EXISTENCIALISMO. JEAN-PAUL SARTRE. 1905 – Jean-Paul Sartre nasce em Paris, a 21 de junho. SARTRE. Anne-Marie Schweitzer. 1907 – Morte de seu pai: Muda se para a casa da avó materna, em Meudon; retorna a Paris quatro anos depois. Charles Schweitzer.
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O Problema Imagem-Pensamento • Descartes, Leibinitz e Hume têm a mesma concepção da imagem,só deixam de concordar nas relações imagem e pensamento. A psicologia positiva conservou a noção de imagem tal como a havia herdado destes pensadores
“...por ter descoberto o mundo através da linguagem, tomei durante muito tempo a linguagem pelo mundo. • Existir era possuir uma marca registrada, algumas portas nas tábuas infinitas do Verbo; escrever era gravar nela seres novos- foi a minha mais tenaz ilusão – colher as coisas vivas nas armadilhas das frases...” (Sartre)
O ser-em-si (fenômeno), é aquilo que é, opaco para si mesmo, nem ativo nem passivo, sem qualquer relação fora de si, não derivado de nada, carregado de um caráter de absurdo, provoca no homem o mal-estar...denominado por Sartre de Náusea.
O ser- para- si (consciência), Define-se como sendo aquilo que não é e não sendo aquilo que ele é, inteiramente preenchido por si mesmo e sem nenhum vazio, a consciência é constituída por uma descomprensão do ser. Sendo a consciência, presença para si mesma, supõe-se uma fissura que se instala dentro do ser. Essa fissura é a marca do nada no interior da consciência. O nada é um buraco mediante se constituí o ser-para-si e o fundamental do nada é o homem.
.Reunião no ateliê de Picasso, em Paris. Em pé, da esquerda para direita: Jacques Lacan, Dominique Éluard, Pierre Reverdi, Louise Leiris, Picasso, Zance de Campan, Valentine Hugo, Simone de Beauvoir e Brassaï.Sentados: Jean-Paul Sartre, Albert Camus, Michel Leiris e Aubier
O existencialismo de Sartre afirma que o homem é inteiramente responsável por aquilo que é, sobre os valores afirma que o homem é quem os cria, e o valor da vida é o sentido que cada homem escolhe para si mesmo.
A Náusea • Antoine Roquentin, vive sozinho, sem amigos, sem amante, nada lhe importando, nem os outros homens, nem ele mesmo, o mundo não tem nenhuma razão de ser e é absurdo.
O Muro • Pablo Ibietta, é um republicano espanhol,vive intensos momentos de conflitos sociais e individuais, quando é obrigado a fazer escolhas e afirmar sua liberdade radical, é preso e torturado por fascistas, e vê posto à provas de coragem, fidelidade e frieza.
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