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A Formulação de Caso

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A Formulação de Caso

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  1. A Formulação de Caso Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC Psicoterapia: teoria e técnica – Cognitivista Profa Carla Eloá Ferraz

  2. A Formulação de Caso • É uma teoria sobre o paciente. • Ajuda o terapeuta a criar um plano de tratamento. • Busca relacionar as dificuldades que ele apresenta no momento de forma clara e significativa. • Procura compreender como o indivíduo desenvolveu e mantém tais dificuldades, especificando quais os eventos da vida ativaram crenças para produzir os sintomas e problemas que o paciente está experimentando.

  3. A Formulação de Caso • Tenta fazer uma previsão de como ele provavelmente se comportará no futuro diante de determinadas condições. • Finalmente permite, através de uma visão ampla do funcionamento do cliente, planejar intervenções que possibilitem as mudanças necessárias e desejadas. • A formulação permite o estabelecimento de uma relação terapêutica positiva e uma maior adesão dele ao tratamento. • Sem a formulação a terapia torna-se vaga e imprecisa, sem saber exatamente para que e para onde se direcionar.

  4. Por que a formulação é fundamental? • Quando há uma boa compreensão do fenômeno que está sendo apresentado, torna-se muito mais fácil o planejamento de estratégias para atingir determinados objetivos. • Somente através de uma boa formulação ou problemas trazidos para terapia, é que se podem planejar procedimentos efetivos para alcançar as mudanças desejadas, e consequentemente ficará mais fácil escolher as técnicas ou intervenções.

  5. Por que a formulação é fundamental? Uma boa compreensão dos fatores que causam e/ou mantêm distúrbios psicológicos, depende do planejamento de intervenções clínicas efetivas e individualizadas para cada sujeito.

  6. Como desenvolver uma formulação cognitivo-comportamental Nas entrevistas iniciais o terapeuta deve buscar responder as seguintes perguntas: • Quais são os problemas atuais? • Como eles se desenvolveram? Como eles são mantidos? • Que pensamentos e crenças disfuncionais estão associadas a essas situações? • Quais são as emoções e comportamentos relacionados a estes pensamentos?

  7. Como desenvolver uma formulação cognitivo-comportamental • Que experiências passadas contribuem para este problema atual? • Que regras e suposições são subjacentes ao pensamento? • Que estratégias cognitivas, afetivas e comportamentais tem sido utilizadas para lidar com as crenças? • Que eventos estressores contribuíram para o surgimento do problema?

  8. Diagrama de Conceituação Cognitiva (Beck, 1997) • É uma forma resumida de formulação. • Mapa Cognitivo da psicopatologia do paciente. • De fácil compreensão para o terapeuta e paciente. • Ajuda a organizar o aglomerado de dados coletados; • Retrata entre outras coisas, a relação entre as crenças centrais, intermediárias e os pensamentos automáticos atuais.

  9. Dados Relevantes da Infância Que experiências contribuiriam para o desenvolvimento e manutenção da crença central? Diagrama de Conceituação Cognitiva Paciente:_____________________________________________Data__/__/__ Diagnóstico: Eixo I:______________________________Eixo II:____________________ Crença Central Qual é a crença mais central sobre si mesmo? Crenças Intermediárias: Atitudes /Regras / Suposições Condicionais Qual a atitude que ajudou a lidar com essa crença? Quais as regras que você adquiriu a partir dessa crença? Que suposição positiva a ajudou a lidar com essa crença central? Qual a suposição negativa a ajudou a lidar com essa crença central? Estratégias Compensatórias Que comportamentos o ajudam a lidar com essa crença? Situação Qual foi a situação problemática? Pensamento Automático O que passou por sua cabeça? Emoção Que emoção esteve associada ao pensamento automático? Comportamento O que o paciente fez então?

  10. Diagrama de Conceituação Cognitiva Paciente:_____________________________________________Data__/__/__ Diagnóstico: Eixo I: Depressão Maior Eixo II:____________________ Dados Relevantes da Infância Mãe o comparava com o irmão mais velho Mãe crítica, Pai ausente Crença Central Eu sou incapaz Crenças Intermediárias: Atitudes / Regras /Suposições Condicionais É terrível ser incapaz Tenho que acertar sempre (positiva) Quando eu trabalho muito arduamente, eu posso fazer as coisas bem. (negativa) Se eu não sou perfeito, então é por que falhei. Estratégias Compensatórias Desenvolver padrões altos/ Procurar falhas e corrigi-las Trabalhar muito arduamente Evitar pedir ajuda/ Preparar-se bem Situação Pensando sobre as exigências do curso Pensamento Automático “Eu não serei capaz de fazer a pesquisa” Emoção Tristeza Comportamento Chorei

  11. DIAGRAMA DE CONCEITUAÇÃO COGNITIVA Dados relevantes da infância Diagnóstico: Eixo I: Fobia Social Crença Central Suposições Condicionais / Crenças / Regras Estratégia Compensatória Situação 1: Situação 2: Situação 3: Pensamento Automático1: Pensamento Automático 2: Pensamento Automático 3: Emoção 1: Emoção 2: Emoção 3: Comportamento 1: Comportamento 2: Comportamento 3:

  12. Diagrama de Conceituação Cognitiva Diagnóstico: Eixo I: Pânico Dados Relevantes da Infância Crença Central Suposições Condicionais / Crenças / Regras Estratégia Compensatória Situação 1: Situação 2: Situação 3: Pensamento Automático1: Pensamento Automático 2: Pensamento Automático 3: Emoção 1: Emoção 2: Emoção 3: Comportamento 1: Comportamento 2: Comportamento 3:

  13. Considerações • Uma vez estruturada a formulação, é importante ressaltar que ela não é fechada. • Ela será vista e revista ao longo da terapia. • O paciente é convidado a comentar, avaliar, confirmar ou refutar os aspectos da formulação. • Ela é uma hipótese sobre o paciente e não a verdade absoluta. • O terapeuta deve preferencialmente discutir suas hipóteses sempre com o paciente, tentando validá-las ou não.

  14. Referências Bibliográficas • Araújo, C.F.; Shinohara, H. Avaliação e Diagnóstico em Terapia Cognitivo-Comportamental. Interação em Psicologia, 2002. v.6. n.1  p.37-43  Disponível em:<http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/psicologia/article/viewFile/3191/2554>  Acesso em: 08 Jul 2009. • Beck, J. (1997). Terapia Cognitiva – Teoria e Prática (S. Costa, trad.), Porto Alegre: Artmed. (Obra original publicada 1995) • DSM IV – TR (2002), Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (4ª ed. rev) (C. Dornelles trad.), Porto Alegre: Artmed.