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  1. ESTUDO PILOTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA FARMACOVIGILÂNCIA EM INTEGRAÇÃO COM A FARMÁCIA CLÍNICA NO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO – TUBARÃO – SC (Bruna Ramos; Simone Damian; Profª. Msc. Irene Kulkamp; Profª. Esp. Alessandra Soares. PUIC, Farmácia e Bioquímica, Tubarão/SC) CIÊNCIAS DA SAÚDE Introdução A efetividade e segurança do tratamento são fatores indispensáveis para o restabelecimento da saúde de pacientes hospitalizados. Para que o tratamento possa ser considerado seguro, torna-se imprescindível à detecção de reações adversas a medicamentos que muitos dos pacientes internados apresentam, mas que diversas vezes passam despercebidas pela equipe de saúde. As reações adversas a medicamentos são efeitos prejudiciais ou indesejáveis que aparecem após a administração de um medicamento em doses usuais. A grande maioria dos hospitais brasileiros, assim como o Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), não possui um profissional farmacêutico que atue junto ao corpo clínico da instituição, já que para os farmacêuticos contratados são designados serviços de gerência e administração da farmácia hospitalar. Justamente por essa falta de um farmacêutico atuante no corpo clínico das instituições hospitalares que muitas vezes, os problemas relacionados a medicamentos que o paciente possui, passam simplesmente despercebidos. No entanto, a detecção destes problemas é de extrema importância, pois confere maior qualidade de vida ao paciente, sendo capaz de reduzir a morbidade e mortalidade associada ao uso de medicamentos, promovendo ainda seu uso racional e diminuindo os custos dos tratamentos hospitalares. As reações adversas a medicamentos são efeitos prejudiciais ou indesejáveis que aparecem após a administração de um medicamento em doses usuais. Atualmente, grande parte das instituições hospitalares não apresenta um serviço de farmacovigilância atuante, sendo as avaliações de RAM's ainda insuficientes. (COELHO, 1998). E por este motivo, torna-se tão necessário integrar um serviço de farmacovigilância com a prática clínica. O serviço de farmacovigilância objetiva monitorar os problemas relacionados a medicamentos, além de promover o uso racional de medicamentos, através de tratamentos seguros e efetivos aos pacientes. Objetivos OBJETIVO GERAL Realizar estudo piloto para o desenvolvimento da farmacovigilância em integração com a prática da farmácia clínica no Hospital Nossa Senhora da Conceição, Tubarão, SC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Detectar a presença de possíveis interações medicamentosas e problemas relacionados a medicamentos manifestados e não manifestados nos pacientes acompanhados, informando ao corpo clínico os problemas encontrados através de um informe farmacoterapêutico. 2. Promover o uso racional de medicamentos, possibilitando aos pacientes tratamentos mais seguros e efetivos, minimizando seu desconforto. 3. Diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, o consumo de medicamentos e reduzindo custos ao hospital, quando possível. 4. Realizar busca ativa de RAM, e Notificar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) as reações adversas encontradas. 5. Buscar a implantação da residência farmacêutica no HNSC e subsidiar a implantação de um serviço de Farmacovigilância pela Universidade, integrando com a atividade da farmácia clínica já realizada. Metodologia A pesquisa foi desenvolvida com os pacientes internados no Hospital Nossa Senhora da Conceição. Foram acompanhados 3 pacientes por semana, durante o período letivo de julho de 2007 a julho de 2008. O acompanhamento dos pacientes foi feito por uma bolsista de iniciação científica, sob responsabilidade das professoras supervisoras de estágio. Foram selecionados os setores 7 e 9 de internação, de atendimento exclusivo de pacientes internados pelo SUS e após contato com o enfermeiro-chefe, autorização da direção do Hospital e submissão ao Comitê de Ética da Unisul e do Hospital Nossa Senhora da Conceição, o serviço de farmacovigilância foi efetuado na instituição. Os critérios de inclusão na amostra foram: pacientes maiores de 21 anos, com capacidade de comunicação verbal, aceitação dos pacientes por intermédio das assinaturas dos termos de consentimento livre e esclarecido, em uso de pelo menos 6 medicamentos e com suspeita de reação adversa a medicamentos. A coleta de dados foi realizada por meio de uma ficha de acompanhamento, onde foram transcritas informações do prontuário médico e de enfermagem. Também foram coletadas informações em conversa com o paciente. Durante os dias de acompanhamento, foi avaliada a ocorrência de alterações nas medicações, realização de novos exames bem como qualquer novidade no quadro do paciente hospitalizado. Resultados Conclusões Através da detecção de RAM’s e problemas relacionados ao uso inadequado de medicamentos, foi possível diminuir o número de hospitalizações e tempo de permanência do paciente no hospital, tornando a sua recuperação mais rápida e segura. Proporcionou também a melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes, prevenindo os efeitos adversos e diminuindo a morbidade e mortalidade associada ao uso inadequado de medicamentos. O serviço de farmacovigilância foi imprescindível para que se possa obter uma efetividade adequada e segura do tratamento de pacientes. Fez com que o hospital tenha condições de oferecer melhores tratamentos e cuidados para com os pacientes, ao passo que permite que a instituição seja colaboradora da detecção e notificação das reações adversas que os medicamentos podem vir a causar em seus usuários. Este relatório permitiu maior integração do profissional farmacêutico e a equipe de saúde, visando melhorar o atendimento ao paciente e utilização correta dos medicamentos na instituição. Ressalta-se aqui a importância do papel do farmacêutico na equipe interdisciplinar de saúde no ambiente hospitalar e direciona ações para a implantação da residência farmacêutica no Hospital Nossa Senhora da Conceição. Bibliografia ARRAIS, P. S. D. O uso irracional de medicamentos e a farmacovigilância no Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro.  v. 18, n. 5,   sep./oct. 2002. FIGUEIREDO, P. M. et al. Reações Adversas a Medicamentos. Revista Fármacos & Medicamentos, São Paulo. v. 34, n. IV, p. 32-39, 2005. MARCOLIN, M. A.; CANTARELLI, M. G.; GARCIA JUNIOR, M. Interações farmacológicas entre medicações clínicas e psiquiátricas. Revista Psiquiatria Clínica. v. 31, n. 2, p. 70-81, 2004. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. A importância da Farmacovigilância. Brasília, 2005. Organização Pan-Americana da Saúde, 2005. (Monitorização da segurança dos medicamentos). p. 1-51, 2005. SEHN, R. et al. Interaýes medicamentosas potenciais em prescriaýes de pacientes hospitalizados. Revista Infarma. v.15, nº 9-10, p. 77-81, Set/Out, 2003. Apoio Financeiro: Unisul