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  1. Determinantessociais da saúde Aula do Curso Básico de Saúde Pública ENSP, abril de 2006

  2. Determinantes da saúde Determinantes sociais de saúde (DSS) são as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalhamou "as características sociais dentro das quais a vida transcorre” (Tarlov,1996) Determinantes da saúde: alguns são biológicos ou estão sob maior controle do indivíduo (ex: certas condutas individuais); outros, de abrangência coletiva, são dependentes de políticas públicas e das condições políticas, econômicas, sociais, culturais e ambientais existentes Para promover saúde: atuar sobre o universo dos determinantes da saúde (pessoais e não-pessoais)

  3. Por que enfatizaros determinantes sociais? • Os determinantes sociais tem um impacto direto na saúde • Os determinantes sociais estruturam outros determinantes da saúde: • Ambiente • Comportamento • Serviços • São as ‘causas das causas’

  4. Modelos de determinação social da saúde • Existem diversos modelos explicativos que analisam as relações entre a forma como se organiza e se desenvolve uma determinada sociedade e a situação de saúde de sua população • Desafio a estes modelos: estabelecimento de uma hierarquia de determinações entre os fatores mais globais de natureza social, econômica, política e as mediações através das quais estes fatores incidem sobre a situação de saúde de grupos e pessoas

  5. Modelos de determinação social da saúde II • Tal complexo de mediações permitiria entender porque não há uma correlação constante entre os macro-indicadores da riqueza de uma sociedade, como o PIB, com os indicadores de saúde; embora evidentemente o volume da riqueza gerado por uma sociedade é um elemento fundamental para proporcionar melhores condições de vida e de saúde

  6. PIB X Expectativa de vida

  7. Modelos de determinação social da saúde III • Uma vez superado um determinado limite de crescimento econômico de um país, um crescimento adicional da riqueza não se traduz em melhorias significativas das condições de saúde. A partir desse nível, o fator mais importante para explicar a situação geral de saúde de um país não é sua riqueza total, mas a maneira como ela se distribui.

  8. Campo da saúde Biologia humana Saúde Estilos de vida Ambiente Serviçosdesaúde

  9. Campo da saúde • Biologia humana: idade, gênero, ciclo de vida (infância, adolescência, maturidade, velhice), herança genética • Ambiente, incluindo o físico e o sócio-econômico e cultural • Estilo de vida: higiene pessoal, dieta, atividade física, adições, comportamento sexual e outros • Serviços de saúde

  10. Dahlgren e Whitehead

  11. Campo da saúde

  12. Complexo daqualidade de vida Habitação Saneamento e meio ambiente Cultura, esporte e lazer Qualidade de vida Saúde Transporte Educação Alimentação e nutrição Trabalho e renda Outros

  13. Principais problemas Desemprego – 48% Saúde – 37% Salários – 37% Água e esgoto – 32% Segurança – 21% Falta de lazer – 13% Educação – 12% Drogas – 12% Observações A população estabelece forte vínculo positivo entre a saúde ou uma condição saudável e o trabalho ou a situação financeira Quanto menor o município, mais as pessoas vêem a saúde como problema Quanto menor a escolaridade, mais as pessoas vêm a saúde como problema PESQUISA DE OPINIÃOConass/Funasa, Ibope, fev/1998

  14. Saúde: as iniqüidades • O principal problema de saúde no Brasil são as iniqüidades nas condições sociais e de saúde e no acesso aos serviços sociais e de saúde • Iniqüidades em saúde entre grupos e indivíduos são as desigualdades de saúde que além de sistemáticas e relevantes são também evitáveis, injustas e desnecessárias (Whitehead)

  15. Saúde: a busca da eqüidade • Entender a lógica das iniqüidades contribui para superá-las, principalmente com políticas públicas sociais e de saúde, mas sem prescindir do esforço de toda a sociedade • A eqüidade na saúde pode ser definida como ausência de diferenças injustas, evitáveis ou remediáveis na saúde de populações ou grupos definidos com critérios sociais, econômicos, demográficos ou geográficos

  16. Determinantes sociais da saúde no Brasil

  17. Dinâmica populacional I • Queda expressiva da natalidade e da fecundidade: em 2025, taxa de reposição • Redução na velocidade do crescimento populacional: diferente no território e em classes sociais • Aumento significativo na população de idosos (65 e +): cerca de 9 % • Urbanização da população: periferias de regiões metropolitanas e cidades médias do interior • Redução no número absoluto da população rural

  18. Dinâmica populacional I • Queda expressiva da natalidade e da fecundidade: em 2025, taxa de reposição • Redução na velocidade do crescimento populacional: diferente no território e em classes sociais • Aumento significativo na população de idosos (65 e +): cerca de 9 % • Urbanização da população: periferias de regiões metropolitanas e cidades médias do interior • Redução no número absoluto da população rural

  19. Dinâmica populacional I • Queda expressiva da natalidade e da fecundidade: em 2025, taxa de reposição • Redução na velocidade do crescimento populacional: diferente no território e em classes sociais • Aumento significativo na população de idosos (65 e +): cerca de 9 % • Urbanização da população: periferias de regiões metropolitanas e cidades médias do interior • Redução no número absoluto da população rural

  20. Dinâmica populacional II • Gravidez na adolescência: 1 parto em 5 ocorre entre adolescentes (menores de 20 anos) • Razão entre os sexos: sobre-mortalidade masculina na adolescência - aos 60 anos, mulheres são 58% e homens 42% da população

  21. Aspectos da dinâmica social • Pobreza irredutível, embora com melhora • Concentração da renda, idem • Baixa mobilidade social • Desemprego e sub-emprego não cedem • Educação melhora na idade escolar, mas a evasão continua elevada • Prevalência muito alta e inaceitável de analfabetismo na população adulta

  22. Os 10 países com maiores desigualdades de renda

  23. Evolução da mortalidade infantil no Brasil

  24. Mortalidade infantil: determinantes

  25. Iniqüidades em saúde e regiões

  26. Iniqüidades em saúde e renda

  27. Iniqüidades em saúdee situação social

  28. Epidemia moderna: as mortes violentas

  29. Epidemia moderna: as mortes violentas

  30. Epidemia moderna: as mortes violentas

  31. Saneamento básico • No Brasil (IBGE, PNAD 2004): • 83% dos domicílios urbanos e apenas 25% dos domicílios rurais recebem água da rede geral; problemas deste abastecimento • 70% dos domicílios tem esgoto, mas apenas 35% do esgoto coletado é tratado • 80% dos domicílios tem lixo coletado, mas 60% deste lixo tem destino final inadequado • Profunda desigualdade entre Regiões

  32. Saneamento básico:quem não tem água

  33. Saneamento básico:quem não tem esgoto