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Logística Internacional I

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Logística Internacional I

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Presentation Transcript

  1. Logística Internacional I Faculdades Atlântico Sul Pedro Calisto Luppi Monteiro

  2. GESTÃO DE MATERIAIS Fluxo de Materiais.Fluxo de Informações. Gestão de Estoque.

  3. Todo erro gerencial acaba gerando estoque. Michael C. Bergerac

  4. Controle de Estoque

  5. Quando uma empresa tem de comprar matéria-prima, componentes ou produtos para lhes introduzir transformações de forma a obter um produto final, é forçada a gerir estoques.

  6. Um estoque não é mais do que um recurso disponível para utilização futura. Sempre que os inputs e os outputs de uma empresa não são utilizados logo que estiverem disponíveis, surge o estoque.

  7. As grandes empresas industriais chegam a ter mais de 100 000 referências em estoque, sendo necessário geri-las e controlá-las. Há alguns anos as empresas vem descobrindo, com a introdução dos princípios do Just In Time (JIT), que funcionam melhor com estoques reduzidos.

  8. Dilema da administração do estoque

  9. “Devemos sempre ter o produto de que você necessita, mas nunca podemos ser pegos com algum estoque”.

  10. Controle de estoque O controle de estoque é parte vital do composto logístico, pois absorvem de 25 a 40% dos custos totais, representando uma porção substancial do capital da empresa.

  11. Razões para manter estoques

  12. A armazenagem de mercadorias prevendo seu uso futuro exige investimentos por parte da organização. O ideal seria a perfeita sincronização entre oferta e demanda, para tornar a manutenção de estoques desnecessárias

  13. Durante muito tempo, as empresas constituíram elevados estoques porque as suas desvantagens não eram imediatamente visíveis. Elevados níveis de estoque geram custos de posse de estoque excessivos, exigem grandes áreas de armazenagem, aumentam a probabilidade de obsolescência e escondem todo um conjunto de problemas que a empresa deve identificar e resolver.

  14. A constituição dos estoques deve-se a diferentes ordens de razão. Os estoques de produtos acabados permite nivelar o programa de produção quando a procura é irregular e possibilita prazos de entrega menores, uma vez que não é necessário obter a matéria-prima e produzir o produto acabado.

  15. Os estoques de produto acabado permitem ainda proteger a empresa em relação a erros de precisão do consumo. O estoque de matéria-prima (inputs do processo) protegem as empresas contra interrupções no fornecimento, greves, problemas climáticos ou desastres naturais.

  16. Por outro lado, as empresas acumulam estoques como resultado de compras de grandes quantidades ou da produção de grandes lotes. Existem ainda estoques ao longo da rede de distribuição, de forma a permitir o funcionamento do sistema. Se, por exemplo, o prazo de entrega para um determinado produto for de 10 dias (desde a fábrica ao armazém central) e o consumo médio diário for de 500 unidades, haverá em média 5 000 unidades em trânsito.

  17. Demanda Futura impossível conhecer exatamente. Razões para manter estoques Aumentar estoques para assegurar a disponibilidade de mercadorias e minimizar os custos totais de produção e distribuição. Suprimentos não estão disponíveis a qualquer momento.

  18. Finalidade do Estoque • Melhoram o nível de serviço. • Incentivam economias na produção. • Permitem economia de escala nas compras e no transporte. • Agem como proteção contra aumentos de preços. • Protegem a empresa de incertezas na demanda e no tempo de ressuprimento. • Servem como segurança contra contingências.

  19. Melhorar o nível de serviço oferecido Auxiliam a função Marketing vender os produtos da empresa. Podem se localizados mais próximos dos pontos de venda e com quantidades adequadas. Clientes : vantajoso para os que precisam de disponibilidade imediata ou ressuprimento pequenos. Empresa : vantagem competitiva e menores custos de vendas perdidas. O Marketing também pode beneficiar-se da disponibilidade constante do produto, mesmo quando a oferta é sazonal.

  20. Incentivar economias na produção O mínimo custo unitário da produção ocorre geralmente para grandes lotes de fabricação com o mesmo tamanho. Estoques agem como amortecedores entre a oferta e demanda, possibilitando uma produção mais constante, que não oscila com a flutuação das vendas. A força de trabalho pode ser mantida em níveis estáveis e os custos de preparação de lotes podem ser diminuídos.

  21. Permitir economias de escala nas compras e no transporte Se pequenos lotes de compra são gerados para satisfazer necessidade da produção ou abastecer diretamente clientes a partir da manufatura, implica em maiores custos de frete, pois não possui volume suficiente para obter descontos oferecidos aos lotes maiores. Uma das finalidades do estoque é possibilitar descontos no transporte pelo emprego de grandes lotes equivalentes à capacidade dos veículos e gerar fretes unitários menores. Menores preços podem ser também obtidos na compra de mercadorias com o uso de lotes maiores que as demandas imediatas.

  22. Proteção contra alteração de preço. Bens comprados em mercados abertos têm seus preços ditados pela curva de oferta e demanda (minérios, produtos agrícola, petróleo, etc). Compras podem ser antecipadas em função de aumentos previstos. Cabe a logística administrar o estoque.

  23. Proteção contra oscilações na demanda ou no tempo de ressuprimento. Para garantir disponibilidade de produto, deve-se manter um estoque adicional (estoque de segurança). Estoques de Segurança são adicionados aos estoques regulares para atender as necessidades de produção ou do mercado.

  24. Proteção contra contingências. Greves, incêndios e inundações são apenas algumas contingências e que podem atingir uma empresa. Manter estoques de reserva é uma maneira de garantir o fornecimento normal nessas situações.

  25. RAZÕES PARA A NÃO CONSTITUIÇÃO DE ESTOQUES

  26. Vimos anteriormente as razões que levam as empresas a constituírem estoques que correspondem a grandes investimentos e geram custos de posse desse estoque.

  27. É necessário atacar as razões que levam à constituição desses estoques, no sentido de se reduzirem os custos com atividades que não acrescentam valor ao produto. Muitas empresas verificaram que era possível reduzir o tempo necessário para adquirir matéria-prima e produzir o produto acabado. Desta forma era possível trabalhar com menos estoque, gerando menos custos e servindo o cliente.

  28. A redução dos custos de set-up e dos custos de suprimento possibilitam a produção ou aquisição de menores quantidades, mantendo os níveis de estoque baixos. As novas relações com os fornecedores garantem fornecimentos de produtos dentro das especificações (cumprindo os requisitos de qualidade), não sendo necessária a constituição de estoques para enfrentar eventuais problemas com fornecimentos.

  29. Uma Visão do Problema Estoque

  30. As empresas atribuem importância variada aos estoques. O capital imobilizado em estoque depende das vendas, ativo circulante (itens de maior liquidez como caixa, aplicação, contas a receber) e o ativo total (inclui o ativo circulante mais instalações, equipamentos, capital e itens intangíveis, como marca registrada e franquias) das diversas empresas. O controle de estoque exerce influencia muito grande na rentabilidade da empresa. Eles absorvem capital que poderia estar sendo investido de outras maneiras. Aumentar a rotatividade do estoque auxilia a liberar ativo e economiza custo de manutenção de inventário.

  31. EXEMPLO: A companhia XYZ investiu $ 100 milhões em estoque no último ano. Este girou apenas duas vezes. Caso os estoques girassem três vezes devido a incremento de vendas, o investimento alocado diminuiria em $ 20 milhões. Assumindo que o custo de manutenção de estoques é de 25% ao ano, isto ocasionaria uma economia de $ 5 milhões. Mesmo que o ativo liberado fosse aplicado em Letras do Tesouro a apenas 5% ao ano, o ganho potencial (anterior ao imposto de renda) seria de $250 mil. Rotatividade do estoque = razão entre o volume de vendas e estoque médio. Indica a velocidade do giro de capital

  32. Rotação Ano passado $ 200.000,00 Custo de vendas = = 2 X Estoque $ 100.000,00 Ano corrente $ 240.000,00 Custo de vendas = = 3 X Estoque $ 80.000,00 Companhia XYZ Estrutura do ativo (milhares) Ano passadoAno corrente Caixa $ 30.000,00 $ 30.000,00 Contas a receber 50.000,00 50.000,00 Estoque 100.000,00 80.000,00 Ativo fixo 70.000,00 70.000,00 Ativo total $ 250.000,00 $ 230.000,00 Companhia XYZ Lucros e perdas (milhares) Ano passadoAno corrente Vendas $ 300.000,00 $ 360.000,00 Custos das vendas 200.000,00 240.000,00 Lucro bruto 100.000,00 120.000,00 Vendas e adm. geral 60.000,00 70.000,00 Lucro líquido $ 40.000,00 $ 50.000,00 Redução de estoque: 100.000.000 – 80.000.000 = 20.000.000 Custo de manutenção Economias – ano corrente vs.ano passado Redução de estoque $ 20.000,00 Custo de manutenção 0,25 Economia $ 5.000,00

  33. MODELOS DE GESTÃO DE ESTOQUES

  34. Os modelos de gestão de estoques aplicam-se a produtos de procura dependente e independente. Procura independente: Consumo de uma referência, tal como existe por parte de um cliente externo. A referência pode ser um produto acabado, um componente ou um semi-acabado que outra empresa transformará de forma a incorporá-lo no seu produto final. A taxa de consumo é função do mercado, pelo que se torna necessário realizar previsões.

  35. Procura dependente: Consumo de uma referência que é parte integrante de uma outra. Refere-se ao consumo de matéria-prima ou componentes necessários à produção do produto final. Neste caso não se aplicam técnicas de previsão, pois a taxa de consumo depende do consumo do produto final.

  36. Os materiais de procura dependente são geridos através da técnica MRP (Materials Requirement Planning) e os de procura independente através das técnicas de gestão econômica de estoques. Os diferentes modelos de gestão econômica de estoques permitem encontrar respostas para as questões: • Quando encomendar? • Quanto encomendar?

  37. Modelo de Revisão Contínua Neste modelo encomenda-se uma quantidade logo que o estoque atinge um determinado nível PE (Ponto de Encomenda).

  38. O modelo de Revisão Contínua é apropriado para referências que têm taxas de consumo relativamente constantes. Depois de determinados os parâmetros de gestão, o sistema deve funcionar de uma forma rotineira, recorrendo a registros manuais ou informatizados.

  39. Quando o estoque atinge o ponto de encomenda, o computador lança uma ordem de compra. São utilizados diferentes métodos para a marcação do ponto de encomenda. Um cartão colorido pode marcar o ponto de encomenda numa pilha de estoque.

  40. Um outro sistema muito popular é o designado por sistema das duas caixas. Este método é muito simples e é eficiente para produtos em que o custo de controle e acompanhamento do estoque é superior ao próprio custo dos produtos. O sistema de duas caixas consiste em identificar e isolar duas zonas de estocagem. Podem ser mesmo duas caixas ou contêineres, se estivermos falando de pregos ou rebites, ou podem ser duas zonas marcadas no chão, se estivermos falando de bobinas de papel.

  41. O princípio de funcionamento é muito simples: • Utilizam-se os materiais do estoque de trabalho (caixa 1). • Quando a caixa 1 estiver vazia, é necessário lançar uma encomenda e começa-se a utilizar os materiais da caixa 2. Nota: As caixas deverão ter estoque suficiente para manter o funcionamento do sistema durante o prazo de entrega. 3. Quando a encomenda for entregue, volta-se a repor o nível de estoque na caixa 2 e o que sobrar coloca-se na caixa 1. 4. Recomeça-se a utilizar os materiais da caixa 1.

  42. Modelo de Revisão Periódica Neste modelo, encomenda-se, com uma periodicidade fixa P, uma quantidade variável (Q), de forma a repor o estoque a um nível máximo NO (Nível de Estoque Objetivo).

  43. Este modelo é apropriado para referências que são encomendados ao mesmo tempo e ao mesmo fornecedor. Depois de determinar a freqüência de revisão de estoque (consequentemente de encomenda) para cada referência ou conjunto de referências, o sistema deve funcionar rotineiramente.

  44. O grupamento de referências permite reduzir custos de suprimento e de transporte por artigo e pode aumentar o volume de encomenda de forma a possibilitar descontos de quantidade. Neste sistema, não é necessário um acompanhamento contínuo do estoque, pois só é necessário conhecer as quantidades em estoque nos períodos de revisão.

  45. Modelos Mistos Dentre os modelos mistos, o mais comum é o modelo de Revisão Periódica com Limite Mínimo.

  46. O modelo de Revisão Periódica puro gera muitas vezes encomendas de pequenas quantidades. Este modelo misto controla a quantidade mínima por encomenda. Este sistema combina parâmetros dos dois modelos puros analisados anteriormente.

  47. É definido um nível de estoque objetivo e um limite mínimo. O estoque é revisto de t em t períodos de tempo e a encomenda só é colocada se o estoque estiver abaixo do limite mínimo. Se não estiver abaixo do limite mínimo, a encomenda não é colocada, pois existe ainda estoque suficiente para alimentar o sistema até ao próximo período de revisão e a quantidade a encomendar não justificaria uma encomenda (por ser muito pequena).

  48. ANÁLISE "ABC" A gestão de estoques envolve anualmente milhares de movimentos de entradas e saídas de materiais. Para que possamos concentrar a nossa atenção de forma seletiva, torna-se necessário que o sistema de controle de estoques proporcione uma forma de classificação que distinga os materiais mais importantes, em valor, dos menos importantes.