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ERGONOMIA

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ERGONOMIA

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  1. ERGONOMIA ERGONOMIA

  2. Sumário 1. Check List’s utilizados na Ergonomia (Anexo) 2. Método de Avaliação 2.1. REBA – Rapid Entire Body Assessment 3. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG 4. Norma Regulamentadora NR-17 5. Método de Avaliação Ergonômica e de Planejamento da Organização do Trabalho 5.1. TOR-TOM (Anexo) ERGONOMIA

  3. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • Foi proposto para avaliar o risco de se desenvolver lesão musculoesquelética a partir da avaliação da postura. ERGONOMIA

  4. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • OBJETIVOS: • Desenvolver um sistema de análise postural sensível ao risco musculoesquelético em diferentes atividades; • Dividir o corpo humano em segmentos a serem codificados individualmente, com referência aos planos de movimento; ERGONOMIA

  5. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • OBJETIVOS: • Oferecer um sistema de pontuação para atividade muscular causada por posturas estáticas, dinâmicas, de mudanças rápidas ou instáveis; • Oferecer um nível de ação como indicação de urgência. ERGONOMIA

  6. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • Seqüência Lógica de Uso: • Considerar as atividades críticas de um determinado trabalho; • Para cada atividade definir a postura que será avaliada e calcular sua respectiva pontuação; ERGONOMIA

  7. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • O cálculo da pontuação se divide nas seguintes etapas: • Determinar a pontuação do Grupo A através da avaliação do tronco, pescoço, pernas e carga/força; • Determinar a pontuação do Grupo B através da avaliação do braço, antebraço, punho e qualidade da pega; ERGONOMIA

  8. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • Transcrever as pontuações do Grupo A para a Tabela A e do Grupo B para a Tabela B; • A pontuação A corresponde à soma da Tabela A com a pontuação da Carga/Força; • A pontuação B corresponde à soma da Tabela B com a pontuação da Pega; ERGONOMIA

  9. Método de Avaliação REBA Rapid Entire Body Assessment • A pontuação C pode ser lida na Tabela C, correspondendo à interseção das pontuações A e B; • Os níveis de ação REBA correspondem à soma da pontuação C com a pontuação da Atividade; • Os níveis de risco são classificados em: Trivial, Baixo, Médio, Alto ou Muito Alto. ERGONOMIA

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  12. ERGONOMIA

  13. ERGONOMIA

  14. ERGONOMIA

  15. ERGONOMIA

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  17. ERGONOMIA

  18. ERGONOMIA

  19. ERGONOMIA

  20. ERGONOMIA

  21. Método de Avaliação REBA Exemplo • Calcular o REBA da postura de trabalho de um fisioterapeuta atendendo um paciente com hemiplegia no lado direito (derrame) ERGONOMIA

  22. Método de Avaliação REBA Exemplo – Dados: • Grupo A: • o tronco está com flexão superior a 60º e está em flexão lateral; • O pescoço está em extensão; • Ambas as pernas estão sustentando o peso e estão fletidas a mais de 60º; • O paciente está assentado e a carga/força é Zero; ERGONOMIA

  23. Método de Avaliação REBA Exemplo – Dados: • Grupo B: (foi avaliado apenas o lado direito) • O braço está flexionado entre 45º e 90º, abduzido e a favor da gravidade; • O antebraço está com menos de 60º de flexão; • O punho está entre 0 e 15º de flexão/extensão, sem desvio ou rotação; • A pega é aceitável mas não ideal; ERGONOMIA

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  25. ERGONOMIA

  26. ERGONOMIA

  27. Total de A: 8 + 0 = 8 ERGONOMIA

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  29. ERGONOMIA

  30. ERGONOMIA

  31. Total de B: 4 + 1 = 5 ERGONOMIA

  32. REBA: 10 + 1 = 11 ERGONOMIA

  33. A pontuação total do REBA é 11, o que corresponde ao nível de ação 4, indicando um risco muito alto. ERGONOMIA

  34. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG • É um critério semi-quantitativo que se propõe a estabelecer um índice de sobrecarga biomecânica para extremidade distal de membros superiores. Extremidade distal = cotovelo, antebraço, punho e mão ERGONOMIA

  35. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG • É importante ressaltar que o método avalia o trabalho e não as pessoas; • Propõe que sejam estabelecidos seis fatores: • Fator Intensidade do Esforço (FIE); • Fator Duração do Esforço (FDE); • Fator Freqüência do Esforço (FFE); • Fator Postura da Mão e do Punho (FPMP); • Fator Ritmo do Trabalho (FRT); • Fator Duração do Trabalho (FDT). ERGONOMIA

  36. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG • Seqüência Lógica de Uso: • Coletar dados; • Estabelecer a classificação de cada fator (vide tabelas); • Determinar o multiplicador de cada fator (vide tabelas); • Multiplicar todos os fatores encontrados, estabelecendo um valor como resultado; • Interpretar o resultado. Fórmula: FIE x FDE x FFE x FPMP x FRT x FDT ERGONOMIA

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  41. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG • Limitações do Método: • O índice não pode prever distúrbios fora da extremidade distal dos membros superiores, como em ombro, pescoço e coluna; • Não foi proposto para analisar tarefas múltiplas. Quando for esse o caso, cada tarefa de um trabalho deve ser analisada separadamente, considerando-se a duração dessa tarefa na jornada. ERGONOMIA

  42. Critério Semi-Quantitativo de MOORE e GARG Exemplo – Dados: • Intensidade do esforço estimada como algo de pesado; • Duração do esforço no ciclo de 60%; • 12 esforços por minuto; • Postura do punho razoável; • Velocidade do trabalho razoável; • Duração por dia de 4 a 8 horas. ERGONOMIA

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  46. Cálculo: 3,0 x 2,0 x 1,5 x 1,5 x 1,0 x 1,0 = 13,5 – Alto Risco de Lesão ERGONOMIA

  47. Norma Regulamentadora – NR-17 Esta Norma Regulamentadora visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho.

  48. Norma Regulamentadora – NR-17 Mobiliário dos postos de trabalho: Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos: • ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento; • ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; • ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais.

  49. Norma Regulamentadora – NR-17 Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto: • altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; • características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; • borda frontal arredondada; • encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar.

  50. Norma Regulamentadora – NR-17 Condições ambientais de trabalho Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condições de conforto: • níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO; • índice de temperatura efetiva entre 20ºC e 23ºC; • velocidade do ar não superior a 0,75m/s; • umidade relativa do ar não inferior a 40%.