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Planejamento e Gest o Estrat gica de Marketing

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Planejamento e Gest o Estrat gica de Marketing

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    1. Planejamento e Gesto Estratgica de Marketing

    2. Agenda A Empresa Anlise do Ambiente e Mercado Anlise da Empresa e dos Concorrentes Estabelecimento dos objetivos Estratgias para atingir objetivos Decises de Produtos, Servios, Marcas e Embalagens Decises de Comunicaes Decises de Canais de Distribuio Decises de Fora de Vendas Decises de Preo Oramento e Anlise de Investimento Gesto e Controle

    3. 1. A Empresa

    4. Histria Inicia-se em 1880, quando os irmosBruno e Hermann Heringcriaram uma pequena malharia na cidade catarinense de Blumenau. Empreendedores, chegaram ao Brasil dois anos antes com a herana de uma slida tradio de teceles nascida sculos antes na cidade de Hartha, interior da Alemanha. Em 1914 a empresa j contava com 90 teares e 100 mquinas de costura. Em 1929 criada a Cia. Hering. A empresa abre o capital em 1964, mesmo ano em que comea a exportar

    5. Histria Na dcada de 80, a empresa atingiu o status de ser uma das maiores malharias da Amrica Latina, alcanando a capacidade mxima de produo. Em 1993 instalada no Rio de Janeiro a loja piloto Hering Family Store e em 97 a empresa alcana a marca de 5 bilhes de camisetas produzidas. Em 2008 inaugurada a loja de nmero 200, em Curitiba (PR).

    6. Cia. Hering Hoje Se consolida como uma das maiores empresas de design de vesturio do Brasil: deixou de ser sinnimo de camiseta para ser sinnimo de moda, trazendo para as lojas colees antenadas com as ltimas tendncias. Fechou 2010 com 325 lojas. No setor txtil est entre as 10 lderes em vendas no pas. Sua produo, concentrada em 9 fbricas, em SC, GO e RN, tem mdia de quatro milhes de peas produzidas por ms.

    7. Cia. Hering Negcio: Gesto de marcas, desenvolvimento de produtos e canais de distribuio de vesturio; Viso: Ser reconhecida como a mais rentvel e melhor gestora de marcas de vesturio; Misso:Desenvolver marcas, criar e comercializar produtos e servios de vesturio com valor percebido e foco no cliente.

    8. Valores Respeito aos clientes- Encantar o cliente com produtos e servios que superem suas expectativas; Sustentabilidade- Ser economicamente rentvel, promovendo a responsabilidade scio ambiental; Integridade e tica- Agir com transparncia e tica, respeitando as regras da sociedade; Inovao e abertura a mudanas- Pesquisar e monitorar o mercado, buscando reinventar-se; Comprometimento-Atitude para alcanar as metas de acordo com a viso estratgica da empresa.

    9. Poltica da Qualidade e Sustentabilidade A Cia. Hering uma organizao inovadora, competitiva e sustentvel e tem como princpios: Desenvolver marcas e canais de distribuio fornecendo produtos e servios de qualidade e valor agregado para encantar seus clientes. Garantir um ambiente de trabalho tico, ntegro e seguro contribuindo para o desenvolvimento e a qualidade de vida de seus colaboradores. Ser economicamente rentvel, promovendo a responsabilidade scio ambiental e respeitando as regras da sociedade.

    10. Unidades Produtivas (2001)

    11. Prmios em 2010 Prmio Maiores & Melhores Prmio Abrasca de Criao de Valor Prmio Empresa Mais Admirada do Brasil Marcas Brasileiras Mais Valiosas Prmio As Empresas que mais Respeitam o Consumidor no Brasil Prmio 100 melhores empresas em cidadania corporativa da Gesto & RH Editora Prmio Expresso de Ecologia Prmio de Design ABF

    12. Figura 1.4 Histrico dos Projetos

    13. MARCAS

    14. Hering A Hering durante muito tempo foi sinnimo de camiseta e viveu nestes 130 anos em constante transformao. Mais do que isso: participou ativamente de um processo onde o mundo se globalizou e o Consumidor passou a ser um agente ativo de transformao social. Hoje, a marca reconhecida como sinnimo de moda democrtica, presente na vida dos brasileiros desde sempre!

    15. Hering Kids Peas para serem usadas no dia a dia, feitas para vestir na hora de brincar ou passear. A Hering Kids foi criada para proporcionar conforto, beleza e liberdade. Cada coleo traz desenhos e detalhes que transmitem alegria e modernidade. A Hering Kids uma grife para crianas com atitude e que buscam um estilo prprio de vestir.

    16. dzarm. Uma marca jovem, causal. Autntica e original. Voltada para quem tem atitude e estilo prprio. Suas peas conferem ao consumidor um jeito especial de vestir, permitindo a versatilidade de uso, dia e noite em diversas ocasies. A dzarm. conquistou um pblico que busca diversidade em roupas para usar em diversas ocasies e em qualquer momento do dia ou da noite. Presente em multimarcas por todo o Brasil.

    17. PUC Um jeito colorido e alegre de vestir meninos, meninas e bebs. A sintonia entre o conforto e a liberdade. A PUC foi a primeira a transportar o universo fashion para a moda infantil com valor agregado. A grife prope uma identificao com a moda para crianas que sabem o que querem. A PUC encontrada na rede de franquias e em lojasmultimarcas em todo Brasil e na webstore.

    18. Modelo de Franquias Concentradas nas grifes Hering e PUC. Ferramentas de gesto eficazes e excelncia em logstica. Foram implantadas a partir de 1993, quando a empresa decidiu investir maciamente no varejo. O objetivo da estratgia foi atender a um consumidor que evolui, se atualiza e se torna cada vez mais exigente. Um pblico que busca produtos e servios com maior percepo de valor.

    19. Franquias no Brasil Hering Store: 340 unidades, a maioria localizada em Shopping Centers. PUC: 60Lojas nos principais Shopping Centers e em reas nobres do comrcio e 30franqueados, em plano de expanso para outros estados do pas.

    20. Mercado Internacional A expanso no mercado internacional faz parte da estratgia de crescimento da Cia. Hering. As atividades de comrcio exterior da Cia.Hering comearam logo nos primeiros anos da dcada de 60, quando tornou-se uma das primeiras empresas brasileiras do setor de vesturio a exportar. Os negcios no mercado mundial envolvem diretamente as marcasHering, PUCe dzarm. atravs dos canais de franquia e multimarca. Franquias Internacionais: Bolvia, Paraguai, Uruguai e Venezuela

    21. 2. Anlise do Ambiente e Mercado

    22. Figura 2.2 Rede da Cia. Hering

    23. Quadro 2.1 Evoluo de Mercado

    24. Quadro 2.4 Direcionadores de mudanas e aes

    25. Figura 2.2. Projetos e aes com base na PEST

    26. Quadro 2.6. Anlise do processo de deciso de compra

    27. Quadro 2.6. Anlise do processo de deciso de compra (continuao)

    28. Consumer Risks Satellite

    29. Quadro 2.7 Aes coletivas entre membros da rede

    30. Setor Txtil e de Confeco Dados referentes a 2010 Relatrio ABIT Faturamento da Cadeia: US$ 52 bilhes (em 2009 foi registrado faturamento de US$ 47 bilhes) Exportaes (sem fibra de algodo): US$ 1,44 bilho, contra US$ 1,21 bilho em 2009 Importaes (sem fibra de algodo): US$ 4,97 bilhes, contra US$ 3,46 bilhes em 2009

    31. Investimentos no setor: US$ 2 bilhes, contra US$ 867 milhes em 2009 Produo mdia de confeco: 9,8 bilhes de peas Trabalhadores: 1,7 milho de empregados, dos quais 75% so mo-de-obra feminina 2. maior empregador da indstria de transformao 2. Maior gerador do primeiro emprego

    32. Nmero de empresas: 30 mil Quinto maior produtor txtil do mundo Segundo maior produtor e terceiro maior consumidor de denim (matria prima do jeans) o mundo Representa 13,15% dos empregos na Indstria de Transformao e cerca de 3,5% do PIB total brasileiro 5 Maior parque txtil do mundo

    33. Setor txtil no Brasil

    34. Setor txtil no Brasil

    35. Faturamento Setor Txtil e de Confeco Brasileiro

    36. Balana Comercial Brasileira do Setor Txtil e de Confeco

    37. Evoluo Mensal Produo Fsica no Brasil

    38. Pases de Destino das Exportaes

    39. Pases de Origem das Importaes

    40. Panorama Atual Dficit da balana comercial no primeiro trimestre de 2011: US$ 1,17 milho, 47,3% maior em relao ao mesmo perodo do ano passado Importaes no primeiro trimestre de 2011: 300,5 mil toneladas, 1,6% maior em comparao ao mesmo perodo de 2010 Exportaes alcanaram as 70,8 mil toneladas, aumento de 7,9% nas 69,7 mil toneladas registradas de janeiro a maro de 2010

    41. Panorama Atual Primeiro trimestre de 2011 : Os 10 estados que mais receberam produtos estrangeiros, em valor (importaes): Santa Catarina, So Paulo, Esprito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraba, Cear, Paran, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia. Os 10 estados que mais venderam produtos brasileiros, em valor (exportaes): So Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Paran, Mato Grosso, Cear, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Gois.

    42. Panorama Atual Os 10 pases que mais receberam produtos brasileiros, em valor: Argentina, Estados Unidos, Holanda, Venezuela, Colmbia, Paraguai, Uruguai, Mxico, Chile e Peru. Os 10 pases dos quais o Brasil mais importou produtos, em valor: China, ndia, Indonsia, Estados Unidos, Argentina, Bangladesh, Taiwan (Formosa), Coria do Sul, Tailndia e Itlia.

    46. Estudo Prospectivo para o Setor Confeco ABDI 2010 Para sobreviver na economia do conhecimento, setor depender da agilidade de sua indstria em produzir inovaes, desenvolver os processos mais avanados, flexveis e eficientes no uso de recursos. as inovaes tecnolgicas em fibras, fios e tecidos imbricam-se no desenvolvimento de novas tecnologias de fabricao, organizao da produo, distribuio e comercializao o cruzamento com outras cadeias introduz novos mercados mais ricos e mais intensivos em tecnologia, com maior disponibilidade de recursos para P&D. Reduz-se o mercado de roupas tradicionais, ganham-se mercados de roupas de alta tecnologia associadas indstria de comunicao e do entretenimento. As costureiras de outrora devero ser capazes de operar mquinas diferentes em processos de montagem que envolvem outras competncias

    48. Estudo Prospectivo para o Setor Tendncias em sete vertentes T1 Tendncias do uso de novos materiais no vesturio Tecidos que mudam de cor; so resistentes a chamas; invulnerveis a manchas, dobras e lquidos; que liberam fragrncias, absorvem odores e bloqueiam raios UV; Fibras manufaturadas com propriedades caractersticas das fibras naturais; Roupas integradas a sistemas ptico-eletrnicos; Smart textiles capazes de sentir e de reagir de acordo com instrues

    49. Estudo Prospectivo para o Setor T2 Tendncias de integrao com TIC Inteligncia coletiva; Interatividade (B2B, B2C, Cadeia-Cadeia...); Personalizao; Ambientes colaborativos; Cultura de redes. T3 - Tendncias de tecnologia para o vesturio Capacitao; Engenharia de projetos; Engenharia de produto.

    50. Estudo Prospectivo para o Setor T4 - Tendncias de meio ambiente para o vesturio Equipamentos que promovem reduo dos consumos de gua e energia; Processos que reduzem o consumo de gua e energia, a produo de efluentes e emisses de rudos nocivos; Matrias-primas sintticas reciclveis, fibras naturais orgnicas e naturalmente coloridas que propiciam a reduo da carga orgnica no tratamento; Insumos e produtos auxiliares mais eficientes, desenvolvidos em conjunto com fabricantes de equipamentos, visando reduo da carga orgnica e melhoria do controle de parmetros ambientais.

    51. Estudo Prospectivo para o Setor T5-Tendncias de mercado Novos smbolos introduzidos na moda pela ampliao e diversificao da base de consumo (aspectos tnicos e socioeconmicos); Consumidor monitorado por Radio Frequency Identification (RFID) e integrado pela roupa cadeia de valor; Lojas/clubes reais/virtuais para gerao de experincias de consumo; Compra on-line viabilizada pelo body-card

    52. Estudo Prospectivo para o Setor T6 Tendncias de design Acesso das classes menos favorecidas: design para todos; Reduo das escalas com forte apelo cultural e personalizao: eu crio, logo existo!; Formas simples e funcionais amplificadas por tecnologias incorporadas; Mudanas nas relaes entre pessoas e objetos, interferindo no design: real, virtual, irreal

    53. Estudo Prospectivo para o Setor T7 Tendncias de cadeia produtiva Integrao ntima com outras cadeias; Produo enxuta (lean production) coordenada pelo varejo; Cadeia de valor controlada por sistemas de indicadores socioeconmicos E ambientais; Integrao global com nfase na identidade nacional

    54. Estudo Prospectivo para o Setor Quais so as foras que impulsionaro a demanda no consumo de vesturio em 2023? Forte relao da funcionalidade com o comportamento do consumo; Utilizao de tecidos prticos (no amarrote, no suje, bactericida); Produtos multifuncionais, inteligentes, descartveis, reutilizveis e no agressivos ao meio ambiente; Utilizao de vestimentas que permitam a reduo do consumo de gua, energia e, principalmente, substncias qumicas sintticas em seus processos de fabricao; Produtos que melhorem a qualidade de vida da populao, correlacionados com a medicina e indstria farmacutica. nfase: monitoramento, proteo e conservao da sade; Compatibilidade ecolgica integrada; Facilidade de compra, impactando na disponibilidade do produto no momento, na forma e no tempo que desejo; Roupas para captao e armazenamento de energia para abastecer os dispositivos eletrnicos; Alterao do projeto das roupas ntimas para privilegiar o aumento da funcionalidade (mudana para artigos de higiene); Questo esttica e sensual/ertica. nfase: A liberdade de ser diferente; Roupas como abrigo. nfase: Roupas microclimticas, visando conforto trmico Vontade de ser mais jovem. nfase: Atendimento ao idoso

    55. Estudo Prospectivo para o Setor Que fatores sero determinantes da competitividade do sistema produtivo para o segmento de vesturio em 2023? Substituio da rea de plantio de fibras naturais para energia e alimentos; Agilidade representada por estruturas (produtiva e fsica) muito leves, com comportamento de rede e poucos departamentos (inteligentes); Insero das empresas de vesturio nas regies de APLs ou ZPE e criao de plataformas de alto desempenho; Ciclo de produo extremamente reduzido; Recursos humanos altamente competentes, equipes multidisciplinares e flexveis; Grau de pertencimento a uma estrutura intensiva em conhecimento, assim como a de outros setores altamente inovadores; Maior reconhecimento da potencialidade, riquezas naturais, financeiras, humanas e outras pertinentes ao territrio

    56. 3.Anlise da Empresa e dos Concorrentes

    57. Quadro 3.1 Avaliao quanto orientao ao cliente

    58. Quadro 3.1 Avaliao quanto orientao ao cliente (Continuao)

    59. Quadro 3.1 Avaliao quanto orientao ao cliente (Continuao)

    60. Quadro 3.1 Avaliao quanto orientao ao cliente (Continuao)

    61. Quadro 3.3. Descrio dos principais concorrentes

    62. Quadro 3.3. Descrio dos principais concorrentes (Continuao)

    63. Quadro 3.3. Descrio dos principais concorrentes (Continuao)

    64. Quadro 3.3. Anlise Interna X Concorrentes

    65. Quadro 3.3. Anlise Interna X Concorrentes (Continuao)

    66. Quadro 3.3 Anlise Interna X Concorrentes (Continuao)

    67. Quadro 3.4. Classificao dos Recursos da Cia. Hering

    68. Figura 3.6. Fatores Crticos de Sucesso

    69. Quadro 3.5. Comparao e Ponderao dos Fatores Crticos de Sucesso

    70. Figura 3.7 Consolidao de Projetos e Aes

    71. 4. Estabelecimento dos objetivos

    72. Quadro 4.2 Grandes objetivos de PGEM

    73. Quadro 4.3 Grandes Objetivos da Empresa

    74. Quadro 4.5 Grandes objetivos geograficamente

    75. 5. Estratgias para atingir objetivos

    76. Quadro 5.2. Matriz de alternativas estratgicas

    77. Figura 5.3 Matriz de Segmentao de Mercado

    78. Quadro 5.4. Opes de diferenciao

    79. Figura 5.2. Estratgias de Crescimento

    80. Quadro 5.6 Matriz Sntese de tipos de Crescimento

    81. Figura 5.5. Matriz de Atratividade de Mercado GR/Mckinsey

    82. Quadro 5.8 Aes para criar e sustentar vantagem competitiva

    83. Cia. Hering Vantagens competitivas

    84. Experincia de compra diferenciada nas Lojas Hering Store e Lojas PUC O diferencial e os atributos so reforados pela experincia de compra proporcionada na Rede Hering Store e Rede PUC. um diferencial valorizado pelo consumidor em relao a lojas de departamento, visto que o modelo de atendimento assistido (com suporte de vendedores) combinado com o auto-servio. A fidelidade marca 63% maior entre os clientes que costumam comprar nas Lojas Hering Store em relao aos clientes do Varejo Multimarcas, segundo pesquisa.

    85. Marcas Fortes Foi reconhecida por 94% dos entrevistados nas Classes A e B1 e 85% nas Classes B2 e C. Sinnimo de casualwear e de camiseta no Brasil, diferenciando-se dos concorrentes pela qualidade de seus produtos, segundo a Pesquisa Synovate. Posio privilegiada de alta aceitao em vrias categorias de produto, faixas etrias, especialmente acima de 20 anos, e nas Classes sociais A, B e C. A marca PUC uma das lderes em moda infantil para a Classe A e a marca dzarm. associada a produtos jovens e contemporneos.

    86. Estrutura de varejo capilar Rede de202 Lojas Hering Store e Lojas PUC com aproximadamente 10.777 lojas do Varejo Multimarcas. Pelo modelo de franquias de Lojas Hering Store ou Lojas PUC (lojas de distintos formatos e tamanhos) se beneficia de uma densidade de lojas maior do que o modelo tradicional de loja de departamento, tanto emshopping centers, quanto em bairros residenciais e corredores de comrcio. O Varejo Multimarcas permite estar presente em cidades cujo potencial de mercado no justifica o investimento na abertura de lojas da Rede Hering Store ou Rede PUC.

    87. Desenvolvimento de colees e modelo de suprimento geis (fast fashion) Equipe de desenvolvimento de produto e supply chain preparadas para disponibilizar rede de lojas e ao Varejo Multimarcas seis colees ao longo do ano, entregues em ciclos a cada duas ou trs semanas Garante que sempre novidades na loja, o que estimula a freqncia de visita dos consumidores. possvel porque o design das colees feita internamente, o que reduz o ciclo de desenvolvimento do produto.

    88. Alm disso, adotou um modelo de fornecimento de produto hbrido em que se optou por produzir internamente ou comprar de fornecedores nacionais ou estrangeiros (make-or-buy). A deciso tomada em funo das circunstncias de mercado e com base na alternativa mais eficiente e rentvel para a Cia. Uma das nicas redes de vesturio brasileiras com capacidade de usar esse modelo de negcios, que vem sendo crescentemente adotado em mercados mais maduros, como, por exemplo, o europeu.

    89. Potencial de crescimento Atuais condies macroeconmicas no Brasil so favorveis ao setor varejista de vesturio: crescente disponibilidade de crdito ao consumidor aumento de rendaper capita contnua queda das taxas de juros consolidao do setor Boa oportunidade de crescer e desenvolver a participao da empresa no mercado devido a sua elevada fragmentao .

    90. Cia. Hering Estratgias

    91. Reposicionar a marca Hering como moda acessvel A marca tem um enorme potencial de crescimento, j que a penetrao na base de usurios potencial baixa. Em So Paulo, onde a presena da empresa maior, pesquisa indicou que a penetrao da marca no passa de 22% na Classe A, 24% na Classe B1, 16% na Classe B2 e apenas 4% na Classe C. Limitante ao aumento de penetrao da marca, principalmente nas Classes B e C: marca ser associada por esses consumidores a produtos de preos mais elevados. Reposicionar a marca Hering como moda acessvel, aumentando a oferta de produtos com preos mais acessveis e intensificando os investimentos em marketing e publicidade.

    92. Aumentar a oferta de crdito na Rede Hering Store Expandir a operao do Carto Hering com base em um acordo comercial com instituio financeira com compartilhamento de resultados e de riscos Possibilitara a compra dos produtos em melhores condies de pagamento. Foco da estratgia: carto do tipo private label com caractersticas comparveis s de outros cartes no mercado, a ser complementado por um carto co-branded e produtos adicionais, como crdito pessoal e seguros.

    93. Expandir e fortalecer a Rede Hering Store Um mapeamento detalhado dosshopping centers, corredores comerciais e bairros residenciais de 135 cidades indicou que ainda h espao para, no mnimo, dobrar o nmero de Lojas Hering Store. O foco de crescimento ser cidades mdias e grandes, tanto shopping centers quanto lojas de rua, assim aumentando a j considervel capilaridade e atingir uma maior gama de classes sociais.

    94. Aumentar o nmero de lojas prprias Aumentar o nmero de lojas prprias, normalmente lojas-modelo de maior tamanho (de 200m2a 240m2) e que demandam maior investimento inicial (na faixa de R$5.000/m2, incluindo o custo do ponto). As maiores cidades em que a presena da Cia mais discreta sero prioridade (ex: Rio de Janeiro), ou shoppings centersde alto fluxo, voltados para as Classes A e B. Objetivo: aproveitar o EBITDA incremental gerado pelas lojas prprias, controlar os pontos de alta visibilidade e fortalecer a construo da marca.

    95. Incrementar as vendas no Varejo Multimarcas O reposicionamento da marca Hering como moda acessvel permite: Recuperao da venda mdia histrica nos atuais 9.155 pontos de venda da marca Hering (de um total de aproximadamente 12.473) Condies de conquistar novos clientes no Varejo Multimarcas. Reforo na equipe de representantes comerciais, passando dos 130 representantes da marca Hering (de um total de 196 para todas as marcas) para mais de 200 representantes.

    96. 6. Decises de Produtos, Servios, Marcas e Embalagens

    97. Figura 6.1 Anlise de Linhas de Produto

    98. Figura 6.4 Ciclo de vida do produto e estratgias de marketing Estratgia de MKT Maximizar lucro Defender participao no mercado Diversificar marcas e produtos

    99. Desenvolvimento de novos produtos

    100. Quadro 6.1 Decises de marca

    101. Quadro 6.2 Decises de embalagem

    102. Figura 6.5 Qualidade dos servios

    103. Quadro 6.3 Oportunidades para aes coletivas

    104. Oramento

    105. 7. Decises de Comunicaes

    106. Quadro 7.1 Definio de pblico-alvo e as aes de comunicao

    107. Quadro 7.2 Estabelecimento de Objetivos da Comunicao

    108. Quadro 7.4 Principais ferramentas de Comunicao

    109. Quadro 7.7 Oportunidades para uso de aes coletivas

    110. Oramento de Comunicaes

    111. 8. Decises de Canais de Distribuio

    112. Descrio dos Canais

    119. Quadro 8.5 - Oramento

    120. 9. Decises de Fora de Venda

    121. Quadro 9.1 Estratgias e implicaes para a fora de vendas

    122. Figura 9.1 Estabelecimento de segmentos e foco de atuao

    123. Quadro 9.2 Principais decises e descrio em organizao de vendas

    124. Figura 9.4 Desenvolvimento de um plano de quotas de incentivo

    125. 9.2.4. Definio do Nmero de vendedores Modelos a serem considerados Mtodo de diviso de vendas Mtodo Incremental Mtodo paridade com a concorrncia Mtodo lucro esperado Variveis a serem consideradas: Tamanho da loja Localizao da mesma

    126. Quadro 9.5 ndice de desenvolvimento de mercado

    127. 9.3.1 Recrutamento e Seleo Recrutamento Currculos enviados pelo site Currculos deixados nas lojas Seleo: Experincia anterior em vendas Habilidades para vendas Gostar de trabalhar com pblico Organizao Educao Empatia Saber ouvir

    128. 9.3.2 Treinamento em vendas Conhecimento sobre a linha de produtos Aspectos legais e ticos do processo de vendas Orientao em relao a polticas internas da empresa Tcnicas de comunicao Outros

    129. Quadro 9.6 Plano de remunerao

    130. Quadro 9.9 Oportunidades de aes coletivas

    131. Oramento

    132. 10. Decises de Preos

    133. Figura 10.1 Fatores determinantes e Influenciadores das definies de preos da Hering

    134. Quadro 10.2 Impacto na elasticidade da Demanada

    135. Quadro 10.1 Fatores de Sensabilidade de preo

    136. Quadro 10.3 As decises de preo em funo da concorrncia No caso da Hering a intensidade das concorrntes Riachuelo, Lojas Renner e C&A, que so umas das grande lojas de departamentos do pais, Maior, sendo que o valor percebido do produto hoj considerado tambm Maior pelos consumidores, sendo a maior franquia de vesturio nacional. O que deixa a Hering em um ambiente de Concorrncia Monopolstica.

    137. Quadro 10.4 Mtodo de determinao de preo O mtodo hoje escolhido pela Hering para a precificao, o Preo de Valor Percebido da marca que hoje fator-chave. Atravs de pesquisas de marketing a empresa pode estabelecer qual a percepo do mercado em relao ao valor da oferta. Posicionamento do Produto: Faixas etrias especialmente acima de 20 anos, e nas Classes sociais A, B e C.

    138. Hering a marca que mais se valorizou no ltimo ano, diz consultoria. Fonte: Valor Online. Como a estratgia de preo muito influenciada pelo Valor Percebido do produto, a empresa possui hoje uma vantagem em relao aos seus concorrentes no aumento de preos, que pode ser feita sem que seus consumidores possam perceber tal aumento.

    139. Quadro 10.5 Estratgias de adequao

    140. Quadro 10.6 Motivos pelos quais se pode usar a perspectiva de redes e aes coletivas a precificao

    141. 11. Oramento

    142. Oramentos Compilados

    143. Oramentos Compilados (Cont.)

    144. Oramentos Compilados (Cont.)

    145. 12. Gesto e Controle do PGEM

    146. Quadro 12.2 Ferramenta de priorizao de projetos

    147. Figura 12.2 Cronograma

    148. Quadro 12.5 Inter-relacionamentos entre os projetos

    149. Referncias BM&F Bovespa. Cia Hering. Dados da Companhia. 2011. Disponvel em: <http://www.bmfbovespa.com.br/cias-listadas/empresas-listadas/ResumoEmpresaPrincipal.aspx?codigoCvm=14761&idioma=pt-br>. Acesso em 19 jun 2011. BM&F Bovespa. Guararapes Confeces S/A. Dados da Companhia. 2011. Disponvel em: <http://www.bmfbovespa.com.br/Cias-Listadas/Empresas-Listadas/ResumoEmpresaPrincipal.aspx?codigoCvm=4669&idioma=pt-br>. Acesso em 19 jun 2011. BM&F Bovespa. Lojas Renner S/A. Dados da Companhia. 2011. Disponvel em: <http://www.bmfbovespa.com.br/Cias-Listadas/Empresas-Listadas/ResumoEmpresaPrincipal.aspx?codigoCvm=8133&idioma=pt-br>. Acesso em 19 jun 2011. CIA HERING. Cdigo de Conduta e tica do Grupo Hering. Jan 2010. Disponvel em: <http://ciahering.com.br/site/public/uploads/tinymce/files/dezembro_2010_site.pdf>. Acesso em: 19 mai de 2011. CIA HERING. Gesto de marcas, desenvolvimento de produtos e canais de distribuio de vesturio. 2011. Disponvel em: <http://ciahering.com.br/site/pt-br/Empresa/Neg%C3%B3cio>. Acesso em 19 jun. 2011. CIA HERING. Perfil Corporativo. 2011. Disponvel em: <http://www.b2i.us/profiles/investor/fullpage.asp?f=1&BzID=1502&to=cp&Nav=1&LangID=3&s=0&ID=6570>. Acesso em 19 jun. 2011. CIA HERING. Reunio APIMEC. 2011. Disponvel em: <http://www.b2i.cc/Document/1502/122252.pdf>. Acesso em 19 jun. 2011. DALFOVO, M. S. ; PEDROSO, A. A percepo dos clientes multimarcas referente ao novo posicionamento da marca Hering. Revista Interdisciplinar Cientfica Aplicada, Blumenau, v.2, n.2, p.01-22, Sem I. 2008. JURGENFELD. V. Importao de roupas j vai alm da China. Valor Econmico. 05/06/2008. Disponvel em: < http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?cod=466872>. Acesso em 19 jun. 2011. LOJAS RENNER S/A. Apresentao Institucional. Mar 2011. Disponvel em: < http://www.mzweb.com.br/renner/web/arquivos/Institucional_mar2011_Port_V2.pdf>. Acesso em: 20 jun 2011. VAZ, T. Segredo da Hering ter marca democrtica, diz presidente. Exame.com. 06 jul 2010. Disponvel em: <http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/segredo-hering-ter-marca-democratica-diz-presidente-576101?page=1&slug_name=segredo-hering-ter-marca-democratica-diz-presidente-576101>. Acesso em 19 jun 2011.

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