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Violência e o Processo Ensino-Aprendizagem

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Violência e o Processo Ensino-Aprendizagem

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  1. Violência e o Processo Ensino-Aprendizagem UNIPAR – NRE Umuarama 18 de abril de 2012 Fernanda scaciotasimões da Silva fsilva@seed.pr.gov.br

  2. A linguagem e a convivência pacífica na escola • Termos a serem discutidos: • Convivência – viver com, conviver. • Pacífico – sem violência, tranquilo, calmo. • Violência ??????? • É o que queremos?

  3. Violência – Organização Mundial de Saúde • “[...] o uso intencional da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação.”

  4. O que é violência? • Compreender o fenômeno da violência é entender de qual compreensão se está partindo e a complexidade deste fenômeno. • [...] é o resultado de diversas relações historicamente produzidas e que envolve diferentes realidades de uma sociedade. • [...] é um fenômeno essencialmente humano, onde se deve lidar com alteridade e com diferenças. • Precisamos pensar as diferenças culturais, sociais, econômicas e geográficas existentes.

  5. O que é violência? • “[...] acúmulo de pequenos casos que não são necessariamente violentos, mas que criam a sensação de ameaça permanente, sentimento de angústia que atinge boa parte da comunidade – constante estado de alerta.” (Charlot, 2002) • “[...] a voz das vítimas deve ser levada em consideração na definição de violência [...]” (Debardieux, 2002, 61)

  6. O galo que logrou a raposa • Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa desapontada, murmurou consigo: "Deixe estar, seu malandro, que já te curo..." Em voz alta: - Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.- Muito bem! - exclama o galo. - Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldade e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... Como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização. Ao ouvir falar em cachorro Dona Raposa não quis saber de história, e tratou de pôr-se ao fresco, dizendo: - Infelizmente, amigo, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para a outra vez a festa, sim? Até logo.E raspou-se. "Contra esperteza, esperteza e meia" • "(Monteiro Lobato do livro Fábulas e Historias diversas ) "

  7. Dimensões da violência • 1. Violência na escola – a escola é invadida por uma violência que anteriormente acontecia apenas fora dos portões da escola. • 2. Violência à escola – à instituição e à quem a representa. • 3. Violência da escola – a produzida no seu interior. • O agressor geralmente quer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. • A necessidade de agressor, de vítima e de plateia. • A escola é parte do problema e parte da solução!

  8. Variáveis da violência • Variáveis externas: ideias de gênero, sexismo, relações raciais, racismo, xenofobia, migrações e conflitos regionais, estrutura familiar, influência da mídia. • Variáveis internas: idade, nível de escolaridade, regras, disciplina, indiferença, má qualidade de ensino, autoritarismo. • Grande problema: Naturalizar!!!!

  9. Consequências • Isolamento ou queda do rendimento escolar. • Doenças psicossomáticas, traumas que afetam com mudanças de traços da personalidade. • Afeta o estado emocional, culminando até em soluções trágicas, como o suicídio. • Medo e vergonha de ir à escola. • Desejo de abandonar os estudos, por não se achar bom para integrar o grupo.

  10. Consequências • As vítimas chegam a concordar com a agressão (UNICAMP, 2012). • Alternância entre momentos de ansiedade e agressividade. • Muitas vítimas tornam-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

  11. O lobo e o cordeiro • Estava o cordeiro a beber água num córrego, quando apareceu um lobo esfaimado, de horrendo aspecto.─ Que desaforo é esse de turvar a água que venho beber? ─ disse o monstro, arreganhando os dentes. ─ Espere que vou castigar tamanha má-criação!...O cordeirinho, trêmulo de medo, respondeu com inocência:─ Como posso turvar a água que o senhor vai beber se ela corre do senhor para mim?Era verdade aquilo e o lobo atrapalhou-se com a resposta, mas não deu o rabo a torcer.─ Além disso ─ inventou ele ─ sei que você andou falando mal de mim no ano passado.─ Como poderia falar mal do senhor o ano passado, se nasci este ano?Novamente confundido pela voz da inocência, o lobo insistiu:─ Se não foi você foi seu irmão mais velho, o que dá no mesmo.─ Como poderia ser seu irmão mais velho, se sou filho único?O lobo, furioso, vendo que com razões claras não venceria o pobrezinho, veio com razão de lobo faminto:─ Pois se não foi seu irmão, foi seu pai ou seu avô!E ─ nhoque ─ sangrou-o no pescoço.Contra a força não há argumentos.Monteiro Lobato

  12. Como prevenir? • 1. Ensinar a olhar para o outro – é preciso desenvolver no grupo a capacidade de se preocupar com o outro, construindo uma imagem positiva de si e de quem esta no entorno. • Respeito as diferenças. • Resiliência (capacidade de lidar com problemas).

  13. Como prevenir? • 2. Mostrar os limites – é essencial construir normas coletivas e justificar por que devem ser seguidas. • Importância de limites – nem sempre se sabe o que é melhor fazer e há a necessidade de limites definidos.

  14. Como prevenir? • 3. Alertar para os riscos da tecnologia - necessidade de limitar a divulgação de dados pessoais nos sites de relacionamento, o tempo de uso do computador e os conteúdos acessados. Quanto menos exposição da intimidade e menor o número de relações virtuais, mais seguro ele estará.

  15. Como prevenir? • 4. Diálogo – Ouvir – Mediar conflitos Fazer com que o agressor compreenda o que fez e o significou e ajudar o agredido a fortalecer-se, estando seguro de que não será mais agredido.

  16. Como prevenir? • 5. Encaminhar os casos a outras instâncias – Infrações • Contato com a Polícia Comunitária Escolar, com o Conselho Tutelar, com a Rede de Proteção, com parceiros, 181 – narcodenúncia.

  17. Papel do Professor • Nunca resolver conflitos com violência. • Há problemas que ocorrem do portão para dentro e outros do portão para fora. • É papel da escola construir uma comunidade de ação – Rede de Proteção. • Trabalhar com a família na escola - pais e alunos refletindo sobre os efeitos das agressões dentro e fora do ambiente escolar.