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  1. Helena Donato Estudos bibliométricos uma nova competência para as bibliotecas Lisboa

  2. Introdução • Estudos bibliométricos baseados em dados procedentes de publicações científicas, experimentaram grande desenvolvimento nos últimos anos nos países mais avançados • Em Portugal não temos conhecimento de estudos deste tipo, pelo menos na área da biomedicina Lisboa

  3. Bibliometria Ciência que permite a análise quantitativa e qualitativa da produção científica através da avaliação da literatura produzida Lisboa

  4. Estudos Bibliométricos Baseiam-se na análise estatística de dados quantitativos e qualitativos procedentes da literatura científica Constituem ferramenta essencial para estudo da actividade investigadora fornecem dados interessantes sobre a situação científica de um país ou tema de investigação Permitem avaliar rendimento da actividade científica e o seu impacto na sociedade Lisboa

  5. Indicadores Bibliométricos Aplicam-se fundamentalmente a artigos científicos por considerar que estes são a manifestação mais elaborada de um investigador e permitem o seu reconhecimento profissional, reflectindo a bibliografia a actividade científica Lisboa

  6. Objectivos Este estudo centra-se : Na contribuição dos autores portugueses na produção científica internacional na campo específico da patologia mamária Na análise da produção científica correspondente ao período de 1995 a Julho de 2005 Lisboa

  7. Objectivos (cont.) Com informação compilada calcularam-se os seguintes indicadores: Quantitativos Qualitativos Lisboa

  8. Indicadores Quantitativos Índice de produtividade das instituições Índice de colaboração Localização geográfica Crescimento da produção nacional em publicações internacionais Lisboa

  9. Indicadores Qualitativos ou de Impacto A influência e a visibilidade da produção científica (Factor de Impacto) Os indicadores bibliométricos mais utilizados para medir a actividade científica baseiam-se no número de citações recebidas pelos trabalhos publicados, assim como no impacto das revistas onde foram publicados. Lisboa

  10. Journal Citation Reports (JCR) Para aceder ao prestígio das revistas ou qualidade de publicação usámos o indicador chamado Factor de Impacto (FI) publicado anualmente no JCR, secção do SCI e calculado pelo Institute for Scientific Information (ISI) O JCR categoriza as publicações por áreas específicas, estabelecendo ranking de prestígio Utilizámos o FI tal como figura no JCR de 2004 Lisboa

  11. Lisboa

  12. Factor de Impacto (FI) FI desenvolvido na década de 1960 por E Garfield e IH Sher, a partir da análise das citações ganhou aceitação como medida quantitativa da qualidade das revistas FI de uma revista num determinado ano é a razão simples do número de citações recebidas pelos artigos publicados por uma revista nos 2 anos anteriores, relativo ao número total de artigos publicados nos mesmos 2 anos Lisboa

  13. Factor de Impacto (FI) FI = citações em 2004 de artigos publicados em 2002 e 2003 artigos publicados em 2002 e 2003 Ex: Lisboa

  14. Factor de Impacto (FI) FI constitui na actualidade um dos poucos meios, senão o único, para avaliar a influência de uma revista no mundo científico internacional. Apesar das indubitáveis limitações ganhou aceitação por parte da comunidade científica Lisboa

  15. Cuidado com uso do Factor de Impacto (FI) Não se pode comparar FI de diferentes áreas Favorece áreas com um número elevado de investigadores, quanto mais investigadores maior a possibilidade de citar revistas Ex: maior FI na categoria “Obstetrics & Gynecology” é de 4.194. Em “Oncology” o CA Cancer J Clin o 1º do ranking desta categoria tem 44.515, significará que “Oncology” é 10X mais importante que “Obstetrics & Gynecology”? Lisboa

  16. Cuidado com uso do Factor de Impacto (FI) Disciplinas diferentes têm práticas de citação distintas Revistas gerais dada a sua abrangência têm vantagem em relação às revistas de especialidades Revistas de investigação têm melhor posição que as clínicas: trabalhos clínicos citam artigos de investigação mas o inverso não se verifica trabalhos clínicos são muito lidos e usados para melhorar diagnóstico, tratamento, mas raramente são citados Lisboa

  17. Cuidado com uso do Factor de Impacto (FI) Tamanho da revista é importante, quanto mais artigos contém mais baixo pode ser o seu FI O tipo de artigos pode influenciar o FI, revistas que publicam artigos de revisão têm FI superiores Maior disponibilidade tende a aumentar o FI, dá maior visibilidade Artigos fracos e controversos podem aumentar FI O FI pode ser manipulado por autores e editores, através da auto-citação Lisboa

  18. Factor de Impacto (FI) Apesar das numerosas críticas que recebe, o FI converteu-se numa espécie de carta de apresentação das revistas científicas. Um indicador de qualidade, porque se baseia no reconhecimento do seu valor pela comunidade científica através da citação Ferramenta mais utilizada pela comunidade científica internacional para avaliar a qualidade de um trabalho científico ou prestígio de uma revista Lisboa

  19. Recolha de Dados O estudo foi realizado utilizando as Bases de Dados Medline (NLM -interface de pesquisa PubMed) Science Citation Index (ISI) também utilizámos para estabelecer comparações IndexRMP Lisboa

  20. Pesquisas nas BDs seleccionadas Recolhemos todos os documentos publicados em revistas nacionais e estrangeiras entre 1995 e Julho 2005 sobre a nossa temática em que a instituição de pelo menos um autor é portuguesa Considerámos todos os artigos independentemente da sua tipologia (revisões, ensaios clínicos, cartas, editoriais…) Lisboa

  21. Resultados Durante o período estudado obtiveram-se 232 artigos nas pesquisas efectuadas na Medline e no Science Citation Impact sobre o tema proposto em que figure pelo menos uma instituição portuguesa como autora Lisboa

  22. Resultados Medline • 122 artigos nacionais • 13 publicados em revistas portuguesas SCI • 183 artigos nacionais • Desses 183, 73 são repetidos com Medline Medline + SCI = 232 artigos Lisboa

  23. Resultados A Contribuição científica portuguesa na produção científica internacional no campo específico da patologia mamária durante o período estudado, teve um crescimento de 200% Lisboa

  24. Evolução da produção de Artigos Científicos 1995 / 2005 Jul. 254 % 200 % Lisboa

  25. Resultados Quanto aos idiomas de publicação dos documentos são: 93,5% em inglês 5,6% em português 0,9% em espanhol Lisboa

  26. Distribuição Geográfica da produção de Artigos 26% 59% 15% Lisboa

  27. Distribuição por Sectores Institucionais 61% 38% 1% Lisboa

  28. Distribuição por Instituições 16 6 10 14 16 36 42 72 Lisboa

  29. Total de 116 artigos pesquisados em Revistas Nacionais 13,7% 10,3% 6,0% 3,4% 6,9% 5,2% 2,5% 5,2% 7,7% 11,2% 16,3% 6,0% Lisboa

  30. Produtividade dos Autores Portugueses Quanto à distribuição por autores: 8 autores (6,6%) são responsáveis por 35% dos documentos, contribuindo com mais de 5 trabalhos 85 autores (70,2%) contribuíram com um só artigo Lisboa

  31. Produtividade dos Autores Portugueses Nº ART 85 80 40 35 % dos Documentos 15 12 Lisboa

  32. Análise Temática Lisboa

  33. ColaboraçãoInternacional Europa:Itália, Inglaterra, França, Holanda, Finlândia, Alemanha, Noruega, Suíça, Espanha, Bélgica, Grécia. Lisboa

  34. Evolução da Colaboração Internacional Lisboa

  35. Co-autoria Em biomedicina a regra é a co-autoria nos trabalhos, os autores portugueses seguem essa tendência internacional Só 3,9% dos documentos encontrados são assinados por um só autor Taxa de co-autoria tende a aumentar ao longo dos anos Pequeno aumento no número médio de autores por documento Lisboa

  36. Análise Qualitativa dos Resultados Análise de dados qualitativos procedentes da literatura científica permite avaliar: O rendimento da actividade científica e o seu impacto na comunidade A repercussão do conjunto da produção científica portuguesa na área da patologia da mama determinada pelo número de citações obtidas pelos artigos publicados Lisboa

  37. Análise Qualitativa dos Resultados 232 artigos encontrados, 201 (86,6%) são publicados em revistas com FI atribuído 81 desses 201 artigos não obtiveram citações Os 120 artigos que são citados, são-no 1.856 vezes (média de 25,5 citações por artigo) Artigos de 2004/05 dada a sua actualidade, não é ainda possível determinar com segurança se obterão citações Trabalhos efectuados em colaboração internacional recolheram maior número de citações Artigos de investigação são mais citados que os clínicos Lisboa

  38. Análise Qualitativa dos Resultados Publicações estrangeiras seleccionadas pelos produtores de ciência nacionais para publicarem os seus trabalhos gozam de prestígio internacional, tendo um FI elevado Lisboa

  39. Categorias do JCR mais utilizadas 24,4% 29,2% 7,2% 11,4% Lisboa

  40. Publicamos ainda em 25 revistas de 17 categorias diversas Lisboa

  41. Factor de ImpactoFI Na categoria PATHOLOGY publicamos em 8 das revistas com maior FI Lisboa

  42. Lisboa

  43. Lisboa

  44. Lisboa

  45. Conclusão Produção científica portuguesa na área da patologia da mama durante os anos de 1995 – Julho de 2005 constituiu 2,7 % do total dos artigos biomédicos elaborados por instituições portuguesas e publicados em revistas tratadas nas Bases de dados que consultámos Lisboa

  46. 232 ( 2,7% ) 8524 Lisboa

  47. Conclusão Contribuição portuguesa na produção científica internacional na área da patologia mamária durante o período estudado é de 0,25 % Lisboa

  48. Portugal publica 0,25% 92.800 publicações 232 ( 0,25% ) Produção científica mundial em patologia mamária Lisboa

  49. Conclusão Literatura científica portuguesa nesta área sofreu um aumento considerável nos últimos 10 anos, a nível quantitativo (200%), mas também a nível qualitativo Lisboa

  50. Conclusão Aumento qualitativo (evolução positiva da investigação portuguesa na área) Crescente visibilidade da investigação avaliada pelo incremento experimentado no número de artigos publicados em revistas internacionais de prestígio, publicação em revistas bem posicionadas no ranking da sua categoria Incremento da colaboração Internacional Lisboa