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PROCESSOS COGNITIVOS E CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS JOVENS E ADULTOS PowerPoint Presentation
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PROCESSOS COGNITIVOS E CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS JOVENS E ADULTOS

PROCESSOS COGNITIVOS E CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS JOVENS E ADULTOS

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PROCESSOS COGNITIVOS E CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS JOVENS E ADULTOS

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Presentation Transcript

  1. PROCESSOS COGNITIVOS E CULTURAIS DA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS JOVENS E ADULTOS Profª Esp. Izanny Brito

  2. Papel da Psicologia • Advento da Psicologia (Capitalismo) – conceito de infância como condição humana • Evolução da ciência psicológica – o adulto é diferente de criança (sínteses) • Reflexões sobre o problema da homogeneidade e da heterogeneidade cultural • Diferença entre Pedagogia e Andragogia

  3. Três linhas de pensamento 1ª) Afirma que há diferença de funcionamento cognitivo entre membros de diferentes grupos culturais (visão determinista) Grupos culturais urbanos Grupos culturais não-urbanos Postulado: se esses adultos não pensam de forma apropriada ou não são capazes de aprender adequadamente, isso se deve a sua pertinência a um grupo cultural específico 2ª) Nega a importância da diferença – o psiquismo é universal (não leva em consideração as individualidades) Postulado: todos são inteligentes, todos pensam de forma adequada já que os mecanismos do psiquismo são universais

  4. Três linhas de pensamento 3ª) Recupera a idéia de diferença em outro plano – Filogênese/ Ontogênese/ Sociogênese – microgênese (Vygotsky – Luria) – Posição não-determinista Postulado: a cultura é parte constitutiva do psiquismo • Relação homem/ cultura • Processo de geração de singularidades • Recriação de cultura • Diferenças individuais/ culturais fundem-se (geração de heterogeneidade) • Toda Psicologia seria cultural aparato orgânico + dimensão cultural PSICOLOGIA PSIQUISMO HUMANO

  5. Planos Genéticos do Desenvolvimento “Planos Genéticos de Desenvolvimento é uma idéia de que o mundo psíquico, o funcionamento psicológico, não está pronto previamente, não é inato, não nasce com as pessoas, mas também não é recebido pelas pessoas como um pacote pronto do meio ambiente. Vygotsky fala em quatro entradas de desenvolvimento que, juntas, caracterizariam o funcionamento psicológico do ser humano. Uma é a Filogênese, que é a história da espécie humana; outra é a Ontogênese, que é a história do indivíduo da espécie; outra a Sociogênese, que é a história cultural, do meio cultural no qual o sujeito está inserido; e a Microgênese, que é o aspecto mais microscópico do desenvolvimento.”. Marta Kohl

  6. Planos Genéticos do desenvolvimento • Filogênese - A filogênese estuda a história da evolução animal/humana, nomeadamente a constituição dos seres humanos como sujeitos cognitivos. Filogenia (ou filogênese) (grego: phylon = tribo, raça e genetikos = relativo à gênese = origem) é o termo comumente utilizado para hipóteses de relações evolutivas de um grupo de organismos, isto é, determinar as relações ancestrais entre espécies conhecidas (ambas as que vivem e as extintas). Todas as espécies animais têm uma história própria e essa história da espécie define limites e possibilidades de funcionamento psicológico. • Ontogênese - descreve a origem e o desenvolvimento de um organismo desde a fecundação do óvulo até à morte. Significa o desenvolvimento do ser, de um indivíduo, de uma determinada espécie. Em cada espécie, o ser tem um caminho de desenvolvimento. Nasce, se desenvolve, se reproduz, morre, num ritmo determinado de desenvolvimento, com certa seqüência etc.

  7. Planos Genéticos do desenvolvimento • Sociogênese – é a história cultural, que é a história da cultura onde o sujeito está inserido, mas as formas de funcionamento cultural que interferem no funcionamento psicológico, que definem de certa forma o funcionamento psicológico. A significação pela cultura tem dois aspectos. Um, que a cultura funciona como um alargador das potencialidades humanas. E um outro aspecto da história cultural é como cada cultura organiza o desenvolvimento de um jeito diferente. • Microgênese - diz respeito ao fato de que cada fenômeno psicológico tem sua própria história. Por isto é micro no sentido, não necessariamente de pequeno, mas com foco bem definido. é que ela é a porta aberta dentro da teoria para o não determinismo. A microgênese faz com que olhemos como cada pequeno fenômeno tem a sua história, e como ninguém tem uma história igual ao do outro, é aí que vai aparecer a construção da singularidade de cada pessoa e daí a heterogeneidade entre os seres humanos.

  8. Diferença entre Pedagogia Mecanicista e Andragogia Diferença entre a aprendizagem da criança e do adulto Pedagogia Andragogia Professor é o centro das ações, decide o que, como ensinar e avalia a aprendizagem A aprendizagem adquire uma característica mais centrada no aluno, na independência e na auto-gestão da aprendizagem Relação professor/aluno Crianças (ou adultos) devem aprender o que a sociedade espera que saibam (segundo um currículo padronizado) Pessoas aprendem o que realmente precisam saber (aprendizagem para aplicação na vida diária) Razões da Aprendizagem

  9. Diferença entre Pedagogia Mecanicista e Andragogia Diferença entre a aprendizagem da criança e do adulto Pedagogia Andragogia O ensino é didático, padronizado e a experiência do aluno tem pouco valor A experiência é rica fonte de aprendizagem, através da discussão e da solução de problemas em grupo Experiência do aluno Aprendizagem por assunto ou matéria Aprendizagem baseada em problemas exigindo ampla gama de conhecimentos para se chegar à solução Orientação da aprendizagem

  10. Reflexão sobre o jovem e o adulto Três pontos mostram a importância de uma reflexão sobre as capacidades intelectuais dos alunos jovens e adultos: 1. O reconhecimento de que esses sujeitos não são mais crianças; têm especificidades biológicas e culturais; 2. Os avanços da ciência psicológica em relação a explicação sobre a aprendizagem e a motivação desses alunos; 3. a necessidade dos docentes desse nível de ensino aprofundarem estudos na área de Andragogia.

  11. Alunos jovens e adultos são: • Jovens: 11-12 a 18-20 anos • Adultos: 18-20 a 60-65 anos • Provenientes de famílias de baixa renda, filhos de servidores públicos e, muitas vezes, já ingressaram no mundo do trabalho • Trabalhadores com uma passagem precária pela escola • Vivem num espaço urbano com acesso a diferentes linguagens • Sujeitos com certa independência, acumulam experiências de vida, aprendem com os próprios erros, têm consciência daquilo que não conhecem e o quanto esse conhecimento lhes faz falta.

  12. Capacidades cognitivas dos alunos jovens e adultos 1. Trabalho consciente sobre a atividade do pensamento – processos metacognitivos 2. Clara demonstração de interesse de saber mais sobre domínios específicos do conhecimento 3. Distinções de aspectos relevantes e não relevantes do conteúdo de estudo 4. Capacidade de auto-regulação da aprendizagem – uso intencional de estratégias de domínio das funções mentais – atenção, memória e planejamento da ação 5. Pensamento caracterizado por maior autonomia e rigor em seu raciocínio

  13. Capacidades cognitivas dos alunos jovens e adultos 6. Estruturas lógicas de pensamento mais elaboradas do que as operações concretas 7. A realidade é concebida a partir de relações possíveis – o real está subordinado ao possível 8. Capacidade potencial de propor e resolver problemas 9. Elaborações de um conjunto de explicações possíveis para posteriormente submetê-las a confirmação empírica 10. Pensamento proposicional – uso de proposições verbais como meio ideal para expressar idéias, hipóteses e raciocínios

  14. Capacidades cognitivas dos alunos jovens e adultos Todos os alunos jovens e adultos possuem uma estrutura cognitiva formal?