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Pesquisa – Ação: M. Thiollent

Pesquisa – Ação: M. Thiollent. Metodologia da Pesquisa – Ação. São Paulo: Cortez Editora, 1986. Cap. II: Concepção e Organização da Pesquisa (p.47- 72). Introdução: planejamento flexível. Fase Exploratória: descobrir o que pesquisar, os interessados, as expectativas;

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Pesquisa – Ação: M. Thiollent

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Presentation Transcript


  1. Pesquisa – Ação: M. Thiollent Metodologia da Pesquisa – Ação. São Paulo: Cortez Editora, 1986. Cap. II: Concepção e Organização da Pesquisa (p.47- 72)

  2. Introdução: planejamento flexível • Fase Exploratória: • descobrir o que pesquisar, os interessados, as expectativas; • fazer um primeiro levantamento da realidade (diagnóstico); • definir a equipe de pesquisa, como será o processo; • como será a relação da equipe com as pessoas ou grupos envolvidos na situação ou realidade pesquisada.; • levantamento das informações já existentes.

  3. Definição dos Objetivos • Problemas considerados prioritários. • Problemas práticos e áreas de conhecimento a serem abordados. • Escolhas feitas de comum acordo entre a equipe e as pessoas ou grupos locais: compromissos definidos desde o início. • Que perguntas se quer responder? • O que é factível de se realizar? Em quanto tempo?

  4. O Lugar da teoria • Pesquisa- ação é só empírica? • Depende apenas do bom senso ou do conhecimento anterior dos pesquisadores? • Ou da sabedoria popular dos participantes na identificação dos problemas concretos? • Necessidade de inserir os problemas pesquisados em um quadro de referência teórica adaptado ao setor: saúde, educação comunicação... • Teoria: gerar ideias, hipóteses ou diretrizes. para orientar a pesquisa.

  5. Hipóteses ou pressupostos • Suposição formulada pela equipe e os participantes a respeito de possíveis respostas aos problemas colocados para a pesquisa. • A partir do acordo inicial entre pesquisadores e os participantes interessados a respeito dos problemas a serem investigados, suas possíveis causas e respostas, organiza-se um Seminário.

  6. SEMINÁRIO • Participantes: equipe e membros significativos dos grupos implicados nos problemas definidos. • Finalidades do Seminário: • a) intercambiar o conhecimento teórico acumulado sobre os problemas e decorrentes das experiências vividas na prática pelos profissionais e participantes da população;

  7. SEMINÁRIO: finalidades • b) examinar, discutir e decidir sobre o processo de investigação que terá prosseguimento; • c) dividir a equipe e os participantes em sub grupos que vão se dedicar a aprofundar alguns pontos específicos, e coordenar essas atividades; • d) definir as técnicas a serem usadas para aprofundar o conhecimento dos problemas; • e) definir quem e como serão feitas as anotações.

  8. Coleta de dados • Preparação: • a) amostras:probabilística ou não probabilística: que critério de representatividade serão adotados? • b) elaboração de roteiros: observação, questionários, entrevistas, grupo focal? • c) capacitação do pessoal que vai fazer a coleta de campo (incluir se possível, participantes da população).

  9. Pesquisa e Aprendizagem • Pesquisa- Ação: preocupação em associar a aprendizagem ao processo de investigação; • Aprendizagem conjunta: equipe e participantes da população. • Como garantir a aprendizagem: restituição das informações, discussão dos achados. • Relação entre saber formal x saber informal: melhorar a estrutura de comunicação entre o universo cultural dos pesquisadores e dos participantes.

  10. Elaboração dos Resultados • Preparação das informações colhidas para análise; • Análise do material coletado. • Conclusões • Divulgação: relatórios? Teor? Linguagem? Como devolver os resultados? Para quem? Como incorporar sugestões? Recomendações?

  11. Plano de Ação • a) definir quem são os atores locais e as instituições que deverão participar; • b) como esses atores se relacionam com os serviços: convergências, conflitos, indiferença, descrédito, disputas, desconhecimento; • c) como serão tomadas as decisões; • d) quais os objetivos e problemas são passíveis de atuação local; quais exigem decisões mais amplas de outro níveis; • e) como assegurar a participação no processo, em todas as fase; • f) como avaliar a implantação e resultados das ações.

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