certificado de Registro – CR no Cadastro Técnico Federal das Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais, mantido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) Tem prazo de validade anual (Março/ano) 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    33. 33 Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental Taxa que custeia a ação fiscalizadora do IBAMA O fato desta taxa é recuperar os impactos do negócios face ao exercício de atividades potencialmente poluidoras ou utilizar dos recursos naturais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    34. 34 Impactos Ambientais 4.3.1 Degradação Ambiental 4.3.2 Poluição Atmosférica 4.3.3 Efeito Estufa 4.3.4 Chuva Ácida 4.3.5 Buraco na Camada de Ozônio 4.3.6 Contaminação da Águas 4.3.7 Prevenindo Impactos Ambientais 4.3.8 Impactos sobre Uso das águas 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    35. 35 Degradação Ambiental A escalada do progresso técnico humano pode ser medida pelo seu poder de controlar e transformar a natureza. Quanto mais rápido o desenvolvimento tecnológico, maior o ritmo de alterações provocadas no meio ambiente. Cada nova fonte de energia dominada pelo homem produz determinado tipo de desequilíbrio ecológico e de poluição. A invenção da máquina a vapor, por exemplo, aumenta a procura pelo carvão e acelera o ritmo de desmatamento. A destilação do petróleo multiplica a emissão de gás carbônico e outros gases na atmosfera. Com a petroquímica, surgem novas matérias primas e substâncias não bio-degradáveis, como alguns plásticos. Gerando o: Desequilíbrio, Desperdício, Lixo, Resíduos Radioativos e Poluição; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    36. 36 Poluição Atmosférica Gases Tóxicos – A emissão de gases tóxicos é o maior fator de poluição da atmosfera. Uma das principais fontes é a combustão do petróleo e seus derivados. Nas grandes cidades, por exemplo, cerca de 40% da poluição do ar resultam da queima de gasolina e óleo diesel pelos veículos automotores, responsáveis pela emissão de monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. As refinarias de petróleo, industrias químicas e siderúrgicas, fábricas de cimento e de papel também emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, além de resíduos sólidos que ficam em suspensão na atmosfera. Nos seres humanos a poluição atmosférica pode provocar distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso e em órgãos vitais e até câncer. Em centros urbanos muito poluídos, como São Paulo ou cidades do México, esses distúrbios tendem a agravar-se no inverno, quando ocorre o fenômeno conhecido como inversão térmica: Uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera que aprisiona o ar mais quente impedindo a dispersão dos poluentes. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    37. 37 Efeito Estufa O carbono presente na atmosfera garante uma das condições básicas para a existência de vida no planejar: a temperatura. A Terra é aquecida pelas radiações infravermelhas emitidas pelo Sol. Essas radiações chegam à superfície e são refletidas para o espaço. O carbono forma uma redoma protetora que aprisiona parte dessas radiações infravermelhas e as reflete novamente para a superfície. Isso produz um aumento na temperatura média do planeta. Sem o carbono na atmosfera a superfície seria coberta de gelo. O excesso de carbono, no entanto, tenderia a aprisionar mais radiações infravermelhas, produzindo o chamado efeito estufa: a elevação da temperatura média a ponto de reduzir ou até acabar com as calotas de gelo que cobrem os pólos. Os cientistas ainda não estão de acordo se o efeito estufa já esta ocorrendo, mas preocupam-se com o aumento do dióxido de carbono na atmosfera a um ritmo médio de 1% ao ano. A queima da cobertura vegetal nos países subdesenvolvidos é responsável por 25% desse aumento. A maior fonte, no entanto, é a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, principalmente nos países desenvolvidos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    38. 38 Chuvas Ácidas A queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob forma de vapor de água. O resultado são as chuvas ácidas: as águas da chuva, assim como geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações. Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos montes Apalaches também está alterado apresentando uma acidez muito maior que a das áreas vizinhas. Monumentos históricos também estão sendo corroídos: a Acrópole, em Atenas; o Coliseu, em Roma; O Taj Mahal, na Índia; e as catedrais de Notre Dame, em París, e de Colônia, na Alemanha. Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição da mata atlântica e desabamentos de encostas. A usina termoelétrica de Caniota, em Bajé, no rio Grande do Sul, provoca a formação de chuvas ácidas no Uruguai. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    39. 39 Contaminação das Águas As águas também são o destino final de quase toda a poluição do meio ambiente. Tudo o que é jogado em ralos de pias, em bueiros, privadas ou mesmo nos quintais, acaba interferindo no ciclo natural da água. A maior parte dos poluentes da atmosfera reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas. Nas cidades e nas regiões agrícolas, substâncias tóxicas não-biodegradáveis são lançadas sem tratamento em córregos, lagos, rios e mares. Quando jogadas no solo ou enterradas no subsolo, atingem e contaminam os lençóis subterrâneos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    40. 40 Rios Poluídos Seus principais agentes poluidores são os agrotóxicos usados na lavoura, detergentes e sabões em pó, lixo industrial e urbano, e metais pesados, como chumbo, cádmio, arsênio e mercúrio, utilizados na industria e na mineração. Nos grandes centros urbanos, esgotos e lixo orgânico lançados tem tratamento nos rios acabam com toda flora e fauna aquáticas. A matéria orgânica dissolvida alimenta inúmeros microorganismos que, para metabolizá-la, consomem o oxigênio das águas. Cada litro de esgoto consome de 200 a 300 miligramas de oxigênio, o equivalente a 22 litros de água. Se a carga de esgoto for superior à capacidade de absorção das águas, o oxigênio desaparece, interrompendo a cadeia alimentar e provocando a morte da fauna. Isso ocorre com freqüência em várias regiões do Brasil, como na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, ou na represa Billings, em São Paulo. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    41. 41 Mares Poluídos Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nas águas doces, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de cargas orgânicas no mar leva à proliferação de microrganismos consumidores de oxigênio. Em grande quantidade, esses microorganismos formam as chamadas “mares vermelhas”: as águas ficam escuras, matam peixes e os frutos do mar tornam-se tóxicos para o consumo humano. Em junho de 1994, milhares de focas aparecem mortas no litoral da Nambia, na África, provavelmente devido à maré vermelha que atingiu o atlântico sul em março e abril. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    42. 42 Poluição por Petróleo O petróleo é considerado o principal poluente do ambiente marinho. Vazamentos em poços petrolíferos marítimos, em terminais portuários, em navios petroleiros e a limpeza de seus tanques são responsáveis pelo despejo anual de 1 milhão de toneladas de óleo nos oceanos. O óleo espalha-se pela superfície e forma uma camada compacta que demora anos para ser absorvida. Isso impede a oxigenação da água, mata a fauna e a flora marinhas e altera o ecossistema. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    43. 43 Prevenindo os Impactos Ambientais Mais intolerância com a desorganização, a sujeira, o desperdícios, o descuido, os riscos de acidentes; Verificar a necessidade de obtenção de licença dos órgãos ambientais; Evitar desmatamento, face a fauna, a flora, erosão; Observar mortes de animais e vegetação prematuramente; Aplicação dos 4’s ERRES – Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Refletir; Economia de energia; Intensificar a educação ambiental nas escolas e empresas; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    44. 44 Reduzir Reduzir o uso de recursos naturais, diminuindo os enormes desperdícios que existem em toda parte; Reduzir é consumir menos materiais e energia, e assim economizarmos nosso dinheiro e os recursos naturais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    45. 45 Reutilizar Reutilizar os materiais, fazendo com que um mesmo recurso natural tenha tantos usos quanto possível; Reutilizar um material é dar outro uso na forma em que se encontra. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    46. 46 Reciclar Reciclar, retornando ao sistema produtivo humano os materiais já utilizados e descartados, evitando=se, ao mesmo tempo, que eles se tornem lixo e que novos recursos naturais sejam necessários para suprir as necessidades da sociedade; Reciclar é aproveitar o material usado como matéria prima para a produção de um outro bem. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    47. 47 Refletir Refletir o Desenvolvimento Sustentável, como sendo o desenvolvimento das atuais gerações não pode comprometer a capacidade de futuras gerações de verem satisfeitas as suas necessidades; Refletir é ter disciplina e inovar harmonicamente com a natureza respeitando-a como ser vivo. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    48. 48 Redução de Resíduos É de suma importância a proteção ambiental com aplicação de redução de resíduos, impondo medidas de controle após o ponto de geração de resíduos e ou mesmo após os danos ambientais já terem ocorridos. Para minimização de resíduos deve-se observar três áreas importantes para o homem: - Ar, Água e solo. Onde verifica-se que os principais pontos da poluição nesses ambientes são os resíduos sólidos, líquidos e gasosos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    49. 49 Princípios da Prevenção à Poluição (P2) A preservação e o controle da poluição ambiental deve ser exercidos de acordo com a seguinte ordem de gerenciamento: A poluição deve ser prevenida na sua fonte; A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte deve ser seus respectivos resíduos / poluentes RECICLADOS de forma ambientalmente segura; A poluição que não puder ser prevenida na sua fonte ou ter seu respectivos resíduos / poluentes reciclados deve ser TRATADO de forma ambientalmente seguro; A disposição em outra forma de liberação para o meio ambiente deve ser empregada somente em ultimo recurso e deve ser condicionada de forma ambientalmente seguro; Reciclagem do processo – Uso direto, reutilização ou recuperação do material residual dentro do processo; Tecnologia limpa (clear Prodution), tecnologia de baixa geração ou geração zero de resíduos; )bio-degradáveis, biodisel, energia aeólica, energia solar, motor elétrico); A P2 é mencionada na proposta preliminar da Norma ISO 14000 como um modelo de gestão. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    50. 50 Aspectos da Minimização da Poluição Na avaliação para criação, ampliação ou alteração do processo produtivo de deve-se observar os seguintes aspectos: A adoção de medidas para avaliação, controle e prevenção da poluição ambiental de suas atividades nos vários componentes do meio ambiente ; O gerenciamento do uso e conservação das formas de energia utilizadas; O uso racional e econômica de matéria-prima e de transporte; O uso racional, conservação e reutilização com reciclagem de água do processo; A minimização, reciclagem, tratamento ou disposição segura de resíduos sólidos, líquidos e gasosos; O aperfeiçoamento de métodos de produção, com o objetivos de torná-los menos agressivos ao meio ambiente; O planejamento de produtos, com vistas a eliminar ou minimizar seus efeitos negativos sobre o meio ambiente; A prevenção e limitação de acidentes; A conscientização, treinamento e motivação dos funcionários quanto aos cuidados para com a preservação ambiental; A informação ao público externo sobre as atividades da instrução e relacionamento com a comunidade localizada em seu entorno e, também do direito de conhecimento de riscos involuntários a que está submetida. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    51. 51 Importância da Minimização de Resíduos Otimizar o uso de seus recursos disponíveis (água, energia, matéria prima, etc); Reduzir os custos envolvidos no tratamento de resíduos, na compra de matérias primas e nos processos produtivos; Operação de forma ambientalmente segura e responsável; Estratégia viável de promover o desenvolvimento sustentável de uma organização; Melhoria da eficiência do processo; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    52. 52 Benefícios da Minimização de Resíduos Aumento da conscientização ambiental; Aumento do desempenho ambiental; Redução de custos e melhoria da competitividade; Um passo para certificação ISSO 14000; Melhoria imagem pública da empresa; Exemplo para outras empresas; Estimula os concorrentes 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    53. 53 Barreiras Existentes Controle de Resíduos Necessidade de capital; Especificação técnicas dos insumos e equipamentos; Regulamentação legal; Qualidade do produto e aceitação do consumidor; Preocupação com produção imediata; Disponibilidade de tempo e de técnica especializadas; Resistência a mudança. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    54. 54 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    55. 55 TABELA I, II E III “ Transparência” 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    56. 56 Redução na Fonte Alteração de Matéria prima Alteração de Tecnologia Mudanças de Procedimentos/ práticas Operacionais 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    57. 57 Reciclagem Reuso Recuperação 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    58. 58 Necessidades da Reciclagem Proximidade da instalação de re-processamento; Custos de transportes dos resíduos; Volume dos resíduos disponíveis para o re-processamento; Custos de estocagem do resíduos no ponto de geração ou fora do local de origem 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    59. 59 Armazenamento O armazenamento de resíduos gera custo operacional de forma que manter o controle eficaz, permite em ser responsável, interna e externamente (co-responsável) 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    60. 60 Manuseio, Acondicionamento e Armazenamento Toda empresa deve possuir um sistema de coleta, manuseio e armazenamento para seus resíduos. O armazenamento deverá atender a Portaria Ministerial n. 124 de 20/08/80 e as NB 1183 “Armazenamento de Resíduos Sólidos perigosos” e NB 1264 “Armazenamento de resíduos Sólidos Classes II e III – ABNT, NB 98 – “ Armazenamento e Manuseio de líquidos inflamáveis. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    61. 61 Aspectos Importantes Treinamento de pessoal Segregação Acondicionamento Transporte Interno e Externo Armazenamento Emergência 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    62. 62 Cuidados no armazenamento Segurança Isolamento Sinalização Controle de Operação 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    63. 63 Armazenar com Proteção Ambiental Impermeabilização inferior da área Colocação de cobertura Instalação sistema de drenagem de águas pluviais e de líquidos percolados e derramamentos acidentais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    64. 64 Classificação de Resíduos A classificação de resíduos é muito complexa, pois exige uma análise minuciosa de partes homogênea e heterogênea de materiais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    65. 65 Classificação de Resíduos São considerados resíduos sólidos industriais os resíduos em estado sólido e semi-sólido que resultem da atividade industrial, incluindo-se ao lados provenientes das instalações de tratamento de águas residuais, aqueles gerados em equipamentos de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d´água, ou exijam para isso, soluções economicamente inviáveis, em face da melhor tecnologia disponível. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    66. 66 As decisões técnicas e econômicas tomadas em todas as fases do trato do resíduos sólidos industriais (manuseio, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte e disposição final), deverão estar fundamentadas na classificação dos mesmos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    67. 67 ABNT – Associação Brasileira de Norma Técnica ABNT significa a norma que editou um conjunto de normas para padronizar a nível nacional, a classificação dos resíduos. NBR 10004 – Resíduos Sólidos – Classificação NBR 10005 – Lixiviação de resíduos – Procedimento NBR 10006 – Solubilização dos resíduos – Procedimento NBR 10007 – Amostragem de resíduos - Procedimento Esse conjunto de normas está bastante completo e permite a qualquer interessado a classificação de resíduos 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    68. 68 Classificação de resíduos ABNT agrupa em três classes de resíduos: Classe I - Perigosos Classe II - Não Inertes Classe III - Inertes 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    69. 69 Classificação de resíduos – ABNT 10004 ABNT 10004 – Classifica os resíduos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e a saúde pública, indicando quais resíduos devem ter manuseio e destinação mais rigidamente controlados; A classificação proposta baseia-se fundamentalmente nas características dos resíduos em LISTAGEM de resíduos reconhecidamente perigosos e em listagem de padrões de concentração de poluentes 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    70. 70 LISTAGEM - ABNT 10004 Listagem 1 – Resíduos perigosos de fontes não específicas Listagem 2 Resíduos perigosos de fontes específicas Listagem 3 Constituintes perigosos – base para relação dos resíduos e produtos das listagens 1 e 2 Listagem 4 – Substâncias que conferem periculosidades aos resíduos Listagem 5 – Substâncias agudamente tóxicas Listagem 6 – Substâncias tóxicas Listagem 7 – Concentração – Limite máximo no extrato obtido no teste lixiviação 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    71. 71 Listagem ABNT - 10004 Listagem 8 – Padrões para o teste de solubilização Listagem 9 – Concentrações Máximas de poluentes na massa bruta de resíduos utilizados pelo Ministério do Meio Ambiente da França para Classificação de Resíduos Listagem 10 – Concentração mínima de solventes para caracterizar o resíduo como perigoso. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    72. 72 Para Avaliar Produto / Resíduo É necessário um conhecimento ´prévio do processo industrial para identificar as substâncias presentes ao mesmo e verificação da sua periculosidade; Muitas vezes quando não conhecemos o material a experiência do avaliador e a presença de um especialista (Químico) é fundamental para classificação e enquadramento do resíduo; Ao avaliar resíduos sólidos deve-se ater a retirar amostra que possibilite a realização de todo corpo do material; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    73. 73 Avaliando Resíduo Usa-se o principio da amostragem muitas vezes realizados no período, caracterizando no final uma análise quantitativa; Tratando-se de produto homogêneo amostra do resíduo avaliado dar resultados satisfatório para o avaliador. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    74. 74 Resíduos Classe I - PERIGOSOS São RESÍDUOS SÓLIDOS ou MISTURA DE RESÍDUOS que em função de suas CARACTERISITCAS da inflamabilidade, corrossividade, reatividade, toxicidade e patogenieidade, podem provocar risco a saúde pública provocando ou contribuindo para um aumento de mortalidade ou incidência de doenças e/ou apresentar efeitos adversos ao meio ambiente, quando manuseado ou deposto de forma inadequada; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    75. 75 Classe I - Perigosos Estão na listagem 1 e 2 Resíduos Perigosos; A NBR 10005 determina que no teste de Lixiviação de resíduo, quando houver o resultado na análise teores de poluentes no extrato lixiviado em concentração superior aos padrões da Listagem &, serão considerados e classificados como PERIGOSOS; Os valores padronizados nessa Listagem 7 se referem exclusivamente a alguns METAIS PESADOS e PESTICIDAS; Isso implica dizer lixiviação aplica-se somente a aqueles resíduos que apresentam entre seus constituintes um ou mais dos elementos e substâncias constantes da Listagem 7 da NBR 10004; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    76. 76 Classe I - PERIGOSO São ainda classificados como resíduos perigosos os restos de embalagens contaminados com substâncias da Listagem 5 e os resíduos de derramamento ou produtos fora de especificação de qualquer substâncias das listagens 5 e 6; Qualquer outro resíduo, que se supõe ser tóxicos e que não conste destas listagens, deverá ter sua classificação baseada em dados bibliográfico disponíveis, uma vez que os testes de toxicidades a organismo superiores (DL 50 oral ratos, CL 50 inalação ratos ou DL 50 dérmica coelhos) não são usuais entre nós. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    77. 77 Resumo classe I Perigoso Listagem 1,2,3,5,6 e 7; Listagem 3 -? Base para 1 e 2 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    78. 78 Resíduo Classe II – Não Inertes São classificados como Classe II ou resíduos não inertes os resíduos sólidos ou mistura de resíduos sólidos que não se enquadram na Classe I – Perigosos ou na Classificação III – Inertes; Estes resíduos podem ter propriedades tais como combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    79. 79 Resíduos Classe III - Inertes São classificados como Classe III os resíduos inertes ou resíduos sólidos ou mistura de resíduo sólido, que submetido ao teste de SOLUBILIZAÇÃO (NBR 10006), não tenham de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões definidos na Listagem 8; Ex: Rocha, tijolos, vidros, plásticos, borrachas. Não são facilmente decomposto. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    80. 80 Observação Geral de Resíduos Como ficou demonstrado os resíduos são classificados em função de suas propriedades FISICAS, QUMICAS OU INFECTO CONTAGIOSOSAS e como base na identificação de contaminantes em sua massa, conclui-se que essa identificação é bastante complexa em inúmeros casos, face a limitações de laboratórios nacionais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    81. 81 ABNT 10007 Relaciona os procedimentos a serem adotados em uma campanha de amostragem, acrescidas numa avaliação ainda melhor. Age da seguinte forma: 1) o n.º de amostra esta entre 4>x<4; 2) O resíduo deve ser amostrado logo após a sua geração. Quando estocado ao ar livre pode ter seus constituintes previamente liberado ao meio ambiente, mascarando os resultados obtidos; 3) Caso seja necessário amostrar resíduos estocados ao ar livre, as amostras devem ser tomadas a profundidades superiores a 15 cm; 4) Sempre que possível, as amostras devem ser compostas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    82. 82 Resíduos da Listagem 4 Os resíduos quando não iniciado ou identificado nas listagens 1 e 2 ou 5 e 6, DEVEM ser avaliados quanto à presença em sua composição de substâncias constantes da Listagem 4 – Substâncias que conferem periculosidade aos resíduos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    83. 83 Listagem 4 São resíduos tóxicos, cancerígenos, mutangênicas ou teratogênica aos seres vivos e ao homem. Aconselha-se também avaliar outros fatores, tais: Natureza da toxicidade apresentada pelo resíduo; Concentração do constituinte no resíduo; Potencial que o constituinte tem de migrar do resíduo para o ambiente sob condução impróprias do manuseio; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    84. 84 Listagem 4 4) Resistência do constituinte ou de qualquer produto tóxico de sua degradação; 5) Potencial que o constituinte, ou qualquer produto constituintes não perigosos considerando-se a velocidade em que ocorre sua degradação; 6) Extensão em que o constituinte ou os produtos de sua degradação são capazes de bioacumular nos ecossistema. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    85. 85 Se após considerar resíduos na classificação 4, e não forem identificados como 4 deve-se então avaliar sua periculosidade real através da comprovação de pelo menos uma das seguintes características: - Inflamabilidade; - Corrossividade; - Reatividade; - Toxicidade ou Patogenicidade. Persistindo a dúvida volta-se ao estudo mais refinado neste estágio aos procedimentos da avaliação da Listagem 4. Neste ponto já é possível classificar o resíduo como PERGIOSO ou não; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    86. 86 Se for classificado como não perigoso, o próximo passo é submetê-lo ao teste de SOLUBLIZAÇÃO NBR 10006. Aos resultados encontrados na análise do extrato do teste de solubilização cruza-se com os padrões da Listagem 8, Classificação como Inertes ou Não Inertes. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    87. 87 Resíduos Industriais Aos olhos da Norma preocupa-se em estabelecer medidas preventivas para as empresas observar o destino final dos resíduos industriais, sejam eles, sólidos, líquidos ou gasosos, e como deverão ser eliminados adequadamente dos ambientes de trabalho de modo a proteger a saúde e a integridade física dos trabalhadores e a sociedade. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    88. 88 Resíduos Gasosos Deverão ser eliminados dos locais de trabalho a través de métodos, equipamentos ou medidas adequadas, sendo proibido o lançamento ou liberação nos ambiente de trabalho de quaisquer contaminantes gasosos sob a forma de matéria ou energia, direta ou indiretamente. § 1º As medidas , métodos e equipamentos ou dispositivos de controle do lançamento ou liberação dos contaminantes gasosos deverão ser submetidos ao exame e a aprovação dos órgãos competentes do TEM, avalizando amostra do AR. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    89. 89 Resíduos Líquidos e Gasosos Os resíduos deverão ser convenientemente tratados, dispostos e retirados do limite da industria e sociedade para evitar risco a saúde e segurança. Os resíduos de alta toxicidade, periculosidade ou alto risco biológico e radioativo deverão ser dispostos com o conhecimento e acompanhamento e a análise de entidades especializadas, poder público ou vinculadas, e no campo de sua competência. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    90. 90 Qualquer lançamento dos resíduos líquidos ou sólidos nos recursos naturais “água e solo” , sujeitar-se-á a legislação pertinentes nos níveis Federal, Estadual e Municipal. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    91. 91 Amostragem de: Agentes Químicos – Pag, 351; Poeiras Minerais; Agentes Químicos; Agentes Biológicos; Radiação Ionizantes; Radiação não ionizantes; Gráfico de análise de resíduo; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    92. 92 Síntese da Avaliação de Resíduo Classe I – Listagem 1,2,4,5,6 e 7, NBR 10005, NBR10004; Classe II – Não classe I e III; Classe III – NBR 10006 e Listagem 4 e 8. Obs.: Listem 9 e 10 servem para avaliar níveis de concentração máxima e mínima de resíduos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    93. 93 Identificação das Fontes Poluidoras Conceitos a serem visualizados: vários tipos de poluição do ar; Fontes – de origem natural; de transportes; de industriais; impacto ambiental; controle de poluição; equilíbrio e ruptura de equilíbrio ambiental; Saúde e qualidade de vida; Cidadania. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    94. 94 Objetivo: Identificar algumas fontes de poluentes emitidos para o ar atmosférico. Introdução: Vários tipos de poluição atmosférica, como por exemplo: Poluição de origem natural – resultante de processo naturais, como poeira, nevoeiros, marinhos, cinzas, fumaças provenientes de queimadas de campos, gases vulcânicos, odores ligados à fermentação natural, etc; Poluição relacionada aos transportes – resultantes de ação de veículos automotores e aviões. Devido à combustão da gasolina, óleo diesel, etc. os veículos automotores eliminam gases como o monóxido de carbono, óxido de enxofre, gás sulfúrico, dióxido de enxofre, entre outros; 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    95. 95 c) Poluição em conseqüência dos fenômenos de combustão – resultante de ações de incinerações, cujos agentes poluentes são: monóxido de carbono, aldeídos, etc. d) poluição devida a atividades industriais – resultante dos resíduos de siderúrgicas, fábricas de cimento, industrias químicas, usinas de gás, etc. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    96. 96 Alguns Agentes Poluentes Fosfato; Chumbo; Pesticidas Radiações; Monóxido de Carbono; Mercúrio, etc. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    97. 97 Tecnologia não Agressivas Tecnologia de tratamento de efluentes; Tecnologia de gerenciamento de SGA; Controle de resíduos; Reaproveitamento de material e; 5`Erres. (Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Refletir e Responsabilizar). Etc. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    98. 98 ISO 14000 Norma que determina a regulamentação do Sistema de Gestão Ambiental. No Sistema de Gestão Ambiental, em seu Programa de Gestão Ambiental deve-se: Estabelecer e manter programas para satisfazer os objetivos e metas ambientais; Designar responsáveis em cada nível e função; Prover meios e estabelecer cronogramas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    99. 99 Elementos da ISO 14001 - DEMING 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    100. 100 Desempenho Ambiental ISO 14001 Resultado Mensuráveis de um SGA, relacionado a um controle dos aspectos ambientais da organização, baseado na sua política, objetivos e metas ambientais 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    101. 101 SGA – elementos Segundo ISO 14001 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    102. 102 POLITICA AMBIENTAL PRINCÍPIO: Uma organização deve definir sua política ambiental e assegurar comprometimento com melhoria do Meio Ambiente. 1) Ser apropriada à natureza e escala dos impactos ambientais de seus produtos, atividades ou serviços; 2) Ser comprometida com a prevenção à poluição; 3) Atender à legislação ambiental; Prover estrutura para fixação e revisão dos objetivos e metas ambientais; 4) Ser documentada, implementada, mantida e comunicada a todos da organização; 5) Estar disponível para o público. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    103. 103 PLANEJAMENTO Princípio: Uma organização deve formular um plano para satisfazer sua Política Ambiental. Aspectos Ambientais; Legislação; Objetivos e Metas Programas de Gestão Ambiental 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    104. 104 Aspectos Ambientais Estabelecer e manter procedimentos para identificar dos aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços; Assegurar que a mitigação dos impactos ambientais relacionados aos aspectos ambientais sejam considerados na fixação de objetivos e metas; Manter estas informações sempre atualizadas 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    105. 105 Legislação de Gestão Ambiental Estabelecer e manter procedimentos para identificar e ter acesso à legislação ambiental e outros requisitos; Estabelecer e manter normas e critérios internos que, junto com os requisitos externos, ajudam a organização a atingir os objetivos e metas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    106. 106 Objetivos e Metas Ambientais Estabelecer e manter documentado os objetivos e metas ambientais em todos os níveis e funções da organização; Objetivos e metas devem ser consistentes com a política ambiental e considerar comprometimento com prevenção à poluição; No estabelecimento ou na revisão, considerar aspectos ambientais significativos, opções tecnológicos, financeiras, comerciais e opiniões das partes interessadas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    107. 107 Implementação e operação PRINCÍPIO GERAL: Para uma efetiva implementação uma organização deve desenvolver capacidade e mecanismos de apoios necessários para satisfazer a política, metas e objetivos ambientais. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    108. 108 Implementação e Operação Estrutura e Responsabilidade Treinamento, conscientização e competência; Comunicação; Documentação do sistema de Gestão Ambiental; Controle de Documentação; Controle Operacional Preparação e Resposta para emergências. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    109. 109 Estrutura e Responsabilidade As responsabilidades e autoridades devem ser definidas e comunicadas a fim de facilitar uma efetiva gestão ambiental; A Gerência deve prover recursos humanos, técnicos e financeiros, essenciais à implantação e operação do sistema de gestão Ambiental; A alta gerência deve designar um representante específico que defina as regras que assegurem a implementação e manutenção do sistema de gestão ambiental. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    110. 110 Monitoramento e Medição Estabelecer e manter documentados os procedimentos para monitorar e medir, regularmente as principais características das atividades que possam ter significativo impacto sobre o meio ambiente; Manter calibrados os equipamentos e manter o registro deste processo. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    111. 111 Treinamento, Conscientização e Competência Identificar necessidade de treinamento Todos na organização, cujo trabalho possa criar um impacto ambiental, devem receber treinamento apropriado; Manter procedimentos para conscientizar todos sobre: A importância da política ambiental; Os benefícios ambientais resultantes da melhoria de preformance; Regras e responsabilidades no cumprimentos da política ambiental; Consequências do não cumprimentos dos procedimentos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    112. 112 Comunicação A organização deve estabelecer e manter procedimentos para: Manter comunicação interna entre diversos níveis e funções da organização; Receber, documentar e responder a iniciativa de comunicação relevantes de partes interessadas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    113. 113 Documentação Ambiental A organização deve estabelecer e manter a documentação relativa ao Sistema de Gestão Ambiental; A documentação deve descrever os elementos principais do Sistema de Gestão Ambiental e suas interações 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    114. 114 Controle da Documentação A organização deve estabelecer e manter procedimentos para controlar todos os documentos requeridos pelo sistema de gestão ambiental para garantir que: As versões atualizadas estejam disponíveis em todos os locais, onde as operações acontecem; Estejam legíveis, datados e facilmente identificados; Os documentos absoletos deverão ser retidos, identificados e arquivados para eventual envolvimento posterior. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    115. 115 Controle Operacional Identificar operações/atividades associadas a impactos ambientais; Manter procedimentos documentados para cobrir situações que podem levar a desvios da política e objetivos ambientais; Estabelecer e manter procedimentos de aquisição de insumos para evitar impactos ambientais negativos. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    116. 116 Planos de Controle de Emergência A organização deve estabelecer e manter procedimentos para identificar e responder a acidentes e situações de emergência, prevenindo e mitigando os impactos ambientais associados; Revisar seus procedimentos de preparação e resposta para emergências, após a ocorrência de acidentes e situações de emergências; Periodicamente testar os procedimentos para situações de emergência da organização. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    117. 117 Medições e Avaliações Principio: Uma organização deve medir, monitorar e avaliar sua performance ambiental. Monitoramento e Medição; Não conformidade e ações corretivas/Preventivas; Auditoria de sistema de Gestão Ambiental. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    118. 118 Relatórios Estabelecer e manter procedimentos para identificação, atualização e disposição dos relatórios ambientais; Relatórios de registros devem ser claros e rastreáveis; Relatórios ambientais deve ser arquivados e mantidos de modo que sejam protegidos de alterações, violações ou perdas. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    119. 119 Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental Estabelecer e manter procedimentos para execução periódica de auditorias a fim de: Determinar se o Sistema de Gestão Ambiental está conforme o planejado, e se está implantado e mantido conforme exigências da organização e desta Norma; Prover informação para o Sistema Gerencial da Organização. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    120. 120 Revisão gerencial Princípio: Uma organização deve rever e melhorar continuamente seu sistema de Gestão Ambiental. Estabelecer e manter documentados os procedimentos de revisão e melhoria; As revisões devem identificar possíveis necessidades de mudanças nas políticas, objetivos e metas ambientais; Avaliações críticas da eficácia do sistema devem ser consideradas nas revisões. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    121. 121 Melhoria Continua Melhoria Continua 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    122. 122 Porque adotar um sistema de gerenciamento ambiental? Desenvolvimento Internacional Gerenciamento Ambiental Alavanca para o Gerenciamento Ambiental 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    123. 123 Desenvolvimento no relacionamento entre industria e meio ambiente 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    124. 124 Partes Interessadas 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    125. 125 Componentes desta Mudança Uma deterioração física do meio ambiente – poluição redução da biodiversidade Aumento na consciência pública clientes, fornecedores, investidores Necessidades para o desenvolvimento sustentável estabilidade econômica Crescimento sustentável MEIO AMBIENTE NA ORDEM POLITICA E ECONÔMICA 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    126. 126 Gerenciamento Ambiental - História 1972 – conferência das Nações unidas em Meio Ambiente e o Homem – Estcolmo – Suécia; 1972 UNEP (Programa Ambiental das Nações Unidas); 1984 – WCED Comissão Mundial em Meio Ambiente e Desenvolvimento: Nosso Futuro comum (1987); 1984: Programa de atuação responsável: Industria Química 1990: BCSD: Conselho de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável: Mudando o rumo (1992); 1991 ICC Carta Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável: 16 princípios para um bom Gerenciamento Ambiental 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    127. 127 História 1991 BCSD aproximou ISSO e IEC para discutir elaboração de Normas Ambientais – Primeira Reunião com ISSO Agosto 1991 SAGE 1992 Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento: Agenda 21 e Declaração do Rio; 1994 Normas/esquemas: BS7750, EMAS, ISO 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    128. 128 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazer sua próprias necessidades. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    129. 129 Porque Gerenciamento Ambiental A Legislação e as sanções; Pressão de partes interessadas: instituições financeiras Acionistas e empregados ONG´s, consumidores, público em geral Conscientização, imagem, reputação atuação responsável Imagem corporativa Impacto nos negócios: responsabilidades, custos, interrupção de negócios, publicidade negativa, perda da imagem 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    130. 130 Por que Gerenciamento Ambiental? Competitividade Conscientização para impactos na competitividade de aspectos ambientais de produtos e processos; Barreiras comerciais causadas pro normas diferentes para desempenho ambiental Finanças instrumentos econômicos (taxa, arrecadações) para estimular a diminuição da poluição; Incentivos do governo, banco e companhias de seguros 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    131. 131 Riscos / oportunidades Riscos Perda de acesso ao mercado Perda de competitividade Perda de reputação Controle e multas governamentais Oportunidades Comercial Redução de custos Imagem da companhia 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    132. 132 Por que um sistema de gerenciamento ambiental? Abordagem estruturada e sistemática Controle dos aspectos ambientais Conformidade com legislação Melhoria do desempenho ambiental Experiência favorável com sistema de gerenciamento da qualidade 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    133. 133 Objetivos de um SGA Identificação e controle dos aspectos, impactos e riscos; Estabelecimento e execução de uma política ambiental, incluindo conformidade com a legislação; Identificação das oportunidades ambientais Monitoramento e melhoria contínua do desempenho ambiental 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    134. 134 SGA – termos e conceitos Meio ambiente Efeitos ambientais, aspectos ambientais e impactos ambientais Desempenho ambiental Melhoria continua Partes interessadas 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    135. 135 Meio Ambiente Vizinhanças onde uma organização opera, incluindo ar, água, solo recursos naturais, flora, fauna, humanos e suas inter-relações; Vizinhança neste contesto se entende desde uma organização até um Sistema Global. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    136. 136 Partes Interessadas Fornecedores Clientes, consumidores Regulamentos do governo, inspetores Investidores (bancos, acionistas), companhias seguradoras Empregados ONG´s e grupos ambientais, comunidade local, público. 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    137. 137 Normas – ISO 14000 Trabalho e Avaliação Especificar e elaborar comentários das Normas abaixo: IS0 14001 : 14004 SIG (ISSO, SA, OHSAS) AUDITORIA (14010;14012) ROTULAGEM (14020:14024) Avaliação de desempenho ambiental (14031) Avaliação de ciclo de Vida (14040). 23/06/2012 www.nilson.pro.br

    138. 138 OBRIGADO PROF. NILSON R. DE FARIA WWW.NILSON.PRO.BR 23/06/2012 www.nilson.pro.br