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A CONCEPÇÃO DE MÉTODO NO FORTALECIMENTO DAS INSTÂNCIAS COLEGIADAS PowerPoint Presentation
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A CONCEPÇÃO DE MÉTODO NO FORTALECIMENTO DAS INSTÂNCIAS COLEGIADAS

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A CONCEPÇÃO DE MÉTODO NO FORTALECIMENTO DAS INSTÂNCIAS COLEGIADAS

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  1. A CONCEPÇÃO DE MÉTODO NO FORTALECIMENTO DAS INSTÂNCIAS COLEGIADAS COORDENAÇÃO DE GESTÃO ESCOLAR/SEED

  2. “ A gestão democrática é, portanto, atitude e método. A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente. Precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado. Demanda tempo, atenção e trabalho.” (Gadotti, 1980, p.4)

  3. PRESSUPOSTO BÁSICO: O QUE É REALMENTE DEMOCRÁTICO NA ESCOLA PÚBLICA? A SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA PÚBLICA

  4. A socialização do conhecimento é um compromisso social do público para o público – “res publica” “Oposição aos interesses privados patrimoniais, clientelistas ou meramente corporativos” (Sposito, 2002, p.46)

  5. O CARÁTER PÚBLICO DA ATIVIDADE EDUCATIVA “A natureza da res publica exige a transparência nas decisões e a real possibilidade de interferência, condições básicas para a democracia e a participação.”(SPOSITO, 2002, P. 49) A compreensão do caráter público da educação não prescinde de clareza sobre a concepção de método, que por sua vez expressa uma visão de mundo, de homem e sobretudo postura coerente.

  6. CONDIÇÃO PARA PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA

  7. “A COMPREENSÃO DIALÉTICA DA TOTALIDADE SIGNIFICA NÃO SÓ QUE AS PARTES SE ENCONTRAM EM RELAÇÃO DE INTERNA INTERAÇÃO E CONEXÃO ENTRE SI E COM O TODO, MAS TAMBÉM QUE O TODO NÃO PODE SER PETRIFICADO NA ABSTRAÇÃO SITUADA POR CIMA DAS PARTES, VISTO QUE O TODO SE CRIA A SI MESMO NA INTERAÇÃO DAS PARTES.” (FRIGOTTO APUD KOSIK, 1976)

  8. MÉTODO MÉTODO

  9. VIAS DE ACESSO À PARTICIPAÇÃODIMENSÃO POLÍTICA 1. PROCESSOS ELETIVOS – ESCOLHA - CRITÉRIOS • DIREÇÃO • CONSELHO ESCOLAR • APMF • GRÊMIO ESTUDANTIL • REPRESENTANTES DE TURMA

  10. A ELEIÇÃO/PROCESSO DE ESCOLHA É A PRIMEIRA VIA PARA A CONCRETIZAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA, MAS ELA POR SI SÓ NÃO GARANTE UMA GESTÃO, DE FATO, DEMOCRÁTICA.

  11. 2. CLAREZA DO PAPEL DAS INSTÂNCIAS E DA NECESSÁRIA ARTICULAÇÃO ENTRE ELAS (RELAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA) ORGANISMOS DE NATUREZA DIFERENTE CONTRADIÇÃO APRENSÃO RADICAL DA REALIDADE PRÁXIS

  12. 3. ENTENDIMENTO DO SIGNIFICADO DO REPRESENTANTE DE CADA SEGMENTO DA COMUNIDADE CONCEPÇÃO DE REPRESENTAÇÃO/REPRESENTATIVIDADE

  13. PAPEL DA DIREÇÃO E DA EQUIPE PEDAGÓGICA NA EFETIVAÇÃO DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NECESSÁRIA MEDIAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA QUANTO AOS CONDICIONANTES INERENTES À PARTICIPAÇÃO DOS SUJEITOS NOS PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÕES POLÍTICO-PEDAGÓGICAS NO ÂMBITO DA COMUNIDADE ESCOLAR CONSIDERADA EM SUA TOTALIDADE

  14. Criar condições para a participação (socialização dos documentos escolares, fundamentação teórica, divulgação de informações, organização dos espaços e tempos escolares, clareza das funções,acesso aos recursos tecnológicos, comunicação com instâncias, )

  15. DETERMINANTES INTERNOS E EXTERNOS DA PARTICIPAÇÃO NA UNIDADE ESCOLAR* CONDICIONANTES INTERNOS • CONDIÇÕES DE TRABALHO: ESTRUTURA FÍSICA, MOBILIÁRIO, EQUIPAMENTOS, • ACESSO A RECURSOS TECNOLÓGICOS, ENTRE OUTROS • CONDICIONANTES INSTITUCIONAIS: RELAÇÕES DE PODER, CLAREZA DAS FUNÇÕES, • ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS E TEMPOS • ESCOLARES, CONSELHO DE CLASSE • CONDICIONANTES POLÍTICO-SOCIAIS: OS INTERESSES DOS GRUPOS DENTRO DA • ESCOLA, SOCIALIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS • ESCOLARES (PPP, REGIMENTO, ESTATUTOS...) • DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES • CONDICIONANTES IDEOLÓGICOS: CONCEPÇÃO DE PARTICIPAÇÃO, DE DEMOCRACIA • CONCEPÇÕES, CRENÇAS, CONTROLE SOCIAL, ETC * PARO, 2004, P. 43-63

  16. CONDICIONANTES EXTERNOS • CONDIÇÕES OBJETIVAS DE VIDA: MISÉRIA, DESEMPREGO, TRABALHO INFORMAL, • FALTA DE TEMPO DOS PAIS PARA IR À ESCOLA, • ESPAÇO PARA DISCUSSÕES E REUNIÕES, IDH • CONDICIONANTES CULTURAIS: VISÃO QUE A COMUNIDADE TEM DA ESCOLA, • NOÇÃO DE PARTICIPAÇÃO, ACOMPANHAMENTO • DO PROCESSO EDUCATIVO, ETC. • CONDICIONANTES INSTITUCIONAIS DA COMUNIDADE: MECANISMOS • COLETIVOS DE PARTICIPAÇÃO, MOBILIZAÇÃO, • DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES, COMUNICAÇÃO • ENTRE AS INSTÂNCIAS COLEGIADAS

  17. “NO PROCESSO DIALÉTICO DE CONHECIMENTO DA REALIDADE O QUE IMPORTA FUNDAMENTALMENTE NÃO É A CRÍTICA PELA CRÍTICA, O CONHECIMENTO PELO CONHECIMENTO, MAS A CRÍTICA E O CONHECIMENTO CRÍTICO PARA UMA PRÁTICA QUE ALTERE E TRANSFORME A REALIDADE ANTERIOR NO PLANO DO CONHECIMENTO E NO PLANO HISTÓRICO-SOCIAL. A TEORIA MATERIALISTA HISTÓRICA SUSTENTA QUE O CONHECIMENTO SE DÁ NA E PELA PRÁXIS. (...) A REFLEXÃO TEÓRICA SOBRE A REALIDADE NÃO É UMA AÇÃO DILETANTE, MAS UMA REFLEXÃO EM FUNÇÃO DA AÇÃO PARA TRANSFORMAR. (FRIGOTTO, 2004, P.81)

  18. REFERENCIAS BASTOS, J.B. GESTÃO DEMOCRÁTICA. RIO DE JANEIRO : DP&A:SEPE, 2002. (O SENTIDO DA ESCOLA) FRIGOTTO, G. O ENFOQUE DA DIALÉTICA MATERIALISTA HISTÓRICA NA PESQUISA EDUCACIONAL. IN: FAZENDA, I. METODOLOGIAS DA PESQUISA EDUCACIONAL. SÃO PAULO : CORTEZ, 2004. PARO, V.H. GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA. SÃO PAULO : ÁTICA, 2004.

  19. CONTATOS (41) 33401659 / 33401780 / 33401799 cadeppr@yahoo.com.br nadiaartigas@yahoo.com.br