01 / 53ASPECTOS CONTROVERSOS NA INTERPRETAÇÃO CLÍNICA DA ESPIROMETRIA
1 / 17
Télécharger la présentation
ASPECTOS CONTROVERSOS NA INTERPRETAÇÃO CLÍNICA DA ESPIROMETRIA
Une image / un lien ci-dessous est fourni (tel quel) pour télécharger la présentation
Politique de téléchargement : le contenu du site vous est fourni TEL QUEL pour votre information et votre usage personnel ; il ne peut être vendu, concédé sous licence ni partagé sur d’autres sites sans l’accord de son auteur.Le contenu vous est fourni TEL QUEL, pour votre information et votre usage personnel uniquement.Téléchargez la présentation en cliquant sur ce lien.Lors du téléchargement, si vous ne parvenez pas à télécharger une présentation, l’éditeur a peut-être supprimé le fichier de son serveur.Pendant le téléchargement, si vous ne parvenez pas à obtenir une présentation, le fichier a peut-être été supprimé par l’éditeur.
MENSAGEM “... em um check-up médico, principalmente em um paciente tabagista, é extremamente útil a realização de espirometria, exame que informa de maneira mais precoce o acometimento pulmonar em doenças freqüentes... este teste teve seus princípios descritos em 1846, sendo portanto mais antigo que a própria radiografia (1895), medida da pressão arterial (1896) e o eletrocardiograma (1903) ... Carta da SBPT a revista Veja (Abril, 2003, não publicada)
NOMENCLATURA • Tabela “AMB 90” espirometria simples* determinação da mecânica respiratória * curva fluxo-volume com estudo dos fluxos * prova farmacodinâmica * * subitens da tabela
NOMENCLATURA • Termo “Espirometria Simples” – Tabela “AMB 90” desconhecimento dos auditores (“pagar o pedido”) mede somente a CV lenta (escassez de dados ) nãoafere o VEF1 não mostra alças fluxo-volume nãoclassifica um distúrbio ventilatório nãodeve ser realizada de forma isolada SBPT, Boletim, ano VIII (6); 2002 SPPT, Boletim, ano XVIII (23); 2004
NOMENCLATURA • CBHPM 2005 (4a edição) FUNÇÃO RESPIRATÓRIA “prova de função pulmonar ou espirometria” difusão volumes AMB. www.amb.org.br (a partir de setembro de 2005) Pg 125
ATS/ERS, Standardisation of spirometry. Eur Respir J Aug 2005 CHECAR CALIBRAÇÃO • Calibração é o procedimento de estabelecer a relação entre os valores determinados pelos sensores de fluxo ou volume do aparelho, e o sinal atual gerado de fluxo ou volume. • A checagem da calibração é diferente da calibração, sendo o procedimento utilizado para avaliar se o equipamento está dentro dos limites da calibração. É realizada diariamente. • Se um equipamento falha na checagem, é necessária uma nova calibração ou manutenção do aparelho. SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
ATS/ERS, Considerations for LFT. Eur Respir J 2005 Burgos F, Torres A. Eur Respir J 1996 Constatações – Higiene e Infecção • O número documentado de casos de infecção é muito pequeno • Amostras com culturas positivas: 90%(volume) x 13%(fluxo) • Lavar as mãos entre os pacientes e na limpeza do aparelho • Peças bucais, tubos, clipes nasais: esterilizados ou descartados • Idem para qualquer superfície com condensação visível • Equipamentos podem ser danificados durante esterilização SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
ATS/ERS, Considerations for LFT. Eur Respir J 2005 FILTROS • FILTROS: • resistência baixa • proteção do equipamento • proteção do paciente • proteção contra vírus (?) • PROCEDIMENTOS: • troca do filtro • troca do elemento filtrante • esterilização (?) SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
ATS/ERS: Considerations for LFT. Eur Respir J 2005 “Conclusões”- Higiene e Infecção • O uso de filtros é uma área de controvérsia • Se toda a prevenção é seguida, não é obrigatório o filtro • A contaminação é maior nos espirômetros de volume • Não há risco apreciável em imunocompetentes • O risco hipotético maior é em imunossuprimidos • Os diretores de laboratórios, questionados e preocupados sobre a proteção aos técnicos e pacientes, usam filtros, demonstrando a estes que sua proteção é considerada.
DIAGNÓSTICO DA “ASMA” CARCINÓIDE ADENÓIDE CÍSTICO TRAQUEAL Cortesia: Dr. Luis Medici, 2005
DIAGNÓSTICO DA ASMA DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Cortesia: Dr. Paul Enright, 2004
MENSAGEM “...a espirometria é indicada na avaliação inicial e no controle de tratamento da asma, e também para monitorar o tratamento, evitando nossa ida aos tribunais; assim, mande soprar para sua defesa!” Petty TL Chest 2002;122
INTERPRETAÇÃO • CV(F) • VEF1 • FEF25-75% • PFE • Curva fluxo-volume • VEF1/CV (F) (%) • FEF25-75%/CV (F) (%) FEF25-75%/CVF adiciona sensibilidade para detecção de obstrução ao fluxo aéreo
ATS/ERS Standardisation of spirometry. Eur Respir J 2005 CASO - FUNÇÃO PULMONAR 1,60m, 68 anos, 73 Kg CVF = 2,10 74% VEF1 = 1,52 69% VEF1/CVF 0,72 50 maços/ano, Dispnéia, Fem. Limite inferior (CVF) = 2,29 Limite inferior (VEF) = 1,76 Limite inferior (IT) = 0,70 CV = 2,51 88% VEF1/CV 0,60 DVO SOMENTE DETECTADO POR VEF1/CV SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
CV (LENTA) É IMPORTANTE! CI VRI CV CPT VAC VRE CRF VR Manobra de obtenção da Capacidade Vital Lenta. O nível de volume endoexpiratório corresponde a linha de base expiratória do volume corrente.
ATS/ERS Standardisation of spirometry. Eur Respir J 2005 DISTÚRBIO OBSTRUTIVO • Redução desproporcional de fluxos em relação ao volume pulmonar • VEF1/ CV(F) < LI e VEF1 < LI: • São os índices mais usados e padronizados para o diagnóstico de DVO • VEF1/ CV(F) < LI e VEF1 normal, em sintomático respiratório • Razão VEF1/CV(F) limítrofe e o achado de FEF2575%/CVF < LI SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
ATS/ERS Standardisation of spirometry. Eur Respir J 2005 DISTÚRBIO RESTRITIVO • A redução na CPT é o achado definitivo para o diagnóstico de DVR • A redução na CVF e CVL sugere restrição se: • História clínica positiva para doença pulmonar fibrosante ou • FEF25-75%/CVF > 150% ou • CVF 50% do previsto SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
DISTÚRBIO RESTRITIVO Pneumonia por Amiodarona, 45 dias após interrupção CVF=2,21 (84%) VEF1=1,66 (84%) VEF/CVF=75% NORMALIZAÇÃO FUNCIONAL Gulmini L, Pereira CAC. SBPT, J Pneumol 2001
DISTÚRBIO INESPECÍFICO • Redução proporcional de CV(F) e VEF1; IT normal e: • CPT NORMALou (na faltade CPT) os abaixo: • ausência de sinais de doença restritiva; • CV(F) > 50% do previsto; • Ausência de normalização na CV(F) após Bd; • FEF25-75%/CVF < 150%; • Difusão normal (se disponível ) SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002 Hyatt RE et al. Interpretation of PFT. 1997; 2003(2nd)
DISTÚRBIO INESPECÍFICO 26 anos, 1,70m, 72 Kg, nega tabagismo CV = 3,56 73% CVF = 3,56 73% VEF1 = 3,05 73% VEF1/CVF 0,86 VEF1/CV 0,86 FEF/CVF 1,06 CPT NORMAL Sem normalização na CV e CVF após Bd SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002
CAUSAS DE DVI • 1/3: Asma + obesidade; Asma; Obesidade • 1/3: Infiltrado parenquimatoso tênue (“restrição incipiente?”) • 1/3: Variante da normalidade (?) Hyatt RE et al. Interpretation of PFT. 1997; 2003(2nd)
DISTÚRBIO COMBINADO • A redução de ambas, CV(F) e da razão VEF1/CV(F) • Se houver dado clínico de doença restritiva e CVF(%) - VEF1(%) 12% considerar distúrbio misto • Pode ser interpretada apenas como “DVO com CVF reduzida” • O ideal é medir a CPT
VEF6 E VEF1/VEF6 (?) Bom substituto para a CVF, e útil no diagnóstico de DVO e DVR. Swanney et al – Am J Respir Crit Care 2000; 162 Vandevoorde J et al. Chest 2005; 127
BRONCODILATADOR “Quando um paciente é submetido a um exame de função pulmonar pela primeira vez, é altamente recomendável a realização da espirometria antes e após a administração de broncodilatador” Hyatt RE, Scanlon PD, Nakamura M 1997
RESPOSTA AO BD BRONCODILATADOR • Melhora clínica no exercício, sem melhora no VEF1 • Queda de VR (redução da hiperinsuflação) • Aumento de CV e/ou CI • Wolkove N et al. Chest 1989 • Hay et al. Eur Respir J 1992 • Guyatt GH et al. Am Rev Respir Dis 1987 • O`Donnell DE et al. Chest 1992 • Bellamy D et al. Br J Dis Chest 1981
RESPOSTA AO BD • Curva expiratória forçada: • VEF1: 200 ml e/ou 7% do previsto (fluxo) • CVF: 350 ml (volume) • Curva expiratória lenta: • CV: 400 ml e/ou 15% do inicial (volume) • CI: 300 ml e/ou 15% do inicial (volume) SBPT, Diretrizes para Função Pulmonar. J Pneumol 2002 Bussamra MH et al, Chest 2005 Tavares FMB et al. J Pneumol 2005
Connexion au compte
Connectez-vous pour publier votre contenu sur SlideServe.