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AN LISE DE SISTEMAS

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AN LISE DE SISTEMAS

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    1. ANLISE DE SISTEMAS FABRCIO FARO

    2. O que afinal um Sistema?

    3. O que afinal um Sistema? Quantas vezes j nos referimos, ou ouvimos a palavra sistema: - O sistema telefnico ficou mudo - O sistema de coleta de lixo est perfeito - Chefe, cheguei atrasado porque o sistema de trnsito desta cidade est um inferno

    4. O que afinal um Sistema? Todo e qualquer sistema est inserido em um meio ambiente que o contm, ou seja, tudo que externo a um sistema chamada de seu meio ambiente.

    5. O que afinal um Sistema? Em qualquer sistema pode-se encontrar elementos caractersticos vinculados ao seu fim. No caso do sistema de trnsito, temos os veculos, motoristas, pedestre, ruas, guardas, placas, semforos, etc... Observe que estes elementos interagem entre si (alguns so elementos passivos, outros no). Eles se completam e permitem ao sistema atingir seu objetivo.

    6. O que afinal um Sistema? Podem ser encontradas vrias definies para sistema, as quais, muitas vezes so extremamente amplas, bastante abrangentes, em outros casos, carecem de uma generalizao, como nos exemplos a seguir:

    7. O que afinal um Sistema? Conjunto de partes coordenadas, que concorrem para a realizao de um conjunto de objetivos (DIAS & GAZZANEO, 1989:4).

    8. O que afinal um Sistema? Um sistema um conjunto de objetos unidos por alguma forma de interao ou interdependncia (CHIAVENATO, 1983:515).

    9. O que afinal um Sistema? Sistema pode ser definido como um conjunto de elementos interdependentes que interagem com objetivos comuns formando um todo (BALLESTERO ALVAREZ, 1990:17).

    10. O que afinal um Sistema? Conjunto de elementos, entre os quais haja alguma relao. Disposio das partes ou elementos de um todo, coordenados entre si, e que formam uma estrutura organizada (FERREIRA, 1988:471).

    11. O que afinal um Sistema? Assim, nosso trabalho, iniciar considerando sistema um conjunto de entidades relacionadas, que interagem entre si, buscando atingir um objetivo declarado e outros correlatos.

    12. O que so estas entidades? So aqueles elementos prprios (caractersticos, inerentes) do sistema em questo. Eles sempre entram com certas caractersticas e quando saem, possuem novas caractersticas.

    13. O que so estas entidades? No sistema educacional, encontramos como entidades os estudantes, os professores, os livros, a administrao (funcionrios) e equipamentos. As entidades de um sistema esto relacionadas e interagindo entre si com vistas ao objetivo declarado do sistema. (Exemplo: Professores, livros, alunos, direo, enfim, todas as entidades do sistema educacional, buscam atingir juntas o objetivo educacional).

    14. Sistemas Abertos Todos os sistemas conhecidos at o momento, possuem alguma interao com o seu meio ambiente (trocam algo com o seu meio recebem enviam), sendo portanto, conhecidos como sistemas abertos.

    15. Sistemas Fechados Os sistemas fechados, no rigor de sua definio, no foram at o momento observados, portanto, existem apenas em teoria (por enquanto). Um sistema fechado aquele que existe sem qualquer tipo de interao com seu meio ambiente, totalmente auto-suficiente; jamais, em momento algum, precisa de algo que esteja fora dele.

    16. Funes do Sistema As funes de um sistema dependem de sua estrutura, elas podem ser: *Deterministas Normalmente sistemas autmatos, exemplo: relgio. No seu estado perfeito de funcionamento voc sabe exatamente o que acontecer.

    17. Funes do Sistema *Probabilsticas Normalmente sistemas sociais (onde haja pessoas), ou alguns sistemas biolgicos. No seu estado perfeito de funcionamento voc tem uma probabilidade do que acontecer (exemplo: sistema educacional voc no sabe exatamente quantos alunos sero aprovados)

    18. A Anlise de Sistemas O processo de informatizao (criao de sistemas de informao) dentro de uma empresa ou qualquer outro tipo de organizao, traz inmeras implicaes, que vo desde mudanas nas rotinas de trabalho at reestruturaes organizacionais, com toda a problemtica que da, invariavelmente, decorre.

    19. A Anlise de Sistemas A tarefa de construir estes sistemas de informao uma das mais complexas e, em ultima anlise, um processo de soluo de problemas.

    20. A Anlise de Sistemas Com o emprego do computador no processamento de dados, o homem abriu para si novos campos de atuao profissional. Nesta trajetria sempre houve a necessidade de um profissional que definisse, o que, de que forma e para que, algo devesse ser feito pelo computador. Como colocar o computador para solucionar os nossos problemas, ou at mesmo tomar decises. Este profissional, atualmente, chamado de Analista de Sistemas.

    21. A Anlise de Sistemas A principal tarefa de um Analista de Sistemas descobrir o que um sistema dever fazer. Ao conjunto de necessidades a serem atendidas, usualmente, chama-se de requisitos do sistema.

    22. A Anlise de Sistemas O grande problema, e que de certa forma, torna este profissional um artista, que ningum sabe exatamente o que um sistema desejado dever fazer, nem mesmo quem solicitou sua construo. Portanto, descobrir os requisitos do sistema, uma tarefa de investigao e de muita criatividade.

    23. A Anlise de Sistemas Portanto, faz parte do objetivo da anlise a captura de todos os requisitos para o software que ser desenvolvido. A anlise de sistemas consiste nos mtodos e tcnicas de investigao e especificao da soluo de problemas, a partir dos requisitos levantados, para criao e implementao de software em algum meio que o suporte.

    24. Papel do Analista Os usurios ou pretensos usurios de computador tem algo em comum: os problemas. Necessitam do computador trabalhando para si, mas a grande maioria desconhece a princpio o que e como proceder para us-lo. Aqueles que fazem alguma idia de como utiliz-lo, no dispem da formao necessria para tal.

    25. Papel do Analista Surge ento o profissional Analista de Sistemas, que ser o elo entre os usurios e o computador. Ele dever entender e avaliar as necessidades e expectativas de cada usurio, a fim de que estas sejam organizadas e especificadas seguindo uma formalidade tcnica.

    26. Papel do Analista Eventualmente, analista e usurios podero optar por uma soluo do problema que no venha a ser empregado o computador. Todas estas decises de se fazer ou no algo, via computador, resultado de um processo que envolve analista e usurio.

    27. Papel do Analista O trabalho do Analista de Sistemas no fcil. Ele tem de ser capaz de lidar, ao mesmo tempo, com um grupo de usurios, outros profissionais de informtica e um corpo administrativo (gerentes/diretores). Cada qual trazendo formaes, pontos de vistas, vivncias, experincias e maturidade totalmente distintas.

    28. Papel do Analista

    29. Papel do Analista Os usurios, ou estaro preocupados em dinamizar seu servio, tornando-o automtico e extremamente rpido, aumentando a confiabilidade de resultados, ou ainda, estaro com medo da informatizao, s vezes, at obstruindo o trabalho do Analista de Sistemas.

    30. Papel do Analista O pessoal tcnico estar se preocupando com aspectos de performance, bits, bytes, estruturas de dados, tcnicas de randonizao, topologia de hardware e diversidade de recursos.

    31. Papel do Analista Por fim, na administrao, tem-se aqueles que s querem saber do retorno sobre o investimento e a proporo custo/benefcio, lembrando a cada momento, que aquilo que voc estar fazendo, era necessrio para ontem.

    32. Papel do Analista Por causa deste contexto, onde impera uma absurda diversidade, necessrio que o Analista de Sistema, tanto quanto possvel, busque os requisitos apresentados a seguir:

    33. Papel do Analista

    34. Papel do Analista Mesmo assim, no esquea este panorama, e tente conciliar o mximo possvel a presena destes requisitos na sua formao profissional.

    35. Papel do Analista Para uma boa atuao como Analista de Sistemas, conveniente observar algumas diretrizes de conduta, que serviro para facilitar seu trabalho: Procure ser aceito profissionalmente, do nvel mais alto ao mais baixo da empresa.

    36. Papel do Analista Tente entender o que o usurio quer dizer e no o que voc pensa que ele quer dizer Escute muito primeiro, fale muito pouco depois! (desenvolva grandes orelhas e boca pequena)

    37. Papel do Analista Esteja sempre familiarizado com os ltimos progressos da tecnologia de informao e compreenda como aplic-los na sua empresa Seja capaz de explicar conceitos complexos em termos simplificados.

    38. Papel do Analista No se esconda em jargo da informtica; fale a linguagem da empresa. Conhea a rea de negcio para a qual desenvolver sistemas, passando boa parte de seu tempo com o usurio.

    39. Papel do Analista Sugira solues inovadoras aos requisitos de informao e desenvolva com clareza, analisando sempre a relao custo / benefcio, utilizando alternativas viveis.

    40. Anlise Essencial Desenvolver sistemas de informao no desenvolver programas. Esta prtica suicida para as organizaes, ainda hoje, por incrvel que parea, em grande abundncia no mercado, tem mostrado desde os primrdios do desenvolvimento os inmeros riscos que traz para as empresas.

    41. Anlise Essencial Motivado, normalmente por necessidades de ltima hora, situaes de emergncia, necessidades no antecipadas, (enfim ingerncias, desorganizao, falta de planejamento) as empresas se lanam na aventura de construir remendos para alicerar suas bases para tomadas de deciso, e normalmente, tornam-se refns dos aspectos que seguem:

    42. Anlise Essencial No h planejamento de qualquer natureza, isto compromete, futuras expanses, integraes e viso corporativa. Em geral, os problemas oriundos destes aspectos, sero sentidos a nvel de ausncia de informao para decises estratgicas.

    43. Anlise Essencial Apenas uma pessoa detm o conhecimento sobre determinado desenvolvimento Esta memria do conhecimento comea a apresentar problemas quando h um crescimento do sistema

    44. Anlise Essencial Normalmente h problemas quando se trata de efetuar manuteno naquilo que foi desenvolvido Em geral no h qualquer documentao sobre o desenvolvimento, assim, qualquer interveno no mesmo, requer a leitura dos programas fontes para se entender o que o sistema faz exatamente.

    45. Anlise Essencial O mtodo que um Analista empregar para o desenvolvimento de um sistema, pode ser entendido como um caminho a ser percorrido em etapas, algumas delas podendo ser desenvolvidas em paralelo, outras no. As tcnicas so procedimentos parametrizados e sistemticos, pelos quais uma tarefa executada; em uma analogia: a forma de se caminhar pelo caminho escolhido.

    46. Anlise Essencial H vrios mtodos para o desenvolvimento de sistemas, isto decorre do fato de que sendo uma atividade de criao, desenvolvida pelo ser humano, sempre h uma preocupao com a pesquisa de novos caminhos de forma a tornar o mtodo mais rpido e eficaz.

    47. Anlise Essencial O mtodo que revela o estado da prtica atual a chamada Anlise Essencial. Na Anlise Essencial, deve-se considerar perfeito o ambiente tecnolgico onde ser implementado o software a ser projetado (princpio da neutralidade tecnolgica).

    48. Anlise Essencial Isto significa considerar que a memria do computador infinita, seu tempo de resposta instantneo, ele no para (no trava), no tem custo, ou seja, infalvel. Este aspecto propicia a anlise pensar em uma soluo ideal, no desenho do software, fazendo com que no sejam considerados certos requisitos impostos pelas restries tecnolgicas.

    49. Anlise Essencial O mtodo da Anlise Essencial uma evoluo da Anlise Estruturada, a qual o antecedeu. Pode-se sublinhar alguns fatores de seu uso:

    50. Anlise Essencial O mtodo mais utilizado atualmente. Este fator tem grande importncia, visto que os domnios e recursos so totalmente utilizveis por uma ampla parcela de profissionais, credenciando a metodologia para sua efetiva aplicao, em contrapartida a outras metodologias, cujo modelo de desenvolvimento de sistemas restrito e falta uma maior definio de termos.

    51. Anlise Essencial b) Princpio da Abstrao Este aspecto permite resolver o problema, separando os aspectos que esto ligados a certa realidade, visando represent-los de forma simplificada e geral.

    52. Anlise Essencial c) Princpio da diviso. Para resolver um problema, o mesmo dividido em um conjunto de problemas menores, que so mais fceis de serem compreendidos e resolvidos.

    53. O Caminho da Anlise Essencial A idia global do caminho a ser trilhado pelo Analista de Sistemas, ao utilizar o mtodo de anlise essencial, pode ser sucintamente descrito como segue:

    54. Domnio do Problema O primeiro momento, de altssima importncia delimitar exatamente o que se espera do sistema a ser desenvolvido. Trata-se de estabelecer seus limites fronteirios, exatamente o que dever ser feito. Por exemplo, algum pode solicitar seus servios para informatizar um hotel. Mas veja, um hotel sem dvida um macro problema.

    55. Domnio do Problema Ele composto de vrias facetas que podem ser informatizadas, como o controle da locao de quartos, o controle financeiro (contas a pagar/receber), a folha de pagamento dos funcionrios, a contabilidade do hotel, enfim, necessrio que voc verifique se a expectativa de quem o contratou realmente informatizar todas estas facetas.

    56. Domnio do Problema Uma vez delimitado a abrangncia do que dever ser feito, o segundo passo de absoluta importncia deve ser dado, ou seja, fazer um amplo, rigoroso, profundo, minucioso levantamento de eventos abrangendo o contedo que dever ser informatizado. Ou seja, deve ser feito o famoso levantamento de requisitos do sistema. Todos os aspectos envolvidos no problema devem ser levantados, pessoas devem ser entrevistadas, documentos devem ser avaliados, o fluxo de trabalho deve ser entendido.

    57. Domnio do Problema Voc dever sair desta fase sendo quase um especialista sobre o assunto que dever informatizar, ou seja, no mnimo saber todos os eventos e dados essenciais relativos ao assunto. De posse deste conhecimento voc comea a estar apto a iniciar alguma especificao dos requisitos do sistema.

    58. Modelo Ambiental Assim, passado este momento inicial em que se avalia o domnio do problema e se busca os requisitos do sistema, voc poder definir qual a relao do sistema a ser desenvolvido com o ambiente no qual ele estar inserido.

    59. Modelo Ambiental Vai descrever qual ou quais sero os objetivos do sistema, bem como quais sero os estmulos que o sistema receber do meio ambiente, que eventos eles acionaro e quais respostas o sistema devolver ao meio. Basicamente, neste ponto h uma descrio da relao entre o sistema e o meio ambiente onde ele se encontra.

    60. Modelo Comportamental Neste ponto, o trabalho se volta para definio interna do sistema. Sero especificados todos os processos que iro compor o sistema. Haver tambm a definio do modelo de dados que ser utilizado para armazenar as informaes por ele manipuladas.

    61. Projeto(Desing) Nesta fase, o objetivo modelar o sistema determinando como implementar, em um ambiente de processadores, a soluo sistmica idealizada na fase de anlise. Esta parte do trabalho cuidar das especificaes referentes s limitaes impostas pela tecnologia, a distribuio dos processos de acordo com os lugares onde sero executados.

    62. Ferramentas O Analista de Sistemas dever utilizar algumas ferramentas que o ajudaro a trilhar o seu caminho. Elas podero ser utilizadas em diferentes partes do mtodo de anlise essencial. Da a razo de destacar-se o funcionamento de cada uma antes de conhecermos profundamente o mtodo. Desta forma, o objetivo entender a ferramenta em si, livre do contexto onde ser empregada.

    63. Entrevistas

    64. Entrevistas certo que um grande volume de informaes, persuaso, flexibilizao, consenso e especialmente divergncias, ocorrero em encontros pessoais (duas ou mais pessoas), s vezes de carter mais formal, outras vezes bem informal e que, em geral, recebe o nome de reunio.

    65. Entrevistas A reunio pode ter um momento de questionamentos, na busca de informaes; ou seja, uma entrevista, normalmente sem qualquer conotao de rigor ou formalidade como o termo pode sugerir.

    66. Entrevistas Entrevistas portanto, so situaes inseridas nas relaes humanas que no esto sujeitas a regras ou frmulas exatas. Mas, pode ser til que o Analista de Sistemas tenha em mente alguns aspectos, relacionados a esta atividade que podero ajudar na sua execuo.

    67. Entrevistas O objetivo de uma entrevista (para a anlise de sistemas) o de coleta de informaes sobre o sistema a ser desenvolvido. Talvez, seja esta a fonte mais rica de conhecimentos sobre o sistema que dever ser feito.

    68. Entrevistas Ajuda nos aspectos chaves do sistema bem como esclarece pontos contraditrios do mesmo, ou, em alguns casos, torna o aspecto mais contraditrio, o que algo tambm importante de se conhecer. Verificam-se posicionamentos pessoais acerca das questes envolvidas (omisses, medo, desvios).

    69. Entrevistas A entrevista de que se fala aqui, pode ser um simples bate-papo durante o cafezinho. Pode ser um encontro no corredor, por acaso. Enfim, qualquer situao que se apresente como oportunidade para se buscar a informao necessria, em que o meio seja o dilogo entre duas ou mais pessoas. O Analista deve estar pronto para realiz-la, sabendo de antemo, que a ela poder acontecer assim, ao acaso.

    70. Entrevistas No raro, haver a necessidade de se entrevistar diversas vezes uma ou vrias pessoas, para se chegar a informao desejada.

    71. Entrevistas Para se conseguir uma entrevista eficaz, alguns cuidados devem ser tomados: - Clareza de sua finalidade - Identificao de perguntas chaves - Repasse de documentao formal (se houver)

    72. Entrevistas Atente para alguns detalhes: quando se tratar de aspectos gerais sobre um assunto, a pessoa mais indicada para se buscar esta informao a gerncia. Quando o interesse for para assuntos que exijam maior riqueza de detalhes, o ideal entrevistar uma pessoa operacional, que esteja no seu dia a dia, envolvida com aquele aspecto.

    73. Entrevistas Mas, lembre-se da hierarquia da empresa, primeiro fale com o supervisor a quem a pessoa estiver locada. Isto envolve desde aspectos polticos at um fator de motivao para que a pessoa fale melhor sobre o assunto, visto que o chefe a indicou por ser a melhor funcionria que domina aquela questo....

    74. Entrevistas Programe a entrevista de acordo com a disponibilidade do entrevistado. Toda entrevista bem conduzida, formal ou no, possui trs aspectos: abertura, corpo e o fecho. Na abertura, procure estabelecer uma atmosfera amigvel para a comunicao, informe sobre o objetivo.

    75. Entrevistas O corpo se caracteriza por ser a entrevista propriamente dita, a arrancada feita com sua primeira pergunta. Certifique-se de que entendeu o que lhe foi transmitido. Um meio indicado o repasse (deixa ver se entendi, ento quer dizer que...).

    76. Entrevistas Oua as respostas enquanto a questo est sendo respondida, no se preocupe em elaborar a prxima. Faa as anotaes que julgar necessrias, porm seja breve, sintetize as idias. Entrevista no julgamento, disputa do saber ou concorrncia com o entrevistado. Lembre-se sempre que a pessoa a especialista no que faz e voc apenas busca informaes. Procure distinguir fatos de opinies pessoais.

    77. Entrevistas No fecho da entrevista, procure manter a atmosfera de comunicabilidade. Esteja atento ao horrio para evitar qualquer transtorno ao entrevistado. Agradea a colaborao, mesmo que o encontro tenha sido infrutfero e distante do planejado.

    78. D.F.D. utilizado para a representao lgica de processos. O objetivo descrever graficamente, o que acontece, sem se preocupar em como e quando tais coisas acontecem. Trata-se de uma ferramenta para o modelo funcional do sistema.

    79. D.F.D. Pode ser empregado para comunicao com pessoal tcnico ou no tcnico, j que a representao grfica de fcil entendimento. O seu uso no depende de hardware, software, estrutura de dados ou organizaes de arquivos.

    80. D.F.D. O DFD permite que se organize informaes colhidas nas entrevistas acerca do sistema que se desenvolver. Possibilita a viso global do sistema e seu desmembramento a nveis mais detalhados. O DFD s vezes tambm chamado de diagrama de bolhas.

    81. D.F.D. A seguir, a notao grfica utilizada:

    82. D.F.D.

    83. D.F.D.

    84. D.F.D.

    85. D.F.D. A entidade externa sempre um elemento ativo. Ela aciona processos, mediante o envio de estmulos (fluxos de dados ou fluxo de controle). No caso acima, o cliente envia um fluxo de dados, acionando o processo cadastrar pedidos, o qual, utiliza o cadcliente e cadlivro em operaes de input, e o cadpedido para operaes de i-o.

    86. D.F.D. Para obter um bom desenho global do DFD, procure seguir algumas normas que so observadas como um consenso no desenho do mesmo: - O sentido do desenho sempre de cima para baixo, da esquerda para a direita. - As entidades externas, tanto quanto possvel, devem aparecer nas bordas do desenho.

    87. D.F.D. Evite erros grosseiros, conforme definido abaixo: - Jamais um fluxo de dados parte de um depsito e vai para outro depsito sem a intermediao de um processo. - Um fluxo de dados nunca parte de uma entidade externa diretamente para o depsito; sempre h um processo intermediando.

    88. D.F.D. Evite erros grosseiros, conforme definido abaixo: - Tambm no possvel um fluxo partir de uma entidade externa diretamente para outra entidade externa. - Igualmente, um fluxo jamais parte de um depsito diretamente para uma entidade, sempre h a intermediao de um processo.

    89. D.F.D. Desenvolver um D.F.D. para o enunciado abaixo: O caixa do banco recebe cheque para descontar. Ele verifica na ficha do cliente se h saldo disponvel, em caso afirmativo, d o dinheiro; caso contrrio devolve o cheque.

    90. D.F.D. Desenvolver um D.F.D. para o enunciado abaixo: O professor passa para a secretaria 4 notas de cada aluno que possui. A secretaria calcula a mdia de cada um e anota o resultado na ficha do aluno. Quando o aluno solicitar sua mdia, a secretaria consulta a ficha dele, anota a mesma em um papel e entrega ao aluno

    91. Dicionrio de Dados O dicionrio de dados uma coleo de dados a respeito de dados. A idia bsica fornecer informaes sobre a definio, a estrutura e a utilizao de cada elemento de dados que o sistema utiliza. Elemento de dado a unidade de dados que no pode ser decomposta.

    92. Dicionrio de Dados Ao se falar em dicionrio de dados, temos que lembrar duas concepes de organizao hierrquica de dados hoje existentes:

    93. Organizao Hierrquica Tradicional Geralmente utilizada por linguagens de 3 gerao e possui a estrutura que segue:

    94. Organizao Hierrquica Emergente Estrutura conceitual mais recente, com advento das linguagens de 4 gerao, bancos de dados e orientao a objeto.

    95. Dicionrio de Dados Por que utilizar um dicionrio de dados? A razo mais bvia a documentao. Contudo, esta uma viso simplista de sua necessidade. Em uma organizao, diferentes pessoas ou grupos, podero definir um elemento de dados especfico de modo bastante diferente.

    96. Dicionrio de Dados Em uma escola, um Analista de Sistemas, conversou com trs pessoas: a secretria, a tesoureira e o professor. Na conversa individual com cada um, todos citaram um elemento de dados chamado tipo de aluno, contudo, para cada um deles este dado tinha contedo diferente: Secretria Boa nota, m nota. Tesoureira Bom ou mal pagador. Professor Muito esforado, pouco esforado.

    97. Dicionrio de Dados O inverso tambm acontece, nomes diferentes para referenciar o mesmo contedo. Por exemplo: registro do empregado, cdigo do funcionrio ou n de identificao funcional podem ser exatamente a mesma coisa.

    98. Dicionrio de Dados Perceba, portanto, as implicaes amplas de um dicionrio de dados no desenvolvimento de sistemas. Se todos os desenvolvedores envolvidos em um sistema, tiverem que utilizar descries de dados a partir de um dicionrio comum, vrios problemas potencialmente graves podero ser evitados.

    99. Dicionrio de Dados Para qualquer dado procure sempre definir : - um nome de identificao - tipo de contedo (numrico, alfanumrico, inteiro, data) - tamanho mximo - formatao

    100. Modelo Essencial O Modelo Essencial ou Anlise Essencial uma evoluo dos mtodos antecessores no desenvolvimento de sistemas, conforme mostra a tabela abaixo:

    101. Modelo Essencial

    102. Modelo Essencial

    103. Modelo Essencial

    104. Modelo Essencial

    105. Modelo Essencial

    106. Modelo Essencial

    107. Modelo Essencial

    108. Modelo Essencial

    109. Modelo Essencial

    110. Modelo Essencial

    111. Modelo Essencial

    112. Modelo Essencial

    113. Modelo Essencial

    114. Modelo Essencial

    115. Modelo Essencial

    116. Modelo Essencial

    117. Modelo Ambiental

    118. Modelo Ambiental

    119. Modelo Ambiental

    120. Modelo Ambiental

    121. Modelo Ambiental

    122. Modelo Ambiental

    123. Modelo Ambiental

    124. Modelo Ambiental

    125. Modelo Ambiental

    126. Modelo Ambiental

    127. Modelo Ambiental

    128. Modelo Ambiental

    129. Modelo Ambiental

    130. Modelo Ambiental

    131. Modelo Ambiental

    132. Modelo Ambiental

    133. Modelo Comportamental

    134. Modelo Comportamental

    135. Modelo Comportamental

    136. Modelo Comportamental

    137. Modelo Comportamental

    138. Modelo Comportamental

    139. Modelo Comportamental

    140. Modelo Comportamental

    141. Modelo Comportamental

    142. Modelo Comportamental

    143. Modelo Comportamental

    144. Modelo Comportamental

    145. Modelo Comportamental

    146. Modelo Comportamental

    147. Modelo Comportamental

    148. Modelo Comportamental

    149. Modelo Comportamental

    150. Modelo Comportamental

    151. Modelo Comportamental

    152. Modelo Comportamental

    153. Modelo Comportamental

    154. Modelo Comportamental

    155. Modelo Comportamental

    156. Modelo Comportamental

    157. Modelo Comportamental

    158. Modelo Comportamental

    159. Modelo Comportamental

    160. Modelo Comportamental

    161. Modelo Comportamental

    162. Modelo Comportamental

    163. Modelo Comportamental

    164. Modelo Comportamental