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REUNIÃO DE PAIS

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REUNIÃO DE PAIS

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Presentation Transcript

  1. REUNIÃO DE PAIS A identidade da escola se confirma nas reuniões de pais. Dê a elas uma personalidade toda especial. Está na hora de avaliar sua forma de comunicação com os pais. • Como são escolhidos dias e horários da reunião, para permitir que o maior número de pais e mães compareçam? • Como são organizadas as carteiras da sala de aula para o encontro com os pais? • Além de informar sobre o aproveitamento dos filhos, que os outros objetivos tem as reuniões? • Quanto tempo da reunião é dedicado a ouvir os pais e mães? • Que tipos de dinâmicas de grupo são usadas nessas reuniões?

  2. FATORES DETERMINANTES PARA O FRACASSO DE UMA REUNIÃO: Falta de compreensão da linha pedagógica da escola. Insegurança. Falta de empatia. Tensão. Falta de objetividade. Monólogo. Alta expectativa. Reunião meramente informativa e burocrática. Falta de conhecimento. Falta de planejamento. Falta de comparecimento e participação dos pais.

  3. DICAS IMPORTANTES • Causar boa impressão na apresentação; • Superar resistências iniciais; • Cortesia, atenção, simpatia; • Lembre-se que os pais não esperam explanações teóricas acerca de algum tema. A maioria deseja receber sugestões fundamentadas que ajudem em situações diárias e não imposição de valores; • Envolva os pais no processo de aprendizagem do filho. Informe como os filhos estão aprendendo e para quê; • Saber lidar com perguntas inesperadas; • Evitar comparações de alunos e de salas;

  4. IMPORTANTE Evite: • Gírias: Tudo em cima? Beleza... • Expressões repetitivas: Né, tá, viu? Certo? • Tratamento íntimo: Meu amor, querida, benzinho, flor. • Expressões dúbias: Eu acho, eu penso, talvez, quem sabe.

  5. Condicionais: Seria, poderia, faria, gostaria. • Palavras negativas: Impossível, não, sem explicar o porquê; • Eu não penso assim, foi a direção que decidiu; • Falar o nome dos alunos ou do pai errado. • Aqui é assim mesmo o senhor tem razão!

  6. ESTUDO DE CASO

  7. O CONVITE

  8. Papai e mamãe No dia ______,às ____ h, realizaremos nossa reunião de pais.

  9. DISCUSSÃO E ANÁLISE DO CONVITE: QUANDO LEMOS ESTA CONVOCAÇÃO O QUE NOS DESPERTA? • A reunião começará às 8h. E a que horas irá terminar? Como comparecer a uma reunião sem saber quanto tempo ficaremos ausentes de casa ou do trabalho? • Falta de uma pauta de reunião. O que será tratado nesta reunião? • Local da reunião: Sala de aula? • O professor estará presente? • Falta confirmação da presença dos pais.

  10. OBSERVE ALGUMAS SUGESTÕES DE CONVITES:

  11. NO CONVITE DEVEM CONTAR: • Introdução da temática; • Coordenação da reunião; • Data e hora; • Horário de início e término; • Local; • A quem se destina; • Espaço para a confirmação de presença na reunião.

  12. A REUNIÃO

  13. DESENVOLVA O TEMA DE FORMA ENVOLVENTE Comunicação Verbal “Aquilo que faço fala tão alto que não dá para ouvir aquilo que falo” • O importante é pronunciar bem as palavras, falar com • entusiasmo, com boa velocidade e bom ritmo; • Olhe para as pessoas e observe se elas estão • interessadas; • Toda fala precisa ter começo, meio e fim.

  14. PRESTE ATENÇÃO: • Postura; • Respiração; • Qualidade da voz; • Gestualidade; • Coloque-se no lugar de quem está ouvindo; • Ouvir com empatia é essencial; • Ter disponibilidade interna, demonstrando que está compreendendo quem está falando.

  15. OUVIR COM EMPATIA É: • Olhar nos olhos de quem está falando; • Não interromper; • Mostrar-se receptivo e amistoso; • Parar de julgar e estar ciente de seus próprios preconceitos; • Não impor soluções; • Perder o medo dos outros.

  16. VAZIAS Se eu pudesse... Eu gostaria... Eu queria... Qualquer dia... Quando der tempo... Talvez... FRACAS Não consigo... Não posso... Não dá... Amanhã... É muito difícil... Quase... AS PALAVRAS

  17. Posso ajudar... Vou... Quero... Agora... Já ... Me desculpe... Hoje... Vou verificar o que pode ser feito... PODEROSAS

  18. O INÍCIO No início procure conquistar os ouvintes desarmando suas resistências e conquistando seus interesses e atenção. • Use uma frase que provoque impacto; • Diga que não irá consumir muito tempo; • Faça uma citação de autor respeitado; • Levante uma reflexão.

  19. NÃO USE: • Pedir desculpas por estar com problemas físicos; • Contar piadas; • Fazer perguntas quando não desejar respostas; • Tomar partido sobre assuntos polêmicos; • Começar com chavões ou frases muito usadas. O início deve ser breve, neutro e guardar interdependência com o restante da fala.

  20. O MEIO • Diga em uma única frase, o tema que irá abordar. • “Vou falar sobre desenvolvimento infantil” • Levante um problema para o qual dará solução; • Use comparações, exemplos, estatísticas, • testemunhos, enfim tudo o que puder para • confirmar o conteúdo de sua exposição.

  21. O FIM • Faça uma breve recapitulação. Em apenas uma ou • duas frases, faça o resumo do que apresentou; • Para encerrar use os mesmos recursos sugeridos • para iniciar: elogiar o auditório, fazer uma citação, • aproveitar uma circunstância, um fato bem • humorado, levantar uma reflexão, etc. • Não encerre dizendo: “Era isto que eu tinha para • falar” , ou outras formas vazias, sem objetividade.

  22. MONTANDO UMA REUNIÃO • O Convite; • A Recepção; • A escolha do tema; • Desenvolvimento: • Introdução; • Público alvo; • Objetivos; • Conteúdo; • Estratégias. • Fechamento.

  23. TIPOS DE REUNIÕES DESENVOLVIDAS AO LONGO DO ANO INÍCIO DE FEVEREIRO- REUNIÃO DE ADAPTAÇÃO Destinada as famílias novas com o objetivo de amenizar inseguranças e ansiedades pelo novo e apresentar um resumo das atividades, bem como passagem de recados práticos. Podem ser utilizadas técnicas de sensibilização. MARÇO – REUNIÃO DE INTEGRAÇÃO ENTRE PAIS E ESCOLA Grupos de pais, professores e orientadores. 1º momento – Exposição das regras e normas da escola, da linha pedagógica adotada, métodos utilizados para avaliação e acompanhamento. 2º momento – Conversa com a professora.

  24. FINAL DE JUNHO – REUNIÃO PEDAGÓGICA Horário aberto . Contato individual com a professora e visita à exposição de artes, sobre um tema trabalhado com as crianças, Workshop apresentando jogos e materiais concretos, por exemplo. SETEMBRO – REUNIÃO DE INTEGRAÇÃO Os pais são convidados a participarem de situações diferentes: Palestra com tema escolhido previamente por eles e conversa com a professora. FINAL DE NOVEMBRO- REUNIÃO PEDAGÓGICA Os pais são convidados para uma reunião semelhante à do mês de junho. A professora, junto com o serviço de Orientação Educacional, conta como foi o ano letivo. Em seguida o grupo vai até a sala em que será da criança no próximo ano e a nova professora faz um esboço do trabalho para o ano que iniciará.

  25. As reuniões de pais mesmo com pautas pré-estabelecidas, dinâmicas e textos de acolhida, deparam-se quase sempre, com a ansiedade dos pais no que se refere ao rendimento dos filhos. Envolver os pais, com o trabalho pedagógico da escola, torna-se item primordial no sucesso das situações polêmicas, questionamentos embaraçosos e plena segurança na condição da reunião, agindo sempre com sutileza e cautela nas reuniões. Então tem-se como proposta de trabalho com os pais, principalmente os de alunos-problema” – conversas agendadas antes de todo e qualquer encontro coletivo, encaminhamento na área multidisciplinar que se fizer necessário, proposta de trabalho diferenciado e, o que a situação dentro do contexto escolar necessitar.

  26. UTILIZAÇÃO DA DINÂMICA DE GRUPO • DYNÂMIS – PALAVRA GREGA QUE SIGNIFICA • FORÇA, ENERGIA, AÇÃO. • SÃO QUALIFICADAS EM DINÂMICAS DE : • Apresentação; • Integração; • Recreação; • Aprendizagem; • Estórias e Fábulas.

  27. DINÂMICAS QUE PODEM SER UTILIZADAS PAPEL AMASSADO Objetivo: Levar os participantes a refletir sobre seu aprendizado e experiência vivenciada – o quanto foi válida e o quanto agregou de novo ao nível de seus conhecimentos anteriores. Pode ser aplicada a qualquer tamanho de grupo e não dura mais do que cinco minutos. Material utilizado: Uma folha de papel em branco, som com a música “Como uma onda no mar”

  28. Procedimentos: • Informar que todos se preparem, pois haverá uma prova de mensuração do nível de aprendizado. • Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante; • Pedir que deixem todo o material sobre a carteira e formem um grande círculo; • Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel; • Iniciar a música e, em seguida, solicitar “que voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.

  29. Comentário: “Ninguém jamais consegue tomar banho num mesmo rio duas vezes...isso significa que, por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-se algo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel das suas vidas, nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início deste evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”

  30. O BONECO Objetivos : • Identificar a reação das pessoas, diante de um objeto desconhecido; • Refletir sobre a forma de tratamento que damos às pessoas; • Colher informações conceituadas sobre um determinado tema. A quem se destina A qualquer tipo de grupo, qualquer tamanho – é bem interessante o processo com grupos grandes, posicionados em auditórios. Não importa o nível de conhecimento interpessoal existente. Tempo previsto O processo inteiro dura em torno de 50 (cinqüenta) minutos, incluindo a dinâmica inicial de “passar a boneco” e as respostas às perguntas, na etapa seguinte.

  31. Procedimentos Estando posicionado em forma de auditório ou círculo, o processo é o mesmo, uma vez que o boneco vai pra frente, pra trás, para todos os lados. A seqüência é a seguinte: a) Escolher um boneco de pelúcia (ursinho ou similar). b) Entregar o boneco para alguma pessoa, após perguntar “quem quer ganhar este boneco?”. c) Informar que precisa efetuar algumas perguntas e não gostaria de fazê-las diretamente, por isso “eu vou colocar uma música e, à proporção que a música for tocando, vocês devem ir passando o boneco, de mão em mão”. d) Colocar uma música acelerada ( chorinho, samba, pagode, axé, music, etc.).

  32. e) Ficar de costas para o grupo e dar pausa, de vez em quando. f) O próprio facilitador ou uma pessoa do grupo deverá anotar o nome de quem ficou com o boneco, no momento em que parou a música. g) Contínua, parando outras vezes, até o final da música. h) Recolher o boneco. i) Pedir que todos escrevam as perguntas que serão respondidas, individualmente ( as perguntas podem já vir prontas e só entregar a folha para serem efetuadas as respostas). j) Dar um tempo (em torno de 15 minutos) para que todos possam responder. k) Começar as respostas exatamente pelas pessoas onde parou o boneco.

  33. Observação: • As perguntas a que nos referimos podem ser sobre o assunto-tema do evento de cunho pessoal (objetivando maior conhecimento entre os participantes), sobre as expectativas, etc. • Sugestões : • Sobre CLIENTE 1- O que representou (ou simbolizou) o boneco? 2- Qual a diferença entre tratamento e atendimento? 3- Existe cliente ruim? 4- O que é cliente interno? O que é cliente externo? O que é cliente intermediário? • Sobre FILHOS (semelhante) 1- O que representou o boneco? 2- Como você tem tratado os seus filhos? 3- Quais as características mais marcantes dos nossos filhos? 4- Existe filho ruim? Por quê? O que faz os filhos tornaram- se “ruins”? 5- Como os pais devem se relacionar. Hoje, com os filhos?

  34. ESTOURANDO BALÕES Este é um exercício de competição, onde vencerá aquele que conseguir manter-se até o final, como balões cheios, presos à cintura. PROCEDIMENTOS : • Distribuir dois balões para cada participante; • Distribuir também um pedaço de barbante para cada um dos participantes; • Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo ao mesmo tempo os seus balões; • Deve-se utilizar apenas as mãos.

  35. MURAL DAS GENTILEZAS É um recurso didático muito eficaz para estabelecer uma avaliação do que somos,do que dizem de nós ou o que queremos ser. Também para estabelecer trocas positivas e pessoas em ambiente de trabalho, escolares, etc. PROCEDIMENTOS: • Este mural pode ser preparado previamente com mensagens dos filhos destinados aos pais; • Apresentar a história do profeta Gentileza; • Colocar como música de fundo a música Gentileza de Marisa Monte.

  36. O PRESIDENTE QUE NÃO DESISTIU “O senso do dever de continuar está presente em todos nós. A obrigação de lutar é de todos nós. Eu senti o apelo desta obrigação.” ABRAHAM LINCOLN Provavelmente o maior exemplo de persistência é de Abraham Lincoln. Se você quiser aprender sobre alguém que nunca desistiu não procure mais. Nascido na miséria, Lincoln defrontou-se com a derrota ao longo de toda sua vida. Perdeu oito eleições, fracassou duas vezes nos negócios e teve um colapso nervoso. Poderia ter desistido muitas vezes, mais não desistiu, e por não ter desistido, tornou-se um dos maiores presidentes na histórias dos EUA. Lincoln era um vencedor e já mais se entregou. Aqui está um resumo do caminho percorrido por ele até à Casa Branca:

  37. 1816 – Sua família foi forçada a sair de casa. Ele teve que trabalhar para sustentá-la 1818 – Sua mãe morreu 1831 – Fracassou nos negócios 1832 – Concorreu a deputado estadual e perdeu. Perdeu também o emprego. Quis entrar na escola de Direito, mas não conseguiu ser admitido. 1833 – Tomou dinheiro emprestado a um amigo para começar um negócio e, um ano depois, estava falido. Passou os dezessete anos seguintes de sua vida pagando essa dívida. 1834 – Candidatou-se novamente a deputado estadual e ganhou.

  38. 1835 – Estava noivo, sua noiva morreu e ele ficou desolado. 1836 – Teve um colapso nervoso e ficou de cama durante seis meses. 1838 – Indicado para porta-voz da Câmara Estadual: foi derrotado. 1840 – Indicado para o Colégio Estadual. Foi derrotado. 1843 – Candidato ao Congresso: perdeu. 1846 – Candidato ao Congresso novamente: desta vez ganhou. Foi a Washington e fez um bom trabalho.

  39. 1848 – Candidato à reeleição para o Congresso: derrotado. 1849 – Indicado para o Cartório de Registro de Imóveis em seu Estado: rejeitado. 1854 – Candidato ao Senado dos EUA: perdeu. 1856 – Solicita a indicação para Vice-Presidente na convenção nacional do seu partido: obteve menos de cem votos. 1858 – Candidato ao Senado dos EUA, novamente: perdeu. 1860 – Eleito presidente dos EUA.

  40. O caminho foi difícil e escorregadio. Um de meus és escorregou, empurrando o outro para fora da estrada, mas eu me levantei e disse a mim mesmo: “ É apenas um deslize e não uma queda.” ABRAHAM LINCOLM disse isto, depois de perder uma candidatura ao Senado