1 / 56

Sessão Clínica de NEUROCIRURGIA e CARDIOLOGIA

Sessão Clínica de NEUROCIRURGIA e CARDIOLOGIA. Dr Douglas Gonsales R3 Neurocirurgia 28/02/2011. Identificação. Nome: J.D.S.B Idade: 33 anos Sexo: Masculino Naturalidade:Bahia Procedência: Pimenta Bueno – Rondônia Profissão: Pedreiro/Cantor Estado civil: Casado Cor: Branca.

kedma
Télécharger la présentation

Sessão Clínica de NEUROCIRURGIA e CARDIOLOGIA

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Sessão Clínica de NEUROCIRURGIA e CARDIOLOGIA • Dr Douglas Gonsales • R3 Neurocirurgia • 28/02/2011

  2. Identificação • Nome: J.D.S.B • Idade: 33 anos • Sexo: Masculino • Naturalidade:Bahia • Procedência: Pimenta Bueno – Rondônia • Profissão: Pedreiro/Cantor • Estado civil: Casado • Cor: Branca

  3. Queixa principal: cefaléia intensa • HDA: Há 3 meses, cefaléia forte intensidade, diária, sem melhora com o uso de analgésico, acompanhada de náuseas, vômitos, diarréia, febre (38°) e perda ponderal (10kg). Ficou em internação hospitalar. Nessa, foi realizada TC crânio (dentro da normalidade-sic) e punção de LCR que diagnosticou meningite –sic.

  4. Paciente permaneceu internado por 6 dias. Ficou sem dor por 1 mês, até que no dia 30/01/11 apresentou cefaléia de forte intensidade, sendo necessário analgesia endovenosa. • No dia seguinte, evoluiu com alteração da fala e parestesia em MSD, sendo internado e submetido a RNM Crânio no dia 03/02/11, que evidenciou sinais de HSA, confirmada por TC.

  5. Ante o quadro apresentado, foi solicitada a transferência do paciente (hemiparesia direita, rigidez de nuca e alteração da fala) ao HGU, para avaliação e conduta pela neurocirurgia. • Deu entrada no nosso serviço no dia 10/02/11, sendo realizada Angiografia, a qual constatou aneurisma de ACM esquerda, M4.

  6. Evolução • Evoluiu no PO de embolização com hemiplegia direita e afasia motora. • No dia 15/02/11 foi solicitado, na UTI, Ecocardiograma, o qual evidenciou vegetações em valva aórtica com refluxo discreto. Após tal constatação, foi solicitado HC e ECO transesofágico. Nesse dia recebeu alta da UTI. Na enfermaria manteve-se sob cuidados da neurocirurgia, até ser transferido para acompanhamento cardiológico no dia 17/02/11.

  7. Exames

  8. Exames

  9. Hemocultura (17/02/11) • - 1° amostra: não houve crescimento microbiológico • - 2° amostra: Acinetobacterbaumanni • sensibilidade: amicacina; ampicilina-sulbactam; cefepime; ceftazidima; ciprofloxacina; gentamicina; imipenem; meropenem; tazocin. • intermediário: ceftriaxone

  10. Hemocultura (18/02/11) • - 1° amostra: não houve crescimento microbiológico. • - 2° amostra: não houve crescimento microbiológico.

  11. Ecocardiograma transtorácico (15/02/11) • - Ao:31mm; - AE: 34mm • - septo: 12mm - PPVE: 13mm • - FE: 65,49% • - VED: 55mm - VES: 35mm • - vegetações em face ventricular de valva aórtica com refluxo holodiastólico discreto.

  12. Ecocardiograma transesofágico (18/02/11) • - Ao: 34mm - AE: 31mm • - septo: 13mm - PPVE: 13mm • - VED: 54mm - VES: 35mm • - FE: 64% • - valva aórtica com mobilidade normal, espessada, com presença de vegetação aderida aos folhetos em face ventricular e prolapsando para VSVE de 3mm, sem sinais de perfuração e de aneurisma periaórtico. Refluxo holodiastólico discreto. Insuficiência aórtica discreta.

  13. Exame físico • -PA: 100x60 mmHg; FC: 84bpm; FR: 18irpm; febril • - ectoscopia: BEG, hipocorado , hidratado, anictérico, acianótico, afasia motora • - pele e mucosa/cabeça/pescoço: NDN • - aparelho respiratório: MVUA, s/RA • - ACV: RCR2T, BNF, sem sopro, pulsos presentes e simétricos. • - abdome: NDN • - sistema nervoso: hemiplegia a D predominancia braquial

  14. Na data de 17/02/11, iniciamos antibioticoterapia empírica com ceftriaxone, após nova coleta de HC e discussão com infectologia. No dia seguinte, permaneceu febril (39,3°) , sendo que, dois dias após, ficou afebril. Em 21 e 22/02/11, retornou o quadro febril (nesse último dia houve piora do estado geral com prostração, cefaléia, sonolência e hiporexia).

  15. Diante da piora clínica e do resultado da HC (Acinobacterbaumanni), iniciamos gentamicina e imipenem. • Paciente evoluiu com melhora do estado geral, mantendo-se afebril.

  16. ?

  17. Aneurisma Micótico • Aneurisma Infeccioso • nomenclatura mais atual • bacteriana, fungica, espiroqueta, amebiana, viral, outros.

  18. Epidemiologia • 4% dos An. Intracranianos • 3-15% pacientes com Endocardite Bacteriana Subaguda • ACM ramos distais (80%) • 20% desenvolvem aneurisma multiplos • inicia-se na adventicia e se dissemina para dentro

  19. Estreptococos (44%) • S. viridans (endocardite bact. subaguda) • Estafilococos (18%) • S. aureus (endocardite bact. aguda) • Miscelania (6%) • pseudomonas, enterococos, corinebacterias. • Multiplos (5%) • Sem Crescimento (12%) • Sem informacao (14%) 41

  20. Patogenia • O agente infeccioso provoca o defeito da parede vascular provocando a dilataçao aneurismática • Há bactérias na parede vascular do aneurisma. • Mas NAO há bactéria na dilataçao aneurismática ou parede adjacente.

  21. Etiologia • 1 • Embolo Infectado proveniente de doenca Valvar Cardiaca. • Embolo obstrui o lumen vascular, bifurcacoes, causando lesao na intima do vaso e posteriormente lesando a tunica media. • Nao distingue o colo, complicando o tratamento cirurgico endovascular ou cirurgia aberta, que geralmente compromete o vaso de origem.

  22. Etiologia • 2 • Infeccao Embolizada de aneurisma congenito preexistente. • Aneurismas com Colo favoravel ao procedimento Endovascular ou Clipagem com preservacao do vaso de origem.

  23. Etiologia • 3 • Exposicao continua a infeccao do extravascular • infeccao: Tromboflebite do seio cavernoso, meningite, abscesso cerebral, empiema subdural • Comprometem a parede do vaso formando o aneurisma (fisiopatologia nao conhecida) • Vaso Vasorum? Vaso Retum?

  24. Etiologia • 4 • Imunocomplexos apos tratamento da Endocardite causando lesao da parede vascular. • Debris bacteriano causam inflamacao e consequentemente lesao parede vascular (enzimas lisossomais e prostaglandinas)

  25. Historia Natural • É a complicaçao de 1-10% dos casos de endocardite infecciosa. • Geralmente ocorre apos o embolo entrar na circulacao cerebral. • Ha crescimento do aneurisma apos semanas a meses. • Mortalidade apos ruptura de 25-90%

  26. Clinica • AIT • AVE-I • AVE-H • HSA • Cefaleia • Meningismo

  27. Paciente com Endocardite • Quando pensar em Aneurisma? • Sinal/Sintoma Neurologico • Cefaleia intensa • Convulsao • Alteracao nivel de consciencia • Oftalmoplegia • Suspeita de infeccao do SNC TOMOGRAFIA OU RNM DE CRANIO

  28. Endocardite e Aneurisma • Paciente com Sintomas Neurologicos + Endocardite + TC Cranio com Infarto • Obrigatório Angiografia Cerebral • Determinar existencia de outro Aneurisma, • Analisar aneurisma < 4mm, • Analisar caracteristicas da parede vascular do aneurisma, • Preparar para o Bypass, caso seja considerado.

More Related